Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Raça maldita,
Terra bendita,
Planta e colhe,
O carma escolhe.
Dor e labor,
Amor e rancor,
Fé e esperança,
Desprezo com bonança.
Sapekinha, meu amor, meu doce encanto,
Em cada gesto teu, sinto um novo canto.
Teus risos são melodias que dançam no ar,
E em teu olhar profundo, consigo sonhar.
Teu jeito travesso é pura inspiração,
Transforma o cotidiano em pura diversão.
Com você, cada dia é uma nova história,
Escrevemos juntos nossa linda memória.
Nos teus abraços, encontro meu lar,
Um refúgio seguro onde posso descansar.
Teus beijos são promessas de um amor sincero,
E ao teu lado, querida, eu sempre me espero.
Prometo ser teu porto em tempestades,
Caminhar contigo por todas as cidades.
Ser o sol nos teus dias e a lua na escuridão,
Porque você é a razão do meu coração.
Então venha comigo e vamos celebrar,
Esse amor tão bonito que não vai se apagar.
Sapekinha amada, meu bem-querer,
Para sempre ao seu lado é onde quero viver.
Deixar aquela pessa ir não é uma desistência, prova que vc a tem um amor verdadeiro por essa pessoa, de que vc é maduro o suficiente.
O problema é que cansa ser maduro o suficiente!
são as estrelas no céu que iluminam meu caminho
mas é o amor em meu coração que lhes dá o brilho
aqui nesta noite em alto mar, eu busco o meu destino
são as pedras do mar que fazem os versos deste livro
Livro de poesia Novos Ventos
Eu só choro por maldade, não por fraqueza.
Carrego amor no peito, mesmo após tantas feridas.
Sei que muitos julgam sem saber o que enfrento,
Sofri traumas causados por gente ruim,
Mas meu coração continua bom,
E mesmo machucado, ainda escolhe amar.
Mesmo quando tudo parece escuro, eu escolho acreditar na luz.
O amor que carrego vem de Deus, e é Ele quem me sustenta.
Prefiro ter fé no bem do que temer o mal.
Porque quem planta amor com fé, colhe milagres todos os dias.
Tem gente que machuca quem só quer ajudar.
Ofende quem espalha amor, como se bondade fosse fraqueza.
Mas o erro não está em quem ama, e sim em quem não sabe reconhecer o valor de um coração bom.
Julgar o bem revela mais sobre quem julga do que sobre quem ama.
Que a gente aprenda a honrar, não ferir, quem escolhe fazer o bem.
Diante disso…
Diante de tudo….
Da vida….
Da dor….
Diante de tudo…
Da saudade…
Do amor….
Diante de tudo…
Do abandono…
De todos os dias do ano…
Diante disso tudo…
Eu ainda te amo….
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
não merece amor quem
os nervos não esfrega em mel em cinzas
e no zinabre de fagulhas e salivas
arrastando a língua nas flechas
contra postes paredes e pedras
não merece amor quem vive em si
esquálido como um cristo que não pesca
como um cachorro que tem dor de barriga
e flores e gramíneas não mastiga
nem faz compressa
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
Sim, acredito no amor
No amor que cuidamos
No amor que sentimos
No amor bobo
No amor romântico
No amor incondicional.
O amor tem suas limitações quando não é correspondido.
Pai,
Nada sou sem Vós.
Nada sou sem o Seu amor.
Sua vontade de amar.
Enche todos de esplendor.
Arregaçais as margens de vida.
Melhorais a vida de cada um de nós.
Ensinai-nos o que é amar de verdade.
O que é crer em vez de querer.
Vós, Pai, escutais cada um de nós e perdoais nossos pecados uma vez deles verdadeiramente arrependidos.
Pai, só vós para suportar tantos erros nossos e mesmo assim estais pronto para nos recebes no vosso regaço.
Obrigado Meu pai.
Agora é hora de recolher o amor
Agachar diante dos pedaços,
catar o que foi espalhado com tanta esperança
e trazer de volta
Pra dentro
Pra curar
Sem pressa
Com ternura
Quero a leveza de um amor sincero,
o brilho nos olhos, a lágrima em festa,
ao te ver chegando, rompendo o mistério.
Quero a doçura da tua mão em minha,
o arrepio quente que tua alma despeja,
como o sol da manhã na frieza dos dias.
Quero que sejas, no deserto sem vida,
o orvalho raro que a esperança semeia,
e que tua presença no meu horizonte
seja a razão entre viver... ou morrer de amor
Fragmentos para um amor morto
Teu nome
ainda arranha
meu sono.
No prato vazio,
mastigo tua ausência
como pão duro.
Minha boca chama —
mas só responde
o silêncio.
Um lençol,
um cheiro,
uma falta.
Teu corpo foi,
mas tua sombra
não desaprende.
Grito teu nome
e ele volta
sem carne.
A noite me veste
com tua ausência:
lã fria,
sangue lento.
O amor que queima e tece
as saudades repartidas
é amor que não se esquece
nem por duas ou três vidas.
