Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Como a roda de um trem sobre os trilhos, o ponteiro do relógio gira cada vez mais rápido e me faz lembrar o tempo que perdi com você na esperança que valesse a pena.
Tenho que parar de me importar com a opinião dos outros sobre mim. Eu sou feliz com a minha opinião sobre mim mesmo, afinal gosto não se discute.
Tenho o controle sobre os meus atos, mas não tenho sobre a minha mente. Consigo controlar o que faço, mas não consigo controlar o que penso.
Nenhuma força externa vai agir sobre mim e modificar o que EU tenho que modificar. O que somente EU serei capaz de reorganizar dentro de mim. Porque só eu me conheço a ponto de saber o lugar certo de cada coisa.
Eu escrevo diversos textos sobre diversos assuntos, mas sinto que jamais serei capaz de escrever um texto que contenha tudo o que sinto por você.
Que me importa o que você pensa sobre todas essas baboseiras que eu relato? Importa nada. Deixa-me quieta. Você é covarde mesmo, eu sei. Vê se rasga tudo depois de ler, deleta tudinho que vê por aqui. Não deixa rastro. É feio pra tua imagem de inatingível.
E é justamente sobre você que eu quero falar pros meus filhos, netos, bisnetos… até na geração que a vida me permitir.
Não ligo para o que vão pensar nem comentar sobre o que eu faço, ou sobre o que eu sou. Eu vou, faço, realizo… É a minha vida, não é? Então deixa eu por favor, cuidar dela.
