Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

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O amor que enlouquece e permite que se abram intercadências de luz no espírito, para que a saudade rebrilhe na escuridão da demência, é incomparavelmente mais funesto que o amor fulminante.

Fazer consistir a força do casamento na do amor é desconhecer o espírito desta instituição.

O amor é o maior prazer acessível ao homem.

Aqueles que dispõem de meios pensam que a coisa mais importante do mundo seja o amor. Os pobres sabem que é o dinheiro.

Diante do amor existem três tipos de mulher: aquelas com as quais nos casamos, aquelas que amamos e aquelas que pagamos. Todas essas podem muito bem estar numa só. Começamos por pagá-la, depois a amá-la e, por fim, casamo-nos com ela.

É necessário ter amor pela vida para o prosseguimento vigoroso de qualquer intento.

Um amoroso é um homem que se empenha em ter mais amor do que lhe é possível ter, e essa é a razão por que todos os homens amorosos parecem ridículos.

Os homens amam através do ciúme; mas as mulheres são ciumentas do amor.

A constância no amor é uma bigorna que, quanto mais é batida, mais dura se torna.

O matrimônio é a cova do amor.

O amor sem ciúme não é amor.

Linguagem mais eloquente que o amor é o silêncio.

Falar abertamente e pelo amor à verdade é arriscar a vida.

A igualdade é o vínculo mais sólido do amor.

Gotthold Lessing
LESSING, G., Minna von Barnhelm, 1763

O amor abre os olhos à mulher e fecha-os ao homem.

O maior milagre do amor é o de curar da galantaria.

Não há amor da parte de um ser sem liberdade. Ao que ele chama o seu amor é à paixão dessa liberdade.

O ódio pode ser perspicaz, mas nunca num sentido maior. Só o amor possui um horizonte.

A obstinação nas disputas é quase sempre efeito do nosso amor-próprio: julgamo-nos humilhados se nos confessamos convencidos.

No amor, a dor e a alegria lutam sempre entre si.