Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
O amor é em essência uma generosa descoberta e ao mesmo tempo uma grande aflição de revolta, quando não estamos previamente preparados. Algumas pessoas, descobriram por tão pouco que me amam tão intensamente que por conta disto, passaram a me odiar de forma contraditória pelo resto de suas vidas.
Entre o grande amor. Felizes são aqueles que por medo e sanidade conseguem administrar o gostar entre os seguros limites.
Entre a Constituição Federal e a minha Pátria, por amor escolho o Brasil lugar que escolhi para viver.
Amor de forma fácil não existe. Sendo assim não se engane. Pois o que vive por facilidade não é amor e sim uma oportuna transitória convivência por conveniência.
Na historia da humanidade, entre o amor, o poder e a paixão, as mais ricas e exuberantes joias, sempre são confeccionadas para as amantes.
O amor finito cobra reciprocidade mas o amor infinito não cobra nada e vive forte generosamente entre o perdão.
Diz para amante, eu lhe dou diamante. Quando volta pra casa de mansinho, diz para a mulher, amor, eu lhe trouxe uma nova colher.
As palavras de ordem da antiga geração eram amor, paz e liberdade mas as palavras de ordem da nova geração hoje são egoísmo, vantagem e libertinagem.
O amor saudável e verdadeiro nunca retrocede. O que acontece, é que mudamos nossos interesses para uma convivência, mas uma vez amando, permanece, ama se para sempre.
A solidão e a meditação é a atmosfera dos fortes, que em silencio por vida, ora por amor e compaixão, a tudo e a todos em todas dimensões.
Minha religião é o amor generoso e minha devoção é o aprendizado constante por vida, com tudo que existe.
O medo sem amor nos coloca a beira de um abismo imaginário. A indecisão de pular e de ficar, correspondem as nossa veladas inseguranças que não respondemos pelos caminhos. A tênue diferença entre existir e viver. Viva enquanto tem tempo.
