Seus Olhos Verde Mar
Paz...
Esta Paz que trago na alma...
É como o dia sem ventania...
É como o mar com sua onda calma...
É como o oceano sem maresia.
Cai a tarde deste domingo cinzento, eu aqui neste apartamento frente para o mar, tão só, esperando o tempo passar. E, por fim, neste tormento. E poder em breve te amar.
Nossa relação foi linda, forte, invejada por muitos, pisei na bola, te perdi, me conformo, ficou marcas que jamais serão apagadas.
Ouvindo o barulho do mar,
Sentado na areia,
Com esse céu azul bonito,
Que se perde no infinito,
Tenho vontade de dar um grito,
Onde estás minha sereia.
Ao desatar os nós da tormenta de um mar revolto, jamais esqueça que a calmaria vem logo após a grandes tempestades
A Súplica ao Abismo
Diga à terra, diga ao sol,
Diga ao mar para gritarem aos quatro cantos,
Até que a lua pare para escutar:
E o abismo, no qual me reflito, por fim volte a me encarar.
Puxe-me... Rasgue-me!
Quero arrancar de mim este egoísmo humano.
Derramo o meu sangue sob o céu que agora escurece.
A morte, da qual tanto fujo... fugir dela de nada importará.
A morte virá, e toda a existência despencará.
Perecerei. Apodrecerei. E à terra eu voltarei.
Então, ao mar eu clamarei:
Afunde-me! Guarde-me e traga-me o amor!
Pois, neste peito em ruínas, eu suplico por esse vazio esplendor.
Sinto uma vontade desesperadora de nadar até o fundo do mar. Há algo assustadoramente confortável nesse sentimento, e talvez seja isso o que mais dói em meu peito. Carrego um sentimento sem nome, sem direção, sem origem aparente. Não sei para onde apontar, por onde começar ou o que dizer. Só sei que estou cansada de lutar contra algo que nem consigo explicar.
É uma agonia enorme que sorri e me impede de continuar, mas eu sigo em frente, vivendo dessa forma monótona e consciente de que, muitas vezes, o arrependimento de não explorar esse mar é menor do que deixar-me afogar.
A figura translúcida paira num mar remanescente.
Envolto nas flores da floresta do inconsciente...
Bem tal que dor flui nas profundezas da essência...
As lágrimas escorrem em palavras...
No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...
No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.
São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
Mar de mentiras querem que engula suas verbais de verdade...
Que inocente diante das verdades que o consome...
Mundanos o seja ate a agua que bebe é vinho...
Na alienação intelectual deepfakes te fazem sonha com narrativa dele...
Que sobre poem aos alicerces da verdade...
Mais fakes news mais contradições para haja as vozes do engano...
Atenção pois as balelas são para tornar os conflito em mais conflitos o condenado seja absovido.. Pelas próprias verdades.
Deseja o mar e ser o mar...
No somos e deixamos ser o mar.
Mar tras a vida e brota a verdade escorrem nas areias do tempo.
Caminhamos sobre mar ainda não compreendemos que mar sempre foi parte de cada ser desta terra.
O respeito a vida nasce no respeito ao meio ambiente.
Mãe deu a vida a todos ainda alimenta a todos da ar e da alimentação...
E vivemos história do relativismo do universo atravessar outros mundos...
Mas sempre seremos filhos do mar e deste maravilhoso berço chamado Terra.
Nossa dor atrozes...
Pois declínio é a ignorância
Virtudes que nadam num mar vazio.
Dias passados foram feitos pelo astros.
Sabe a intensidade do mar?
A mesma existe em mim,
Se isso te assusta não mergulhe,
Boa sorte molhando os pés.
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