Seus Olhos Verde Mar
Mas é claro que a grama do vizinho é mais verde, o tempo que se fica admirando a dele, você perde deixando a sua descuidada.
Espero um dia encontrar uma árvore baixa e bem verde;
Folhas e grama no chão;
O céu azul claro, mas com uma iluminação aconchegante;
O cheiro de jasmim nos conduzindo.
Dois corações vermelhos e que batem;
Dois pares de olhos penetrantes;
E o doce que mais gostamos.
Vai ser a nossa festa.
É o jeito de comemorarmos..
O lenço vermelho na minha cabeça vai se transformar num vestido longo.
Sabe aquele quadro que nos desenharam?
Aquela imagem no espelho?
Aquela fotografia que tiramos em preto e branco?
Vão ser eternizados nos meus sonhos!
O cachorro quente era sem verde e sem mostarda e o suco de abacaxi com hortelã.
Pela décima vez você trocou todos os detalhes e eu tentei te explicar que a mostarda é sim amarela, mas amarga o sabor do alimento. E que não é que eu não goste sem, mas a hortelã alivia um pouco o ácido do abacaxi.
A moça da lanchonete pergunta se quero trocar, e para poupar a pergunta:
- o lanche ou o namorado?
Rrespondo que pode deixar assim mesmo.
Até porque lá no fundo eu não troco o lanche para não dar mais trabalho e o namorado... Porque eu não troco mesmo?
Enquanto eu pensava no por que você me diz que eu sou fresca e ‘cheia de detalhes’. Nessas horas eu recordo Roberto Carlos e odeio os ‘detalhes tão pequenos de nós dois’. Odeio você por não se lembrar deles, me odeio pela minha mania insana de achar que você sempre vai se lembrar dos porquês, e odeio até a garçonete porque agora ela me olha com aquela cara de: “todo esse bico por causa de um maldito cachorro quente?” E essa é a pergunta que você me faz logo em seguida.
- Mas sabe Alfredinho não é o cachorro-quente, nem a mostarda, nem a hortelã. Não é essa droga de lanchonete que acaba com a minha dieta todo o final de semana. É você. São os detalhes. Os detalhes que você nunca percebe porque está ocupado demais pensando em si mesmo. Quer saber? Acho que vou trocar tudo!
De lanche, de casa, de namorado e de dedo se precisar... Para não errar mais de homem!
(texto: sem verde e sem mostarda/ autoria: Gabriela Noel)
O verde da natureza transborda em meu olhar a nascer de cada dia, livre como a ave dos céus colorido como sol do dia e lindo como flor do jardim, suave como oceano e doce como mel das abelhas, em meu olhar te alcanço e convido-te para fazeres-me companhia neste lindo dia.
No fundo ela só quer um sinalzinho verde pra não desistir, uma confirmaçãozinha de que você ainda está nessa junto com ela. Mas não deixa ela cansar de você ..
Raiz Forte
Belos raios solares roubaram meu olhar
um horizonte verde a me buscar
o som do todo me fez querer roubar
raiz forte me fez saciar
Porém, perdido em raios de desprezo
contra o horizonte fui soprar
Despejou-me raios escuros
Para que eu a pudesse desabrochar
Em pedras estávamos a festejar
Em horizontes estávamos a nos desejar
Em vida estávamos a nos encaixar
Em intensidade estávamos a nos amedrontar
Medo! de errar ou de acertar?
Viver ou deixar a vida passar?
Sorrir ou chorar?
Abraçar e ter que deixar
Assim deixaste seguir em frente
Permitindo que o horizonte guiasse a gente...
Talvez um botão de rosas surgindo de dentro do seu abrigo verde;Talvez uma prosa silenciosamente,ou um lindo cavaleiro indo ao seu encontro,talvez ele se coloque ao seu lado como um velho amigo tranquilo; Até que um arrebento de luz revele todo o ritmo da musica..naturalmente.
O Último Toque
Capela entreaberta, credência posta, ambão entornado em verde e o lecionário aberto! Liturgia em tempo comum e a rotina diária de um grande hospital com sua complexidade: muitos doentes, familiares em oração, religiosas preparando a celebração, o terço deslizando nas mãos com petições e meu violão ao lado, esperando o momento certo de ser tangido.
O sacerdote se aproxima. Uma religiosa se levanta para acender as velas e enunciar o primeiro comentário da celebração e suas intenções. Pego meu violão e já anseio pela penúltima melodia, a única que consigo enternecer com facilidade. Ainda estou aprendendo!
A celebração se inicia. Durante a procissão de entrada, sinto que alguém fixou os olhos em minhas mãos. Pergunto-me: “será que estou tocando errado?”. A celebração prosseguia e o olhar daquele moço continuara inarredável. E aos poucos o jovem rapaz de banco em banco se aproximara lentamente.
Fiquei pormenorizando cada passo de sua aproximação. Já estava no ofertório, momento de entrega e concentração, quando vem ao em minha direção com um pedido insólito: “Por gentileza, posso tocar a música da comunhão?”. Logo me enraiveci. Era a minha música preferida! Levantei-me e fui ao encontro da religiosa responsável no intuito da não aceitação desse pedido esquivo. A irmã, já anciã, com o olhar compenetrado disse-me: “Deixe-o tocar!”.
A missa prosseguiu. Momento eucarístico. Enciumadamente, entrego-o meu violão. Para nossa surpresa, ele tocara maravilhosamente cada nota, numa harmonia que chegara ao coração. Mãos que tocavam divinamente e olhos em lágrimas que não pareciam ter fim. Questionei-me tamanha emoção, mas senti que vinha consigo uma dor inexplicável. Terminando aquele momento rico e divino, devolveu-me o violão com um sorriso satisfeito, porém senti que ainda havia uma dor imensurável naquele olha.
Após a benção final, como de costume, comecei a guardar os instrumentos musicais. Aquele moço que me surpreendera já havia se retirado. A religiosa anciã veio-me ao encontro e disse-me algo que jamais esquecerei: “sabe aquele moço que lhe pediu o violão? Eu permiti com que ele tocasse e vivesse aquele momento único, pois seria seu último toque”. Perplexo a questionei sobre o estranho “último toque”. Ela olhou-me, já lacrimejando, respondeu-me: “Nesse momento, ele está dirigindo-se ao centro cirúrgico e amputará o braço direito. Esse foi o seu “último toque””.
Ser pássaros interpretando
Ser rios viajando, correndo
Ser o verde água
Ser estradas, caminhar...
Ser palavras ocultas, guardadas
Ser sorrisos, gargalhadas,
Ser sonhos de garoto
Ser a amar.
Ser maciez das flores
Ser cama para deitar
Ser chuvas correndo
Ser folhas a desaguar
Ser inverno de madrugadas
Ser primaveras no verão
Ser outonos, ser estação
Ser parada para descansar
Ser campinas, borboletas
Ser dança no ar
Ser música que canta
Ser canto para cantar
Ser cores
Imagens
Flores,
Vida
Ser vida
Ser sonhos
Ser amada
Ser...
"o sangue que corre nas minhas veias é verde e amarelo, meu coração é brasileiro e eu só vou defender a seleção do meu país'"
Eu quero ver o olodum tocar
Quando o PT virar farelo
Aí sim vestirei de verde e amarelo
E pelas ruas com o povo vou festejar...
mel - ((*_*))
08/07/2014
Um franguinho com milho verde. Pimentinha cheirosa, curtida. Acompanhamentos deleitantes...
Almocei como um padre!
Agora, com o note acomodado no meu colo,
vejo as novidades sociais da net,
ruminando no aconchego da rede.
O vento sopra vagaroso,
desviando o som dos canários do reino.
Outro domingão dentro dos meus domínios.
Antes das atribulações segundeiras,
antes das preocupações inevitáveis
que janeiro trás.
Não é que a grama do vizinho é mais verde que a sua , A questão é que você esquece de cuidar da sua para olhar a dele
Como está seu coração hoje?
O meu está:
VERMELHO para o pecado
AMARELO para as tentações
VERDE para Jesus Cristo.
Os por quês facebookais
Eu olho um ponto verde e impulsionado por uma força estranha abro a janela por várias vezes. Então eu fecho e abro novamente, e fecho e abro, e abro e fecho e por fim penso por que?
O desejo de prosseguir se confunde com a dor de uma pergunta sem resposta. O por que?
Talvez se soubesses o quão grande é o desejo de estar perto, jamais esperarias que eu abrisse minha janela, assim como nunca fecharias a tua.
Inúteis seriam os dias em que alheios aos nossos jardins, nos pusemos controlar o verde existente, na grama do nosso vizinho. (taw ranon)
POESIA, TERNURA VERDE
Agora a ternura vive entre minhas palavras
feito as aves dos grandes rios
que voam sobre as verdes florestas,
assim, a ternura voa sobre as poesias
e suas palavras carregam o alimento da alma,
para reescrever um longo caminho
feito o rio amazônico que de tão gigantesco
engole seu caminho.
Assim a ternura me engoliu,
derrubou a resistência de minhas margens,
arrastou feito pororoca os barrancos,
devorando o que restou de mim.
Fico agora divagando entre as palavras novas
e o feito antigo da poesia, a ternura...
E no meu peito - arde uma floresta verde.
- Relacionados
- 153 frases de reflexão para ampliar os seus horizontes
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de esperança para iluminar os seus dias escuros
- Textos para amizade colorida declarando os seus sentimentos
- 53 frases de mágoa para expressar seus sentimentos
- Frases de desculpas para consertar seus erros
- Fases da vida: reflexões sobre seus altos e baixos
