Seus Olhos Verde Mar
A essência do amor é um perfume invisível aos olhos, e sua fragrância exala o perfume da paixão. O desejo é sentir toda a maciez da sua pele e das suas silhuetas, o deleite de ser seu eterno jardineiro.
Cuidado com os olhos que te fitam!
A maldade se disfarça de amabilidade, a falsidade se esconde em sorrisos. Num mundo de monstros disfarçados, aprenda a ler a verdade nos olhos.
"Ó Senhor, que ao romper da aurora meus olhos busquem o esplendor da Tua face e que jamais a fugaz vaidade que o mundo oferece me cegue, impedindo-me de contemplar-Te."
As Cores São Lembranças
E Até Promessas.
Se teus olhos não encontram
se quer uma partícula de esperança.
Veja as Coisas por um Prisma Diferente.
Porque os Acontecimentos
dependem mais do Observador
ao Invés do Observado.
Vanglória
A vaidade é pura soberba
Quando para outros olhos é impelida
Não existirá clemência
Para tamanha arrogância destemida.
A que destino levará tamanha ostentação?
Aos desejos e não para as necessidades
Ao submundo negando a autenticidade
Sem critérios profundos
Perdendo a liberdade.
Ilusão da beleza
Teus olhos claros
irradiam o brilho da tanzanita
de enlouquecedora beleza
enquanto, matem-se vestida
enrolada no tecido negro
nessa burca bendita
acolhedora dos defeitos.
És mais feia que uma nuvem carregada
na maturidade à trovoada.
Essa sua crença deve ser mantida
num mando que a proteja
capaz de submeter ao desejo
quem gosta do seu azul cortejo
ludibriado em segredo.
Prostração
Os teus olhos estão vermelhos.
E por que choras?
Perdeste o teu amor?
Já refletiste porque perdeste?
Achou que tiveste dado tudo de ti
Mas não foi o suficiente?
Agarraste no inútil pensamento
Que o concebido
Já era teu?
Agora achas que ao trocar as fotografias dos porta-retratos
Trará as forças para esquecer?
Olhará para ele
O quê verás?
Não será a nova foto que irá entrar pelas retinas de teus olhos
É a que já está registrada nos teus neurônios.
E todo o enxoval que te acompanha
Terás de queimar ou quebrar?
Faça todas as tuas cenas por agora
Destroçando tudo o que é material.
Estás a te sentir mais leve?
Mas não imaginas que em breve
Tudo que colocares na tona
Irás desaparecer nos rios de Goa
Levados ao mar.
Com o tempo e o oceano revolto
Devolverá os pertences
Devastados nas areias das praias.
Em todas elas encontrarás os pedaços
E toda a fantasia recomeçará.
Não, não é bem assim que te livrarás.
Acho que perdeste o senso
Não poderás reduzir a cinzas as memórias
De tudo o que te fez sonhar.
Toque
Um hangout ao alcance de um clique
Um contato na lista que os olhos não piscam
Uma vontade de falar que desequilibra
Um medo generalizado de dar o grito
E assim se sacrifica
Enche o raio do saco e
Desliga.
O peso do medo
Dizem que há sombras na esquina,
sussurros frios na neblina,
olhos que espreitam na escuridão,
mãos que apertam sem compaixão.
Tranque as portas, feche o peito,
dobrem-se ao fardo do preceito.
Há sempre um monstro à espreita,
um castigo para a alma imperfeita.
No deserto, a voz bradou:
“O mar se abre a quem rezou!”
E os que duvidam, sem piedade,
são tragados pela tempestade.
Na fogueira, a chama dança,
queima o corpo, apaga a esperança.
A fé impõe o seu decreto:
“Negue-me e prove do inferno certo.”
Coroas brilham, aço brande,
o medo cresce e nunca expande.
Pois só se vê o que convém,
quem dita a lei nos faz refém.
Um novo rosto, um novo nome,
sempre há um lobo em meio ao homem.
Ora justiça, ora nação,
ora inimigo, ora oração.
E assim seguimos, sem acerto,
livres no corpo, presos por dentro.
Grades que o tempo não desmancha,
o medo pesa... e nos amansa.
Pira
Pirado pela pira, suspira
Olhos fitos na pira
Deslumbrado, alucinado
pelo brilho da pira, pira
nem a pira na verga
verga o caipira
desvairado, deu o pira.
Sutil artesã
Este livro que com os olhos abraço
vagando entre linhas e espaços
me comoveu ao encontrar uma fotografia
apreciei um rosto
não sei bem se plebeu ou nobre
não me interessou
o que me encantou
estava atrás, o encosto
a almofada colorida
amarela, cor de ouro
com florzinhas de vergel amanhecido
O meu peito de orgulho, inflou
era ela
a almofada resguardada, sem desgaste, impávida
ela, tão distante, tão antiga e tão bela
que cosi e talhei por puro gosto.
Olhos encovados
Faltou-me tu, e eu nem notei que as vinte e quatro horas já tinham se passado. De forma aguda você se foi, sem delongas, apenas tchau, até mais, a gente se vê por aí...e nunca mais nos vimos.
Meus olhos se curvaram, meus cílios se amedrontaram e não querem mais ver o céu, assim como a minha face não quer mais o sol.
Hoje vivo nas sombras, sedento, cansado de tatear rastros, de unhas as paredes do poço árido que me encontro.
Qual rei nunca viu suas mucosas mudarem de cor constantemente ao observá-las do trono?
Meus olhos encovados sedentos de te ver, fecham-se vagarosamente a cada imagem tua projetada numa teia de pensamentos que nunca formarão um tear.
Os olhos da justiça não flertam com o olhar da vingança,
não se deixam levar pelas aparências e jamais sucumbem
aos arroubos da ignorância.
Meus olhos a procuram em todo lugar que vou. Meu coração acelera quando chega. A realidade da sua presença se tornou mais tentadora do que qualquer fantasia poderia ser, e não consigo viver sem você.
(Benedict Bridgerton)
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