Seus Olhos Verde Mar

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O mar, uma vez que lança seu feitiço, aprisiona a pessoa em sua rede de maravilhas para sempre.

“Vivo numa ilha chamada tristeza, rodeada pelo mar da saudade, aguardando um barco chamado esperança para me conduzir à terra da fantasia”

Saber viver no mar de rosas é nunca esquecer que existem os espinhos.

A vida é assim... no balanço das ondas, o mar nos leva a lugares inimagináveis. Basta se entregar!

Vamos um dia para o mar e viver a vida com mais liberdade que qualquer um.

"olhar para o mar
não é o mesmo que velejar
mas dá pra viajar"

A lua em espelho traça um caminho no mar
que me leva até você
neste horizonte noturno
onde o céu e o mar se encontram.

Entrelaçarmos em silenciosos suspiros
velas brancas ao vento e o rangido do barco
Onde, só existe eu e você...
neste momento... e o ruído do mar...

Um cenário de estrelas cintilantes
a iluminar seu semblante...

Sempre vens na lua cheia
raptar meu amor, desejos e suspiros...

Ah! lua...
quando somes na linha do horizonte
me deixas louca com vontade de te ver...

Se vem nuvens em trovoadas
onde não me invoca a você
fujo e escondo-me debaixo da coberta
e espero o amanhecer...

Você pode não ter a beleza dos astros, nem a força das correntezas do mar...
Porém é na beleza da letra da mais linda canção e no som da mais bela oração que sai da sua boca, é que reside a sua beleza e onde você encontrara a força jamais vista ou sentida.
Assim como o vento sempre sopra no sul e chega ao norte, assim é que encontrará o sentido da existência dessa essência divina dentro de cada pessoa.
Não importa quantas voltas você dê ao redor do universo, você sempre estará onde Deus quer que você esteja.
Nunca deixe se levar pelas aparências, pois a real face pode estar debaixo de uma mascara...
Abra as janelas do seu quarto, deixe o brilho do sol entrar, dê oportunidade para as novas coisas, isso implica crescimento.
Seja disponivel para a vida lhe entregar um presente.
Abra os olhos do seu coração e siga a voz de Deus.

Inspiro, expiro
Profunda, lenta
Calma, à vontade
Sorriso, alívio
Momento presente, momento maravilhoso

O brilho das estrelas nem se comparam com o teu olhar,
Neles eu vejo tudo o céu e o mar, o universo está dentro dele,
Entrada sem saída, q me prende noite e dia. -ÁG-

Sou entre flor e nuvem,
estrela e mar.
Por que havemos de ser unicamente humanos,
limitados em chorar?

Não encontro caminhos
fáceis de andar.
Meu rosto vário desorienta as firmes pedras
que não sabem de água e de ar.

E por isso levito.
É bom deixar
um pouco de ternura e encanto indiferente
de herança, em cada lugar.

Rastro de flor e de estrela,
nuvem e mar.
Meu destino é mais longe e meu passo mais rápido:
a sombra é que vai devagar.

Um dia fez se mar
sem dó do meu penar
Só pra te ver dançar
As estrelas a juntar
Os peixes a nadar
a cidade a ruir
Só pra te ver surgir.
Cai estrela
Abre mar
Cai mangueira
abre bar
cai cinderela
abre Lagrimar
Cai capela
Só nao cai Voce.
Bailarina
Cafeina
Desire do
Pliê

Despedida

Correnteza abaixo, riacho frio, para o mar,
a onda libertadora ela refere:
Não mais por ti meus passos irão,
para sempre e sempre
Corrente, doce corrente, por gramado e prado
Um riacho, então, um rio:
Agora, por ti meus passos devem ir,
para sempre e sempre

Mas aqui suspirará vosso carvalho
E aqui vosso arbusto estremecerá
E aqui por ti zumbirão as abelhas
para sempre e sempre

Milhares de sois jorrarão sobre ti,
Milhares de luas rebrilharão;
Mas não por ti meus passos irão,
para sempre e sempre.

Porque choramos?
Despejamos um mar de lágrimas
Pelo que não veio,
Ou apareceu e não era o que pretendíamos.
Desaguamos quando a desilusão bate na porta,
Ou quando na porta bate alguém
Com um maço de flores na mão.
Nos derretemos de alegria
Quando quem nos quer,
Adentra em nossas vidas.
Mas, também, vamos à lona
Quando nos desapontamos
Com quem viria trazer alegria.
Choramos sim,
Porque percebemos que somos vulneráveis,
Pequenosdiante a dimensão do desconhecido.
Fragilizados depencamos,
Como se fracos fossemos,
Porém, não é covardia.
É apenas a maneira que nos resta
De demonstrarmos que,
Ao chorar, temos a possibilidade
De nos reabilitarmos e de proibirmos que,
Outra vez,
Sejamos esfaqueados na alma.
Chorar é admitir que, certamente,
Aptos estaremos
Para que o novo não mais nos surpreenda.

Logo eu, que tinha um espírito aventureiro, que gostava de ver o mar e as estrelas, que gostava de sentir a brisa em um dia de sol e céu azul, que gostava de sentir o frio da noite a ver a lua cheia. Logo eu, fui me meter com a solidão e a depressão.

Como se eu fosse deixar alguém como você fazer o que quer com os meus companheiros e o mar.
(Monkey D. Luffy)

Eu vou viajar
Vou pra longe daqui
Eu vou viajar
Com meu barco no mar
Te levo é só me pedir.

Mergulho no mar da solidão, na profundesa escura e perdida procuro meu pobre coração, que esta a se afogar no mar dessa doce paixão.

Mar em ressaca ou Mergulho em MIM.

Eu não sei ser maré baixa. Não sei ser RASA, ser pouca água. EU SOU turbilhão... vulcão... cachoeira... por isso se não tiver muita água, prefiro nem ir a praia.
A vida acontece num tempo diferente do tempo do meu egoísmo. Aceitar isso é sabedoria.
O tempo tem sua própria duração, independente de mim.
O tempo é uma ilusão da existência material.
Mergulhei em mim, entrei em minhas fragilidades. Era um território estranho, conhecido, mas disfarçado.
Logo de cara vi minha Hipocrisia. Sempre tão discreta, tão velada. Andava se esquivando, se escondendo em mim, como se devesse algo a mim mesma!
Conheci meus Preconceitos. Exclamei:
- Vocês por aqui? Achei que já não faziam mais parte de mim!
Eles, sempre orgulhosos, responderam:
- Ah! Já somos enraizados. Temos essa boa desculpa conformista pra existirmos em você.
Tomei um susto quando encontrei minha Vaidade. Parecia um Pavão dançando. Parecia uma Sereia, perdida no egoísmo de seus próprios cabelos.
Sempre tive uma relação curiosa com minha Vaidade. Ela sempre me deixou Vulnerável. Minha Vaidade é burra, me Vende por pouco. Às Vezes por um elogio, que nem precisa ser sincero. Achei melhor nem falar com ela.
Reconheci as velhas amigas: teimosia, preguiça, determinação...
- Ola! Vocês tão sempre por aqui, né? – cumprimentei com um aceno de mão.
Dei uma espiadela na minha ignorância. Para variar ela estava preocupada com algum detalhe desprezível e nem me viu passar.
Onde estava minha parte sã? Será que ela fica separada do resto pra não contaminar? O que fazer com tudo aquilo que era tão feio, mas era tão “EU”?
A Lispector sempre me tranqüilizava com o GH que diz que nossos defeitos são colunas que sustentam nosso existir. Lindo, poético, confortante... Mas naquele mergulho, nem Clarisse me acalmou.
Porque, defeitos? Não somos imagem/semelhança de algo maior? ...
Esses papos complexos sempre me despertam a fome.
Foi ai que eu encontrei a Gula:
- Olá! A senhora anda sumida hein? Aconteceu alguma coisa? Deu uma emagrecida... Ta mais bonita!
Ela nem me respondeu. Tava meio magoada com essa nova fase da minha vida. Mas ela é tinhosa, tinha certeza que poderia voltar a correr nos campos de meu descontrole.
Às vezes desconfio que a Gula, a Compulsão e a Ansiedade, (primas inseparáveis) andam aprontando alguma coisa em surdina. Estavam muito quietas.
Tenho medo de qualquer silêncio.

[Pausa Dramática]

Somos feitos só de virtudes! Os defeitos nascem do uso exagerado de algumas qualidades: Minha ótima memória usada ao extremo me faz rancorosa. E minha determinação, quando cega, me faz teimosa.
Tenho tanto medo de meus impulsos. Preciso aprender a respirar... Minha consciência precisa de AR pra funcionar (salve Osho). Antes de deixar o impulso explodir, preciso levar ar pra minha consciência agir!
Quero a plenitude duradoura!
“Domesticamos passo a passo os “demônios” que nos habitam, sem recalcá-los, sem cortar-lhes os chifres, mas controlando-os e canalizando essa energia poderosa para nosso crescimento... até que nossa parte sã cure nossa parte doentia”
Sabia que Leonardo Boff seria capaz de codificar isso.
Dosar Conscientemente meus defeitos.
Domar conscientemente minha impulsividade.
Achar o tal do equilíbrio!

Minha cabeça é um mar cheio de ondas, umas vêm e me derrubam, outras vão e me levam. De vez em quando fica tudo calmo, sereno, é aí que tenho receio. Nada nunca é tranquilo pra mim. Acho que acostumei com isso: um temporal vive aqui dentro. Talvez seja disso que você tem medo, pois tem gente que não gosta de chuva.