Seu Corpo
Sinto falta do seu calor, do seu corpo quente no meu, sentir sua respiração no meu ouvido, sentir teu carinho
Onde está você agora, se não aqui perto de mim
Traga minha vida de volta, pois sem você meu mundo morreu
Sinto falta do teu sorriso, seu jeito moleca que me mostrou a alegria de viver
Pois é verdade meu amor, você é tudo que eu tinha e hoje estou morrendo aos poucos sem ter você aqui pertinho de mim
Você sempre foi meu Porto seguro, meu motivo de erguer a cabeça e seguir em frente, sempre me deu forças para enfrentar tudo, mas longe de você nada mais importa, todos falam que é bobagem e que a vida segue em frente, mas amor verdadeiro é somente um, e jamais poderia deixar isso morrer, pois você me deu tudo, me mostrou um novo mundo onde tudo era mais alegre, preciso de você aqui comigo, hoje é para sempre…
Gordofobia mutila a alma, seu corpo vai sendo destruído aos poucos de dentro para fora.
A depressão só agrava a obesidade.
Natural
Seus olhos paz em harmonia como o paraíso
Seu corpo quente suave como o pôr do sol
Seus lábios doces e infinitos para milhares de beijos meus
Tudo natural suave delicados nos lenços dos meus desejos
Amo o seu jeito quando esta segurando em minha mão
Estou te amando
Autor: #LuziaDellmon
No paraíso dos seus lábios
No seus lábios descobrir o paraíso
No seu corpo vir o pecado a me queima
No seus abraços vir o conforto do sentimento
Nas suas mãos descobri o que tem de melhor entre dois ou cinco passos
Nas suas palavras sentimentos difíceis de se decifra em palavras
Já nas noites poucas e inesquecíveis momentos de pura tentação e desejos
Já do seu corpo da tua respiração momentos que eu guardarei para sempre
Porque você é tudo que eu quero
Porque você me completa tudo com sua presença
Porque você é o calor e conforto do meu coração
Porque eu preciso mais do que sua amizade eu preciso é de você ao meu lado.
Autor: #LuziaDellmon
Gostei da sua alma muito antes de conhecer seu corpo, e hoje olho pra você e parece que você está perdido, como se seus olhos dissessem que não queria estar preso, seu olhar grita socorro, pelo menos pros meus olhos...
Tira esses dedos do ouvido, ouça o som, sinta a batida, e deixa a onda te levar, conforme seu corpo quer dançar.
Chorar não é sinal de fraqueza, mas é de força...
Significa que seu corpo já não suporta mais nada, enquanto isso a sua alma continua lutando sem ele !
Linda solteira e quieta
Sensível linda
E poética
Seu corpo seduz
Seu jeito conquista e envolve
Desperta emoções até problemas resolve
De casa pra igreja
Pra casar e a mulher certa
Ainda n te conheci
Mas já sei q me completa
Seu corpo , seu perfume , seu batom , como tão linda podes ser , quero lhe dar o mundo , mas o mundo eu não posso dar , tudo que posso lhe dar é meu abraço , meu beijo , amor e meu olhar.
Já namoro seus olhos antes mesmo de te encontrar,
imagino sua boca a minha tocar. Seu corpo cheiroso no meu tão gostoso, seu perfume de flor pronta para o amor.
Seus lábios de mel, me levando ao céu,
sua boca molhada, sendo a minha morada.
Seu coração batendo e o meu se envolvendo,
a madrugada que passa e você me abraça,
nossos corpos suados, amor consumado,
outro dia nasceu e seu corpo foi meu!
Sergio Fornasari
Se quer alguma coisa lute por ela, com seu corpo, alma e mente. Se doe completamente para conseguir aquilo que quer.
Eu só queria uma última dança. Sentir seu corpo junto ao meu enquanto o mundo gira sob os nosso pés.
Mais uma vez encontrei conforto em seus abraços, doçura em seus beijos, desejo em seu corpo e sinceridade em suas palavras.
Ana Julia...
Ana Júlia já percebera em seu corpo alguns sinais do tempo, as mulheres são mais atentas, normalmente cuidam-se mais, mas suas mãos evidenciavam o que os afazeres de todos os dias vinham adiando, ter a consciência de que anos se passaram.
Sem saber ainda porque, em plena manhã de domingo, esse olhar mais atento para essa parte de seu corpo fez com que pensasse em como estava sua vida frente aos planos de sua juventude, quando imaginava para si um mundo sem limites e uma certeza de que poderia ser e fazer o que quisesse de sua vida.
Estava só, o esposo e as três filhas, jovens adultas, haviam saído para fazer algumas compras necessárias para uma pequena viagem de fim de semana numa casa de campo cedida por amigos.
Um pouco confusa com essa inquietação aparentemente sem motivo buscou em uma gaveta da cômoda uma delicada caixa de música, cuidadosamente guardada, ainda envolvida em tecido aveludado.
Mesmo sem acionar o mecanismo daquele relicário ouvia a suave música a tocar, lágrimas e uma intensa tristeza a envolveram no mesmo ambiente onde crescera e presenciara a lenta agonia de seu pai, época em que a tuberculose assombrava as famílias.
Nunca o perdoara pela vida boêmia e descuidada que o afetara e também à toda família, só não ficaram sem um teto porque a casa era fruto de herança de sua mãe, que mantinha o básico lavando, passando e costurando roupas para famílias de posse das redondezas, logo que aprendera Ana Julia também participava desse ofício.
O que mais a incomodava naquela época era a postura de sua mãe que, em muitas das noites que passara acordada preocupada com o marido, ficava em oração sem reclamar e de onde se abastecia de toda a energia de que precisava para continuar.
Ana Julia ainda mantinha vivas as lembranças das várias madrugadas quando, acordada e envergonhada, ouvia o pai entoar músicas ininteligíveis, enquanto era uma vez mais carregado pelos amigos da noite casa adentro, com as vestes sujas e cheiro forte de bebida, Ana Julia, observara incontáveis vezes daquele quarto sua mãe, gentil e resignada, o acolher e o acomodar como podia no surrado sofá da sala.
Durante anos e inúmeras noites em que a mesma cena se repetia sua mãe com o passar dos anos adoecera, e, enquanto seu pai estivera vivo, ela, com o que lhe restava de forças, dele cuidava sem reclamar.
Logo após o falecimento de seu pai sua mãe também se despediu de sua vida de entrega e amor, em seu leito Ana Julia a questionara uma única vez, porque permitira tanto sofrimento e humilhação sem reagir ou reclamar, em resposta ouvira, “sempre soube que você esperava uma reação minha, me perdoe, chegará o dia em que você entenderá”.
Ana Julia buscava ainda a compreensão de tanta abnegação, doação e amor em meio à doença, restrições e vergonha ao longo de tantos anos com o consequente afastamento da maioria dos familiares e amigos.
Finda em sua mente a música suave e delicada, com mais atenção olhava para a caixa de música e relia uma frase por seu pai gravada, “Meu amor me perdoe por todo o sofrimento que te causarei”.
Sua mãe fizera uma escolha consciente, sabendo o que enfrentaria na vida ao lado do companheiro que amava.
Iguais à ela quantas pessoas mais possuem essa força que, para quem está de fora observando sem compreender, beira à loucura, à baixa autoestima e ausência de amor-próprio?
Ana Julia, logo após a morte de sua mãe, decidira que não repetiria aquela história e hoje ainda busca a sua resposta, “...chegará o dia em que você entenderá”.
Jesus não morreu naquela cruz. Ali foi o seu corpo físico que foi moído, porque Ele vive. Quem morreu foi a condenação do pecado sobre nós. Na cruz do calvário, nasceu a Igreja de Deus, um reino eterno celebrado na Santa Ceia.
