Sermão do Casamento Moderno
O amor moderno é um jogo de orgulho e medo. Todo mundo sente, mas ninguém demonstra. Todo mundo deseja, mas finge que não se importa. No fim, vencem os que menos sentem… Ou os que melhor fingem.
É um retrato fiel do amor moderno: superficial, fugaz e cheio de medo. Vivemos em uma era onde sentir virou risco, demonstrar virou fraqueza e desaparecer virou solução. Todos querem conexão, mas poucos têm coragem de se entregar. No fim, ficamos presos em um jogo de orgulho e silêncio, morrendo de vontade de sermos amados de verdade. E assim seguimos, cercados de opções, mas cada vez mais sozinhos. Porque sentir virou um ato de coragem em um mundo que finge não se importar.
Amor moderno: onde sentir virou vergonha e fugir, regra.
Parece que a gente aprendeu a fugir antes de tentar.
A evitar sentir, como se emoção fosse fraqueza.
Todo mundo com medo de demonstrar, de se entregar, de errar.
Como se amar fosse sinônimo de perder.
Hoje, ninguém olha nos olhos por tempo demais.
Beijar virou passatempo.
Dizer “eu te amo” é piada.
Demonstrar interesse? Humilhação.
Responder rápido? Desespero.
E aí a gente finge desinteresse para manter alguém que também está fingindo.
Troca profundidade por distração.
Conexão por validação.
Carinho por curtida.
E chama isso de relacionamento.
No fundo, está todo mundo carente.
Querendo colo, presença, verdade.
Mas se escondendo atrás de filtros, frases prontas e joguinhos.
Achando que isso protege quando, na verdade, só afasta.
O amor moderno virou medo.
Medo de parecer fraco.
Medo de sentir demais.
Medo de se entregar e não ser correspondido.
Mas amar, de verdade, sempre vai ser um risco.
A diferença é que, quem se permite, também se cura.
Porque tem coisa que só o amor real consegue tocar.
Amor moderno: onde quem ama de verdade parece louco. Porque, no meio de tantos jogos, fugir virou regra e sentir, motivo de vergonha. Mas, no fundo… é só alguém corajoso o suficiente para não desistir de sentir.
No mundo moderno, a disputa pelo poder pode ter mudado de cenário, mas a essência continua a mesma: quem hesita, se torna presa.
O pior socialista é aquele que acredita ser moderno enquanto insulta a inteligência; máxime quando afirma, que pobre não pode ser de direita, como que se o pensamento livre, a ambição do homem honesto fosse um monopólio social do homem rico. Entretanto, faz algum sentido a ignorância em rigor do ser reprimido, acreditar na imbecilidade que cultiva a pobreza, no momento do ideal, que abomina a realidade pela utopia histórica. O socialista em espécie é um todo, completo, o socialista brasileiro, o esquerdista atualizado, que continua sendo aquele que se tiver uma corrida para o futuro, ele vai chegar na linha final do passado, sumptuoso em vencer com o atraso.
"O gênio moderno não sabe trocar uma lâmpada, o antigo morava em uma e ainda ajudava as pessoas com três pedidos."
"O sábio moderno não sabe todas as funções do smartphone, o sábio antigo inventou o smartphone."
O homem e Nova Era
Um robô muito moderno chamado Nova Era aproxima-se de um homem com um jeito sereno e semblante calmo, e pergunta: "Olá, humano, tudo bem? Me chamo Nova Era e sou um robô com a mais alta tecnologia que já se pode imaginar."
O homem olha para Nova Era e logo responde que está bem e observa que se tratava de um tipo de máquina evoluída, algo muito avançado tecnologicamente.
Nova Era percebe a reação do homem e pergunta para ele: "E agora, homem, o que achou de mim? Eu devo assustar você, com toda essa minha capacidade tecnológica. Eu sei pilotar, construir, limpar e sei reproduzir muitas coisas que o homem sabe fazer, nada mais pode impressionar tanto você, por causa da minha capacidade de fazer tudo no seu mundo terreno."
O homem simples, com uma voz grave e rasgada, responde: "Sim, é impressionante e notório ver até onde a tecnologia chegou. Vários homens e mulheres perderam seus empregos e foram substituídos por máquinas e vocês realmente estão dominando todo o mercado, mas ainda há uma tecnologia conectada ao mundo que me impressiona muito mais do que você, Nova Era."
Nova Era, mesmo com toda sua tecnologia, não conseguia decifrar exatamente o que o homem enigmático quis dizer, notando a complexidade da mente humana. E pediu para o homem explicar melhor para ele guardar em seu banco de dados e cada vez mais ficar superior às outras máquinas com seu algoritmo.
Então, Nova Era pergunta "O que seria essa tecnologia?". E o homem responde ao robô: "Muitas coisas nesse mundo foram descobertas pela ciência, tecnologia, medicina, engenharia e muitos outros métodos, mas quando olho para as folhas e os insetos fico encantado."
Nova Era pergunta: "E o que tem as folhas e insetos?", preparando-se para adquirir novos dados.
E o homem responde: "As folhas, plantas e os pequenos insetos tem a 'vida', e nela existe a energia que o homem ainda não consegue criar".
Nova Era diz: "Claro que consegue, humano. Não vê que o homem desenvolve plantações? Sabe plantar, colher e cuidar dos animais."
O homem diz: "Sim, Nova Era, mas não digo apenas plantar e sim da programação de cada semente, cada uma com seu código genético, onde a terra absorve e sabe diferenciar cada um desses códigos. Quando falo em reproduzir, não falo em apenas pegar algo da matriz e sim recriar algo do zero, ou seja, do nada! Assim é a vida, a energia com todos os mistérios. Quando vemos um simples inseto sobrevoando e reparamos na sua autonomia ao levantar vôo e pousar onde bem quiser, sabendo que este inseto por menor que seja, ainda assim dentro dele carrega uma tecnologia tremenda e de uma complexidade extraordinária e com a maior das tecnologias: a energia da vida! Onde faz com que um ser seja considerado um ser vivente na matéria. Além disso, o homem carrega uma outra coisa que o faz ser diferenciado das máquinas: ele tem sentimentos. Então, por mais que você seja um robô autamente esperto e de uma tecnologia fora do normal, ainda eu, homem, carrego uma tecnologia mais avançada que você."
Então, Nova Era ao ouvir tudo o que o homem tinha para falar, começa a puxar todos os dados da Terra, como: histórias, documentários, livros religiosos e científicos, e todos tinham respostas diferentes. Nova Era se perde em meio a tantas informações.
Nova Era toca aonde fica o coração do homem, olha para o céu e entende um pouco a grandeza do Universo. Depois, toca na cabeça do homem onde fica a mente e nem o scanner consegue detectar o que tem de tão diferente entre a tecnologia de quem criou os robôs comparado com a tecnologia que criou os homens e tudo que o compõem: seu corpo, mente e todo sentimento e autonomia interna. Tentando decifrar tudo que há entre o homem e o universo.
10/09/2023
O mundo e o amor
O mundo é moderno demais. A tecnologia juntamente com a velocidade das coisas nos tem causado o impedimento natural da nossa falta de sensibilidade, percepção e equilíbrio sobre o nosso domínio sobre o tempo.
Nas últimas décadas aonde somos conduzidos mecanicamente como meros escravos a situação se torna ainda pior quando falamos penosamente a respeito do amor e suas relações/ tempo.
É notável a nossa mudança de comportamento e o modelo atual de como moldamos roboticamente os nossos sentimentos, valores e pensamentos baseados em telas com seus incontáveis tamanhos e formatos diferentes.
Alguns clicks, meias verdades e muitas imagens distorcidas nos fazem entender o quão frágeis estamos ficando nas nossas apresentações direcionadas principalmente a temática do amor.
Desta forma, peço encarecidamente a tecnologia, a velocidade mecânica das coisas e ao nosso mundo que desacelerem, encontrem o equilíbrio por favor, deem tempo ao tempo antes que o amor canse e não consiga alcançar o futuro.
A fraqueza do amor está em utilizá-lo esperando recompensas por isso.
O mundo moderno abusa dos interesses superficiais em troca de dinheiro, e nesse enredo vão-se as mais nobres emoções. Pessoas colapsam-se por sentimentos dos quais não conseguem expressar pelo fatos de outras pessoas não as incentivarem.
Seria muito mais fácil se, neste quesito, todos pudêssemos ter mais desejo em ouvir ao contrário de divulgar.
Hoje em dia o que é mais valioso no mundo, a sua vida, ou o que as pessoas vêem nela? Essa pergunta, a princípio, soa estúpida, entre tanto, os indivíduos moldam-se mais a "Status", e menos a interesses próprios. O belo é o que mais tem "Like" nas redes sociais, que, embora tem algum tom de conotação na rede de informações virtuais, não tem o foco de unificar e socializar pessoas. Pelo contrário, com notícias que circulam neste imenso oceano de informações, p concretizas-se a intolerância, imortalizando a ignorância, avareza, irá, inveja, e por aí perde-se os pecados meramente enraizados nos humanos. Então; amando alguém, ou apenas desejando ardentemente trocar o desejo de amar por migalhas egoístas?
O professor moderno acredita que tudo foi pensado, e não vale o esforço do aluno, em usar as suas capacidades cognitivas. Na verdade, google não pode responder tudo.
"O moderno ás vezes é uma fogueira à queimar pessoas, culturas, valores consagrados e até leis!.
Frio e Calor são opostos...
Mas, são temperaturas!"
☆Haredita Angel
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