Na minha opinião, existem dois tipos de morte: se tiver sorte, tem uma vida longa e um dia seu corpo para de trabalhar e acabou. Mas se você não tem sorte, você morre um pouco de novo e de novo até que perceba que é tarde demais.
Naquele dia, eu aprendi que o silêncio faz muito barulho. É ensurdecedor. Quando você está em silêncio, é difícil afastar as coisas. Estão todas lá. E você não consegue se livrar delas.
Decidi pelo menos tentar mudar, devo a todos que amo e a todos que me amam. A pior parte tem sido sentir que estou em dívida comigo mesma, e talvez isso fique mais fácil.
Amor de verdade é quando não se existe sem alguém, e se prefere morrer a ficar longe. O mundo inteiro some e nada mais importa além daquela pessoa ali.
O que nos faz sentir em casa? É o calor e a familiaridade? Uma versão televisiva idealizada e fantasiosa do sonho americano? É o amor e a aceitação? Ou a simples segurança?