Ser Humano
O ser Humano é uma mera caixinha de surpresa, esteja preparado para qualquer coisa que sai dele seja coisas boas ou coisas simplesmente estúpidas o suficiente pra que seja capaz de fazer com você perca a fé nele.
Entenda que o grande câncer inerente e limitante está no ser humano e chama-se resistência!
Quando entendermos que tudo flui se não quisermos ter posse de coisa alguma, aí percebemos a luz do fim do túnel.
Um dos grandes dilemas que o ser humano pode vivenciar é encontrar-se entre lutar por um determinado objetivo ou cultivar o amor-próprio, aceitando o risco de que seus sentimentos autênticos sejam interpretados como um mero desejo trivial, ao compreender que o mais sensato é não persistir diante de uma negativa enfática.
porque as pessoas são tão cruéis? O custa ser um ser humano puro?... As vezes nem precisa ser puro, mas pelo menos sem fazer o mal já ajuda.
"Julgo a atitude dos outros, mas não deixo de compreender, afinal como ser humano eu sou extremamente falho"
O problema hoje não está atrelado a geração, mas sim nas atitudes do ser humano em geral, o que antes era óbvio hoje precisa ser discutido, o que era obrigação hoje se tornou diferencial...hoje tudo pode ser qualquer coisa, mas nunca é o que deveria ser.
Dentro de cada ser humano há uma pulsão de vida, de criação, que merece florescer livre de amarras ao mundo…
Não precisa mostrar-me que é perfeito, ser humano já é o bastante.
Não entregue uma vida cheia de edições e filtros, agindo com coerência já é o suficiente.
O dia em que o ser humano aprender a respeitar todas as espécies, sejam elas vegetais ou animais, ele não precisará de religião para lhe ensinar a amar, até porque o amor, sem respeito, não subsiste.
Manuscrito: O Que É Ser Humano
Ser humano é caminhar em direção ao fogo, mesmo sabendo que ele pode nos consumir. Não o fazemos por glória ou por ganância, mas porque lá, no meio das chamas, pode haver uma vida que amamos. Um rosto desconhecido, um choro de criança, uma mãe esperando seu filho, ou até mesmo um inimigo rendido. E por mais contraditório que pareça, é por esses que somos capazes de morrer.
Somos a única espécie que caminha até a morte de livre vontade, não porque queremos morrer, mas porque aceitamos a possibilidade da morte se ela significar salvar algo ou alguém. Esse traço suicida é, paradoxalmente, o que mais define nossa humanidade. Seguimos para o inferno com a esperança de encontrar o paraíso depois. E quando tudo parece perdido, ainda lutamos, mesmo que não haja mais armas, mesmo que não haja mais forças. Lutamos com os punhos, com os dentes, com a vontade.
Na guerra, descobrimos duas faces da mesma moeda: a monstruosidade e a irmandade. O caos nos revela o pior que podemos ser, mas também o melhor. Unimo-nos por sobrevivência, por amor, por lealdade. Inimigos de hoje tornam-se aliados amanhã, e às vezes, pelo bem maior da vida, fazemos acordos com o próprio diabo. Mas nem ele pode nos controlar, pois há algo que nunca se pode roubar: nossa alma.
Há momentos em que o sacrifício parece ser a única opção. Pular no arame farpado para que o outro passe, dar a vida por uma criança, uma mulher grávida, um animal indefeso. Mas também aprendemos com o tempo que coragem não é só se sacrificar. Coragem é encontrar uma solução quando todos vêm apenas o fim. Como disse um certo herói: “Não pularia no arame. Eu cortaria ele.”
E ainda assim, mesmo com toda essa força, há dias em que pensamos em desistir. Que pensamos em nos matar. Mas então, uma voz nos lembra: se eu me matar, não estou tirando só a minha vida. Estou destruindo aqueles que me amam, estou roubando suas esperanças. Quem sou eu para fazer isso? Sou humano. Sou parte dessa espécie imperfeita, cruel, mas também cheia de luz. Uma espécie onde alguns preferem ficar calados, mas outros dão tudo o que têm para ajudar alguém. E são esses poucos que ainda podem salvar a humanidade de si mesma.
Somos caos e ordem. Se tirarmos o caos, a vida perde o sentido. Se tirarmos a ordem, mergulhamos na barbárie. Mas no equilíbrio entre os dois é que vivemos. E mesmo que um dia sejamos escravizados por uma raça superior, basta que um de nós descubra o que é esperança. Uma fagulha. Uma centelha. E tudo mudará. Pois às vezes, enfrentamos até mesmo os deuses por nossa liberdade.
Quando tudo está perdido, quando a fé acaba, resta a memória. Nossa história. Ela é nossa alma coletiva. Não tentem apagá-la, pois ela carrega os nomes de quem amamos, de quem perdemos e até de quem fomos obrigados a matar. Nela está tudo que é ser humano.
Ser humano é lembrar. É resistir. É morrer, se preciso, mas nunca deixar de amar.
Esse é o nosso legado. Esse é o nosso manuscrito.
O maior vírus do mundo não é a Covid-19 ou a peste bubônica, mas sim o ser humano, que é egoísta e transforma este mundo em cinzas, onde não irá dar resultados.
O ser humano nasce mau, mas coloca a culpa na sociedade para não ter que carregar o peso de sua culpa sozinho.
A plenitude só é alcançada quando você aceita suas falhas, limitações e forças. O ser humano é imperfeito, mas é essa imperfeição que o torna único. Quando você diz "eu sou o que sou", está declarando ao mundo que não há vergonha em ser quem você é.
Só conseguiríamos avaliar o ser humano em toda a extensão da sua bizarrice, com uma lupa crítica de extraterrestres de outras galáxias.
Uma das maiores decisões que um ser humano tem que tomar atualmente é se ele deve ou não entrar em determinada polêmica virtual.
Se um ser humano não nascer de novo, no espiritual, jamais entrará no Reino de Deus, ou seja, no Céu.
