Ser Feliz antes de Qualquer coisa
Eu acho que preconceito é uma coisa que está sempre nítida na sociedade, em todo canto. Não vou ser hipócrita de falar que o preconceito está acabando. Mas a gente está lidando contra isso.
Amar é sofrer,viver sem amar,também pode ser sofrer, e entre uma coisa e outra :Melhor sofrer amando que viver sem amar.
Eu não tenho paciência para pouca coisa, ninguém merece pouca coisa, pegue e ‘vaze’. Ser maduro é não perder tempo, é não ter essa paciência, justo por não acreditar em ilusões, só as palpáveis. (16/01/2018)
Quer mudar alguma coisa?
Mude você mesmo!
Talvez com o novo ser que você se tornar, possa transformar este mundo em um lugar melhor.
Seja você mesmo
Eu percebi uma coisa a mais ou menos dois anos atrás que é, nunca tente ser uma coisa que você não é, nunca tente ser uma coisa que os outros querem que você seja, só seja você mesmo. Nãos se importe com as opiniões alheias, pois elas não valem nada, absolutamente nada. Como minha mãe sempre me diz " Seja você mesma, só seja você mesma, pra que se importar com as opiniões dos outros? Elas não vão te levar á lugar nenhum." Por isso, sinta, viva, e só seja você mesmo.
Ser imortal é a mesma coisa que morrer.
muitos acham que imortalidade é uma benção
é uma pena que morte a morte viva é horrível.
esperar,pelo que já foi esperado...
o que é amor que dura 100 anos pra alguém que tem 1 milhão ?
o que é um dia pra quem tem todos ?
o motivo de Deus não ser um ser vivo é que nenhum ser vivo aguenta o infinito.
de que serve emoções ? jogue-as fora!
eu já repeti todas existência.
a unica coisa que falta é parar de existir.
más pulo de um prédio vivo...
pulo de um avião vivo...
pulo em buraco negro vivo...
espero que a existência seja infinita...
pelo menos vou poder ver um átomo diferente do tempo.
você pode me chamar de Deus já que posso fazer tudo. uma pena que morrer que
é díficil.
adeus. estou indo em direção ao nada para experimentar o que pode ser morte.
Chegaremos ao tempo que ser vivo é coisa do passado, onde vidas eternizam-se no mundo virtual de famosos anônimos que não possuem um grau de calor no abraço tecnológico.
Tem gente que é muita coisa, mas falta ser de verdade.
Eu sofro sendo assim, eu sofro porque, quando você acha mais da metade do mundo babaca, você passa muito tempo sozinho.
Apesar de todas as tempestades, todos os tropeços, todas as lágrimas a gente sempre tem que acreditar que algo bom está vindo por aí. É essa fé, que brota da gente, que muda nossas rotas e encontra a felicidade dentro de nós mesmos.
Passou pela minha cabeça voltar, mas o vento balançou os meus cabelos e mostrou que o caminho é para frente, reto e sem curvas.
Felicidade é quando a boca é pequena demais pro tamanho do sorriso que tua alma quer dar.
Sem poesia, a ilusão da vida se torna concreta. E isto é a última coisa que eu quero dela: ser iludido.
Eu acho que deveria ser mais fácil essa coisa de gostar de alguém que não gosta de você. Não deveria ter esse sofrimento todo, nem mesmo choro. Deveria ser algo tão simples. Ele não gosta de você e ponto. Não tem o que complicar. Mas a gente complica, e sofre, e chora e se machuca. Mas, por quê? Por que sofrer por alguém que não tá nem ai pra você? Temos a mania de achar que ele que é imbecil de não te querer, ou dizer que que ele não sabe amar. Mas, você já pensou que não é que ele não saiba amar, mas que ele simplesmente não quer? Colocar a culpa na outra pessoa não é a melhor coisa a fazer, por quê será mesmo que o outro que é o culpado? A culpa é nossa, meu bem. Porque eu aposto que ele não te liga pra saber como você está, ou está do seu lado quando você chora de saudade, ou te dá a atenção que você merece, ou te diz que você é especial pra ele. Ele deixa muito claro as coisas, mas você não enxerga, não é? Pra cada errinho você tem a desculpa perfeita pro seu coração se acalmar e pensar que ainda tem uma chance, que ele vai te querer. Mas não tem. Eu sei como é difícil engolir esse choro que teima em querer sair e que você não consegue entender tudo isso, mas é tudo tão simples. Você tem que parar de criar situações que não existem e ser verdadeira com você mesmo. Porque ele não gosta de você, então, faça o que ele não quis fazer e se ame, e se cuide, e se queira bem.
CONFIDÊNCIAS DE BOLSO
Coisa triste é ser coadjuvante da própria história, destarte, cansado dessa posição pouco realizante lanço mão deste, para ousar ir além, para assumir ainda que brevemente o protagonismo que me é devido. Sim claro, elementarmente que se apresenta um tanto arrogante minha tal posição, assim tão aguerridamente assumida, mas creia-me, nada tem a ver com arrogância, trata-se meramente de assumir o meu papel de fato, e assim na condição de protagonista apresentar a minha percepção das coisas... Poderá por ventura alguém censurar-me, por querer também dizer daquilo que sinto, penso, vejo..? Ainda que alguém ouse, ainda que me censurem, quero correr este risco, quero submeter às críticas. Mas aos mais desavisados digo logo de entrada, o que falo, falo de mim mesmo, do meu coração, se é que tenho um... de minha sensibilidade...
Mas chega desse prolixo preambulo, vamos avançar... quero apresentar –me, permitam-me! Sou o bolso. Sim o bolso... muito certamente que lhe soará estranho caro leitor. E naturalmente expressará algum espanto. Mas não se precipite... sim, o bolso! É este aquele que vos remete... desde a muito que ando, a acompanhar tanta gente nas mais diversas situações e ocasiões, mas hoje quero evocar o direito de falar, narrar algo que julgo relevante.
Sou um bolso traseiro de uma velha calça jeans. Nesses meus sete anos de vida, tenho visto e acompanhado muitas coisas, mas por viver na retaguarda, acabo observando pelos fundos, na traseira da história, perifericamente. O que em nada invalida minhas percepções elementarmente.
Nesses meus anos de vida, muitas coisas me marcaram, outras passaram irrelevantes. Mas caro leitor, permita dizer... ultimamente, ando meio em crise, não sei se é a melhor idade, o causticante martírio de viver minha existência toda nesta mesma contraditória posição, sim contraditória, mas o fato é que sinto me impelido a fazer algo novo, a falar de mim. Veja bem, deixe que eu explique essa contradição que pertine a minha posição.
Pois bem, enquanto bolso traseiro de uma calça jeans, estou localizado numa região nobre, nos altiplanos glúteos com toda sua nobreza e majestosa sedução. Isso é maravilhoso, esse status realmente é fascinante... a maciez dos glúteos, sua textura, seu movimento... os glúteos trazem emoções apavorantes, intensas, é indubitavelmente uma região badalada... a freguesia é constante e diversa, desde o olhar o mais frequente dos visitantes, até os lábios, mãos dedos, rosto, nariz, etc... enfim uma loucura o dia-a-dia glúteo.
Mas vida de bolso traseiro não é só essa majestosa badalada rotina. Há constantemente transtornos que complicam a vida, alteram os humores desafiando qualquer bolso traseiro que se prese. Entre os cânions glúteos fica localizado o orifício vulcânico... um oráculo de humores instáveis que expelem larvas e gazes das mais distintas naturezas... vez ou outra recebe estranhos visitantes que ora apenas o cumprimentam, se esfregam, reverentemente, limpam no, ora adentram e realizam uma estranha ritualística entrando e saindo freneticamente, até que desaguam neste num ápice estranho, tudo isso é contraditório, tudo isso faz essa citada contradição... mas o mais contraditório mesmo, é que mesmo sendo um habitante dos glúteos e saber de todas essas coisas, as sei pelo observar, ora de meu lugar de residência, ora de longe... sim de longe, pois que quando tudo fica intenso nos glúteos, a capa de revestimento que pavimenta o corpo é arrancada e lançada fora, assim é que de longe, abandonado, relegado ao descaso sou juntamente com a calça deixado pelo caminho, sendo obrigado a apreciar estas coisas quase sempre a distância. Como coadjuvante, expectador na maioria das vezes. Razão que tanto me indigna e faz evocar o meu direito de fala.
Ora, ultimamente tenho feito artes... um pouco de traquinada faz bem, pode trazer complicações... mas não há idade que resista ao prazer, à emoção de uma boa aventura...
Na condição de bolso, além de ver e observar tudo quanto tenho dito, também cumpro meu papel de receber e acomodar as mais diversas coisas... carteiras, dinheiro, papel, bilhetes, contas, em fim uma infinitude de coisas... mas ultimamente tenho recepcionado um dispositivo engraçado que as pessoas andam usando. Elas o chamam de Celular. È um aparelhinho usado para se comunicar com outras pessoas que estão distantes. É um geringonça tão eficiente e encantante que até eu tenho me rendido aos seus benefícios e encanto... já usei algumas vezes... olha é mágico o efeito que ele produz...
A principio era tudo irrelevante, eu o recebia, o recebia, o recebia, sem lhe prestar atenção... mas sabe como é, há sempre um tempo mais oportuno para cada coisa... assim , chegou o dia que acabei sendo seduzido por tal dispositivo e passei a reparar mais nesse tal de celular.
Sou bolso traseiro de calça jeans como disse, mas calça jeans de um poeta... bem não sei como são os outros, mas o poeta, ah, o poeta é um ser encantante, encantante mas muito estranho... difícil de definir. O caso é que esse meu poeta tem lá suas musas e usa muito seu celular para receber as inspirações das musas... estranho, né, eu sei! Homero ficaria louco, se soubesse a que ponto chegamos... musas que inspiram por mídias... bugigangas tecnológicas que a modernidade trouxe. Mas seria muita perfídia refutar todas essas coisas por puro capricho e descabido zelo pela tradição homérica. Até mesmo por que se por um lado tudo isso rechaça a tradição, não o faz para extingui-la, mas para a remontar sob novo arranjo, dando convivência entre o tradicional e o moderno... que papinho mais chato não...
Pois bem, esse meu poeta, é um ser extremamente contraditório, todos somos, mas ele parece ser mais... talvez daí tenha eu sido vitima de alguma influencia... ele relaciona –se com várias musas, deuses e semideuses, habitantes da luz e das trevas... é uma intersecção de mundos e submundos, talvez seja isso que lhe faz tão contraditório, ele alimenta e é alimentado por fontes múltiplas... e se se é o que se come!
Ele encontrou por acaso, penso eu, pois não faz muitas luas que ele encontrou, uma nova musa... ela é uma musa muito interessante. Ela já o encontrou algumas poucas vezes, mas a conexão entre eles é algo surpreendente, impressionante. O contato entre eles gera uma aura que é inominável, indescritível, pura inspiração, “luxuria que o fogo lambe”, diria outro poeta.
De tanto ouvir e apreciar tudo, como sempre na minha condição de distante observador, acabei me envolvendo, me sentido parte daquilo tudo... em fim bem ou mal, não sei, julgue me quem puder... resolvi entrar na brincadeira, entrei na dança...
Um belo dia após oras de conexão entre musa e poeta, a inspiração se deu tão intensa e profusamente que o celular foi dispensado... o poeta confiou a mim... foi aí que fiz minha traquinada. Comecei a mexer em todos aqueles botõezinhos, no afã de ver no que dava. Descobrir que tipo de feito aquilo propiciaria... mexi, mexi, mexi... quanto em fim estava exausto e confuso, já não tinha mais paciência para aquele geringonça estranha. Então começou a soar um barulho estranho, entrecortado por pausas de total silêncio... assustei me quando o primeiro som ecoou, triiiiimmmmmmm... quase caí de susto, quase despenquei dos glúteos deixando a calça sem mim. Mas felizmente minhas costuras são de boa qualidade e assim eu resisti aquele apavorante som, logo na sequência imediata um silêncio se vez... e novamente o som voltou a impor-se triiiiimmmmmmm...( silêncio), triiiiimmmmmmm...repetidas vezes isso se deu. Minha curiosidade aguçou-se e ao fim de repetidas alternações de som e silêncio... veio o contanto com a musa.
Indescritível, não há palavras, nem cores, gestos imagens, nada, absolutamente nada, que se possa prestar eficientemente para expressar aquele momento, aquele contato, aquela musa mágica, cativante, apaixonante que de outro mundo dizia com voz doce e pueril, jovem e deliciosa ao meu ouvido coisas que não pude entender, seus gemidos, suas frases eram inefáveis, sua respiração, o compasso de toda a peça... uma magia envolvente cativante... entendi brevemente na minha insignificância bolsal o que o poeta vive e sente contactando essa musa. São percepções que não se pode exprimir...
Do outro lado a musa dizia algo assim “Alô, Alô, alô, Kiko di Faria, fala comigo, podes me ouvir...? Puhn, puhn, puhn...” sinceramente não entendi nada. Eu não falo essa língua. Como exprimir o inexprimível, como explicar o inefável? Não sou eu, pobre bolso que o poderá fazer... mas o fato é que foi tão diferente, me transformou de tão prazeroso e inusitado, tornei me outro ser... repeti algumas vezes a travessura e assim desabrochou em mim a capacidade e o desejo de falar tudo isso. A vontade incontida de dizer estas coisas, vencer o anonimato, sair da coadjuvância e render tributos ao protagonismo, ainda que breve, em poucas linhas... seduzido e inspirado pela musa deixo aqui minhas confidências de bolso.
Acho que cá não há lei que as proíbam, se tem eu as desconheço, assim como desconheço, ignoro quem poderia se ofender com tal feito meu, senão o poeta, que ao tomar conhecimento, acho que revelado pela musa, nada fez. Não arranco-me, não costurou-me, nada, absolutamente nada, nenhuma sanção... então não deve ser crime.
Lei cá não há! Ley lá, Ley lá... não sei se há. A musa não creio que fará, se Faria Ley lá, só o tempo se me nos revelará, mas seja quem for tal musa, como for... ela sendo seja lá o que for, é esse ser que seduz encanta e envolve até o bolso do poeta... bolso que ainda que vazio... é eternamente cheio de histórias pra contar.
A pior coisa do mundo e amar e não ser correspondido ,não aguento você longe de mim , acho que essa historia chegou ao fim ,Só queria sua atenção toda pra mim ,mais acho que não e bem assim, Não sei onde errei te dei tanto amor e você nem pra recordar ,a noite vou pro quarto me mato de chora pensando no seu sorriso e no seu olhar , eu só queria voltar no tempo e não te que te conhecer pois por tudo que passei já não quero mais sofrer,Me lembro dos nossos beijos e de tudo que me dizia seu jeito que me conquisto ,as vezes só queria amanhecer no seu olhar dizendo que te amo e o tanto que quero te agradar , mais já chegou a o fim o que não tinha que começar .
Pra que perder tempo falando da vida dos outros, se há tanta coisa que precisa ser arrumada na nossa?
Uma Coisa é Você Ter Amigos...
Outra Coisa é Você Ser Amigo...
Conheço Gente que Tem Muitos Amigos.
E não é Amigo de ninguém.
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