Ser Capaz de ser Feliz
Ser evangélico não apaga pecados nem torna ninguém santo. Há uma grande diferença entre carregar um título religioso e ser verdadeiramente cristão. Deus não procura rótulos, mas corações transformados, arrependimento sincero e uma vida que reflita os ensinamentos de Cristo. Andrew Kust
Ser bom tem medida: generoso o suficiente para fazer o que deve ser feito, firme o suficiente para não virar alvo de quem quer se aproveitar.
A realidade, em sua forma crua, tende a ser bela, mas também assustadora. Talvez seja por isso que a mente humana constrói tantos filtros.
Por ironia da vida, às vezes é preciso permitir-se ser o vilão da história. Não por realmente sê-lo, mas para preservar a integridade mental. Curioso, não?
O silêncio é uma arma poderosa. Aprenda a dominá-lo para não ser refém dos seus próprios impulsos nem das armadilhas alheias.
Em um mundo de valores invertidos, a liberdade precisa ser conquistada. Não à toa, muitos escolhem voluntariamente uma prisão confortável, desde que o risco fique por conta dos outros.
Ser cristão não é ostentar um nome, mas carregar uma cruz. Não é proclamar com os lábios o que a vida se recusa a confirmar. O verdadeiro discípulo é reconhecido não pelo que diz crer, mas por quanto de Cristo transparece em seus passos, pois quem segue a Cristo de fato, O imita em tudo.
A vida é um livro, e nem todo capítulo se lê em voz alta. Os mais importantes costumam ser os que vivemos em silêncio, páginas que ninguém vê, mas sem as quais a história perde o sentido.
A teoria da Seletividade em Cascata pode ser sintetizada como uma reflexão sobre a acumulação de filtros institucionais que, mesmo quando parecem independentes e individualmente justificáveis, podem produzir exclusão informacional, descredibilização e invisibilidade social.
O POETA E A SANTA NATUREZA
Ser poeta é nobreza,
É dom de raro valor,
Seja matuto da roça,
Seja doutor ou escritor,
Pois a poesia floresce
No peito de quem tem amor.
O matuto sem leitura
Traz no peito inspiração,
Faz da vida poesia,
Tira versos do sertão,
Pois a voz da natureza
Também fala ao coração.
O doutor das belas letras
Pode versos compor,
Mas diploma não dá alma,
Nem fabrica o trovador.
A poesia nasce livre,
Como nasce livre a flor.
Foi a Mãe Natureza
Quem deu ao verso o fulgor,
Fez da palavra uma fonte,
Fez do silêncio um clamor.
E deu ao poeta a chama
De transformar dor em flor.
Não importa o pergaminho,
Nem o grau de formação,
Vale o dom que vem da alma,
Vale a pura emoção.
Ser poeta é ter no peito
A mais nobre distinção.
Um a um, eu tive que deixá-los, e eles foram.
Como puderam ser tão bons nisso?
Eu me senti quase imperceptível muitas vezes, quantas dualidades.
Haviam castelos caindo em ruínas quase sempre
Castelos em ruínas, são o preço, em troca de continuar sendo livre
Nada pode mudar o instinto de alguém em ser bom, ruim, sensato ou deliberado. Podemos buscar melhorarmos a nós mesmos e assim, mudamos a criança e o jovem imaturo e com defeitos que fomos no antes..
Não precisamos ser iguais a ninguém para sermos especiais.A verdadeira beleza nasce quando reconhecemos nosso valor, respeitamos as diferenças e permitimos que nossa presença torne a vida de alguém um pouco mais bonita.
ESPERANCIALIDADE: foi o termo que criei para, na filosofia de Heidegger, ser considerado um novo existencial ontológico (modos que os humanos são, atemporais e em qualquer cultura).
É o que nos abre as condições de possibilidades na Esperança (ôntica, concreta), de existirmos ao menos com uma mínima vontade de nos cuidarmos; pois somos-esperança - , caso contrário se está internado num manicômio ou recluso, gravemente doente).
30/10/2025.
Ser do Bem é sobre seguir as Leis de Deus e Respeitar os humanos. É sobre Amar, ser calmo e agir com bondade.
"Uma Constituição verdadeiramente democrática deve ser suficientemente aberta para permitir a alternância dos projetos políticos e suficientemente firme para impedir que qualquer deles suprima as condições que tornam possível essa alternância."
“Todo professor carrega um poder silencioso: transformar o que alguém acredita ser em tudo aquilo que ainda pode se tornar.”
Feliz Dia dos Professores!!!
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
Eu sou o milagre que precisa ser salvo! Se eu não consigo salvar a mim mesmo, que instrumento de ajuda eu serei para alguém?!
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