Sentir a Natureza

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⁠O Paradoxo do Circunflexo


O paradoxo do circunflexo reside na sua natureza de montanha e de teto. É a seta que aponta para o zênite — um gesto de elevação, de ápice, um convite ao etéreo. Mas, ao mesmo tempo, é a curva que sela, que fixa o som ao chão da ênfase, impedindo-o de flutuar livremente no ar da possibilidade.
Ele é o acento da gravidade na leveza da vogal. O "a" torna-se "â", uma planície elevada, um platô onde a sílaba repousa com dignidade. É o peso específico da palavra, o local onde o tempo se concentra para que o som não passe despercebido, forçando o leitor à pausa, ao respeito pela sílaba coroada.
Na sua forma, ele mimetiza o telhado de um templo ou a aba de um chapéu: um abrigo. A vogal acentuada não é mais uma nota passageira; ela é uma câmara onde o som ressoa com maior profundidade, isolado do murmúrio geral. É o lugar de onde a palavra retira a sua autoridade, o ponto de não retorno que transforma o simples metro no solene mêtro.
Filosoficamente, o circunflexo é a marca da alma humana que busca o sublime (a ponta ascendente), mas que está eternamente vinculada ao concreto, à carne e à finitude (a base que se fecha sobre a vogal). Ele representa o êxtase que se lembra da existência, a memória do voo confinada ao corpo.
É o nosso próprio desejo de transcendência: queremos alcançar o pico, mas para isso, precisamos de um sólido ponto de apoio. O circunflexo, esse pequeno triângulo sobre a vogal, é o lembrete de que a força de uma ascensão reside sempre na profundidade da sua raiz.

LEI DA NATUREZA


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


No princípio, o Deus da vida
Fez o mundo em perfeição;
Deu ao homem a missão
De guardar a criação.
À mulher deu companhia,
Amor, graça e comunhão.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


As Escrituras ensinam
Cada qual na sua função;
Autoridade não é força,
Nem domínio ou opressão.
É servir com humildade,
Com justiça e compaixão.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


O marido ama a esposa
Como Cristo amou a Igreja;
Protegendo com ternura,
Sem orgulho que a despreza.
Quem governa pelo amor
Nunca perde a natureza.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Toda esposa tem seus sonhos,
Seus projetos e querer;
Merecendo ser ouvida
Em qualquer amanhecer.
Pois quem ama escuta antes
De falar ou decidir.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


A palavra é liberdade,
Não é carta de poder;
Cada escolha traz consigo
Consequência no viver.
Quando o casal anda unido,
Deus faz tudo florescer.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


O marido é responsável
Pela paz do seu lugar;
Se disser um "sim" consciente,
Ou um "não" para guardar,
Que o faça com sabedoria,
Sem jamais desrespeitar.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Nem tirania do homem,
Nem orgulho da mulher;
Quando Cristo é o alicerce,
Cada um cumpre o dever.
Há respeito e harmonia
No caminho do viver.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Assim segue a Lei Divina,
Fonte viva do Senhor:
Autoridade é serviço,
Sacrifício feito em amor.
Onde Deus governa o lar,
Reina a paz do Criador.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.

⁠A natureza nos dá um ensinamento essencial: que aprendamos a viver sozinhos, sem depender da ajuda ou companhia de alguém para nos sentirmos bem.

💚🌳
Oh, amoreira!
És uma bênção da natureza,
generosa em frutos,
acolhedora em folhas,
silenciosa em tua grandeza.


Folhas que declamam versos
de saúde em chás
e de limpeza energética em banhos,
trazendo consigo
a sabedoria dos antigos
e os mistérios do sagrado.


Frutos que adoçam a digestão do viver,
em compotas apetitosas,
e colorem os recheios e coberturas
das tortas que perfumam
as memórias da infância.


Oh, amoreira!
Em tuas folhas, a poesia,
em teus frutos, a doçura,
em teus galhos, a generosidade
de quem oferece sem pedir.


És natureza que alimenta,
árvore que acolhe,
presença que floresce
no quintal dos meus encantamentos.


E eu, diante de ti,
colho mais do que frutos,
colho versos, sabores,
memórias e a gratidão silenciosa
de pertencer à vida.
✍@MiriamDaCosta


🌳Árvore, folhas, frutos
e versos no quintal poético
do meu olhar.

Ser jovem é ser intrépido por natureza e revolucionário por imperativo moral. Todavia, sem discernimento, a revolução é apenas tumulto; sem oratória, é apenas silêncio.

Quem deseja comandar sem conhecer a natureza humana cedo se tornará servo dela.

O corpo é apenas um empréstimo da natureza; a alma sou eu.

Se não fosse natural, não existiria na natureza.

Se você gosta de atividades simples, como ler, passear, ouvir música ou estar na natureza, essas paixões podem ser transformadas em profissões satisfatórias.


Por exemplo, ao gostar de andar pela cidade, pode se tornar guia urbano. Se adora conversar, poderia ser consultor de relacionamentos. Para quem ama música, pode se tornar instrutor de música ou organizador de eventos musicais. Quem gosta da natureza pode ser fotógrafo de natureza ou explorador de trilhas. Se o computador é sua ferramenta, pode ser criador de conteúdo digital ou assistente virtual.


Trabalho não precisa ser aquilo que está escrito em sites de emprego. Você pode criar seu próprio caminho, alinhando o que você ama fazer com a sua sobrevivência. Mesmo que ganhe pouco, esse pouco será mais valioso, pois estará fazendo o que realmente gosta. E no final, é isso que vai dar sentido e satisfação ao seu dia a dia.

Meu corpo é um empréstimo temporário da natureza; a alma sou eu.

A natureza nos traz referências:


Nascer é como acordar;
Morrer é como dormir;
Sonhar é como viver.

A sombra é uma referência da natureza para te lembrar que você é a sua melhor e mais leal companhia.

A natureza não te engana; quem engana é a mente humana.

Dos animais o jabuti é um bem poeta
ele não tem pressa em sua natureza
e isso lo completa; o poeta chegara na palavra certa, a natureza das letras sem pressa sem pressa
já o poema já o jabuti
o poeta e a meta...
e o leitor é quem completa

Gotinhas de Amor: onde a magia acontece .


“Onde a infância toca a natureza,
nasce uma gotinha de amor.”

Halloween e as Bruxas


Nós, bruxas, celebramos as estações do ano, os ciclos da natureza e as fases da Lua.


Entre todas as celebrações, existe uma noite especialmente aguardada: o Halloween, também conhecido como Samhain, celebrado em 31 de outubro.


É um momento simbólico de transformação, encerramento de ciclos e passagem. Uma época em que, segundo a tradição, a fronteira entre o mundo físico e o espiritual se torna mais tênue.


Por isso, honramos os espíritos de luz que, em nossa crença, trabalham em parceria conosco aqui na Terra.


Durante o ritual, formamos um círculo, símbolo da roda de energia. Nele, concentramos toda a energia gerada antes de direcioná-la, com foco, intenção e propósito.


Nossos pedidos podem ser destinados àqueles que precisam de cura e recuperação, àqueles que buscam direção para alcançar seus objetivos ou simplesmente àqueles que necessitam de força para seguir adiante.


Enfim, são intenções para impulsionar a vida.


Ao final, a lista de pedidos é entregue ao fogo e queimada dentro do caldeirão, símbolo do grande útero da Mãe Terra e da força do feminino. O fogo transforma aquilo que foi escrito, levando consigo nossas intenções para que possam iniciar um novo ciclo.


Durante muito tempo, as bruxas receberam uma aparência assustadora. Foram retratadas como criaturas feias e ameaçadoras, alimentando o medo e o preconceito. Criou-se uma imagem tão distante da realidade que, até hoje, muitos enxergam a palavra “bruxa” antes de enxergar a pessoa.


A lista de absurdos criados sobre elas é enorme.


Mas, por trás de tantos estereótipos, existem pessoas que buscam compreender e estabelecer uma comunicação com o mundo espiritual.


Nos dias atuais, muitas dessas práticas podem ser encontradas em diferentes caminhos espirituais. Há pessoas que trabalham como médiuns dentro de centros espíritas e são reconhecidas por sua capacidade de estabelecer contato com o mundo espiritual.


O que diferencia a bruxa do médium, dentro da visão apresentada aqui, é principalmente o ritual: a maneira de estabelecer essa conexão, direcionar a intenção e transformar simbolicamente aquilo que desejamos deixar para trás.


É um jeito de recomeçar sem medo.


Talvez a sociedade ainda não esteja preparada para tudo aquilo que foge do que conhece. O novo pode assustar, principalmente quando não procuramos compreendê-lo.


E, muitas vezes, parece mais fácil julgar do que buscar, estudar e conhecer.


Mas a magia começa justamente quando deixamos de temer o desconhecido e nos permitimos olhar para ele com curiosidade, respeito e consciência.

Proteger a natureza é proteger a nossa própria existência. Afinal, não herdamos a Terra apenas para utilizá-la. Temos a responsabilidade de cuidar dela para que também possa continuar sendo lar das próximasgerações.

O girassol é a poesia da natureza,
que se abre para a luz e espalha encanto.
Em suas pétalas, carrega a beleza da esperançae, em seu amarelo, a alegria que aquece a alma.
Onde floresce, deixa um rastro de luz,
lembrando que sempre vale a pena buscar o sol.

A natureza está de luto. A esverdeada pureza despiu-se de cinza em memória da beleza que um dia foi tua maior riqueza.

⁠A natureza é a nossa maior proteção. Proteger a natureza é proteger a nós mesmos.