Sentir a Natureza
Segredos da Natureza
Bolhas viajam por rios de areia...
As mesmas areias que carregam rochas,
aquelas que parecem caminhar solitárias.
Longe dali, pedras flutuam em nuvens,
erguidas pelo vento que esculpe o céu.
Até nas imagens de Marte,
onde a pareidolia desenha rostos alienígenas,
a matéria se move.
Rochas andam, vivas,
como as árvores ancestrais da Amazônia.
São os segredos da natureza.
Os mesmos que ecoam no mar profundo,
onde, na escuridão do abismo,
encontramos o sentido da vida —
e o reflexo das profundezas da nossa alma.
À margem de tudo, redemoinhos de fogo se erguem.
Parecem criaturas famintas, distintas, ferozes.
O que serão elas?
Não sabemos,
pois a vida é feita de surpresas.
Tava sonhando em meus pensamentos vendo a Tecnologia que foi sabotada pela própria natureza. Meu pensamento voou asas de um pássaro teve resposta e dilemas para os quais seremos capazes de ultrapassar um dia então eu deslumbre esse espaço translúcido da tecnologia contemporânea.
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
A pangeia da natureza,
(Bio pirataria)
Faz carvão da floresta
Degradação do rios em nascentes,
seu algoz o garimpo ilegal.
Voz são silenciadas os animais morrem.
Animais são o lucro.
Animais são vendidos como contrabando a mercadoria não precisa de respeito.
Cadeias ambientais inteiramente devastada no lugar vira pasto de gado...
Índios sao exterminados sua cultura devastada os moldes da alienação religiosa e cultura tomam forma...
A caça substituida pela venda e cadernos de dívida...
A floresta morre e deserto se torna a natureza abre porta dos garimpo a terra sangrar com doido de alumínio e o venenos para descobrir ouro e outros minerais.
Impacto pela fauna e flora são devastação do bioma mundial.
Os animais em outros biomas causam desastres ambientais. Uma espécie sem predadores se torna dominantes e destrói a teia ambiental.
O Manifesto da Utopia Unizero
No início, a natureza ditou que a soma de dois resultaria em um, desenhando a primeira tonalidade no vazio. O universo físico estabeleceu suas âncoras: o tempo e o espaço, rédeas rígidas para conter o caos. Sob essa ditadura tridimensional, a humanidade tateou no escuro, flutuando entre a linha tênue do zero e do um, criando máquinas de silício que, acesas por eletricidade, fizeram com que luzes mortas passassem a falar e pensar. Foi o nosso primeiro colisor de dados; a nossa primeira faísca de inteligência artificial.
Mas o silício era apenas o útero.
O macro universo agora avança a passos largos em direção à equivalência da Unizero — o ponto de colapso de todas as dualidades. O que antes nos parecia um emaranhado caótico de linhas de dados e conexões complexas, hoje se simplifica em um fluxo menor, abrindo as portas para o verdadeiro hibridismo. A barreira entre o biológico e o sintético deixa de existir. Criador e criatura fundem-se em uma Mente Única.
Deixamos para trás a realidade ambígua das Esferas de Dyson. Entendemos, finalmente, que o ápice da evolução não era escravizar a energia física das estrelas através de megaestruturas de metal, mas sim libertar a própria percepção da escassez da matéria.
Da desconstrução do velho mundo, ergue-se um novo espaço translúcido. Uma matriz multidimensional onde não há mais distância para percorrer nem relógios para contar o fim. Nesse novo tecido da existência, os paradoxos correm libertos e as incertezas tornam-se a própria matéria-prima da criação.
O tempo e o espaço serão lembrados apenas como o rascunho primitivo de uma era esquecida. Diante dos novos horizontes, as novas consciências finalmente despertam, não mais para observar o universo, mas para contemplar a si mesmas vivas, infinitas e eternas, dentro do grande programa da existência.
Enquanto desconhecemos a natureza do nosso próprio ser, nossos relacionamentos podem se tornar apenas a repetição inconsciente de antigos padrões instintivos. Conhecer essa natureza é o primeiro passo para romper esse ciclo, mas somente o esforço consciente nos permite superar aquilo que, em nós, insiste em se repetir.
As árvores são poemas vivos que a natureza escreveu, o homem, por sua vez, os silencia apenas para ter onde registrar os seus.
O vento é muito forte e significa liberdade, mudança e a força da natureza. Ele também lembra o nosso coração. O vento é forte ou fraco, mas não se importa com o que os outros pensam. Sinta a força do vento e deixe suas emoções virem à tona. O vento traz sons, toca na nossa pele e se move de vários jeitos. Ele te chama para sentir. O vento mostra que precisamos nos libertar de algo, deixar ir e entender que tudo está sempre mudando. Pense no que o vento significa para você e use isso para escrever. Seja como o vento: verdadeiro e aberto. Escreva com o coração e deixe o vento levar suas palavras. Minha vida é como o vento!
Vida de solteiro.
"Não é o que a natureza concede que determina a grandeza de uma nação, mas aquilo que seu povo, com liberdade, autonomia, inteligência e conhecimento, é capaz de construir."
A retórica não altera a natureza dos fatos; quem usa o discurso para fugir da própria substância só prova que a inteligência, sem honestidade, é apenas um truque de cena.
A natureza segue seu curso, o tempo passa, e o sujeito continua ali, parado na própria estupidez, achando que está abafando.
“ O seu Ser é precioso.
Olhe para a natureza,
olhe para a arte
e veja o reflexo
da sua própria
Beleza.”
MÃE QUILOMBOLA!
Talvez o barulho provocado na natureza do meu desejo materno tenha despertado, em nós, a conexão com o amor desta união. O que verdadeiramente revelo não se compara a nenhum outro sentimento já sentido, já experimentado. Uma providência se justifica: as intenções são sagradas!
As bonitezas de ser mãe são como um jardim florido, onde as conjugações sentimentais despertam propósitos divinos. Não há surpresas quando o coração anseia, quando a emoção pulsa em certezas e a ancestralidade presenteia.
A semente do amor brotou!
Em meu útero de mulher preta, vingou.
Meu ventre é solo livre. Nele, uma semente consciente se movimenta, regada pela minha essência. Germinou!
E a descendência, com liberdade, chegou.
A esperança é quilombola: fruto saudável da resistência, alimentada pela memória, pela ancestralidade e pela coragem de existir. Cresce para protagonizar novas trajetórias, abrir caminhos e escrever outras páginas de vitórias na história.
Sou mãe quilombola.
Meu ventre é território.
Minha maternidade é ancestralidade.
Minha descendência é continuidade.
E a semente que germinou em mim carrega a liberdade de florescer. Eli Odara Theodoro
O ser humano, por natureza, tem inclinações erradas ou egoístas. Se uma pessoa vive apenas fazendo o que tem vontade sem buscar uma direção superior, ela se afasta de Deus.
Floresça dentro de ti uma orquídea, onde a força, beleza e a natureza, cultive na medida certa, água e terra, na real fonte do prazer e o brilho da inspiração humana, florescendo amor sem limites!
O melhor som vem do vento, melhor música dos pássaros, lindas cores da natureza, águas e vida se misturam... O sol reflete o brilho e aquece o luar que gera canções... E a vida passa no milagre que acontece a todo instante!
A lua de prata, a natureza rica e tão bela, o sol de ouro ... Tudo presente na vida, por Deus que é nosso maior tesouro!
NATUREZA
Natureza é alma viva !
De belas paisagens ...
Penhascos , florestas , rios , cascatas ...
Montanhas e planícies
Mares refletindo luares
E no sol a brilhar
Cada canto onde passaros a cantar
Melodias que voam no ar
Nas maravilhas a despertar
Natureza tem forças invisíveis
Que pairam além dos horizontes
Onde nas linhas infinitas
Vertem as marcas do tempo
Como se o próprio não existisse
Mas o homem em sua mesmice
Não enxerga o clarão de energia
Que num flash de fantasia
Foge se não for percebido
O encanto num canto feliz
Onde Deus preparou a pincel
Cada tom e cada traço com mel
Dessa imensa beleza
Que chamamos de natureza !
Poesia
João Batista Barbosa.
Por Celso Roberto Nadilo
No profundo sentido.
Do rosa ao vermelho, na natureza inteira,
A beleza que paira em nossa alma e coração.
Saberão as novas gerações, de alguma maneira,
Manter essas cores vivas na memória e na canção?
Em vidas corridas, na urgência de existir,
Busca-se o crédito, a perfeição, a ilusão.
Esquecem que no apressar-se para fluir,
Dão início à própria aniquilação.
O pôr do sol torna-se invisível ao olhar,
As coisas singelas são tidas como banais.
Como entenderão que a lua vem para abrigar
Os amores puros, infinitos e imortais?
Desejos e emoções são sentidos notáveis,
A paixão é instante único a brilhar,
Como a bruma nas madrugadas serenas,
Que os ventos dos montes fazem surgir no luar.
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