đđł Oh, amoreira! Ăs uma bĂȘnção... Miriam Da Costa
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Oh, amoreira!
Ăs uma bĂȘnção da natureza,
generosa em frutos,
acolhedora em folhas,
silenciosa em tua grandeza.
Folhas que declamam versos
de saĂșde em chĂĄs
e de limpeza energética em banhos,
trazendo consigo
a sabedoria dos antigos
e os mistérios do sagrado.
Frutos que adoçam a digestão do viver,
em compotas apetitosas,
e colorem os recheios e coberturas
das tortas que perfumam
as memĂłrias da infĂąncia.
Oh, amoreira!
Em tuas folhas, a poesia,
em teus frutos, a doçura,
em teus galhos, a generosidade
de quem oferece sem pedir.
Ăs natureza que alimenta,
ĂĄrvore que acolhe,
presença que floresce
no quintal dos meus encantamentos.
E eu, diante de ti,
colho mais do que frutos,
colho versos, sabores,
memĂłrias e a gratidĂŁo silenciosa
de pertencer Ă vida.
â@MiriamDaCosta
đłĂrvore, folhas, frutos
e versos no quintal poético
do meu olhar.
