Sentindo Ódio
Já senti tanta raiva e ódio
E para quê me serviram?
Já senti tanta falta e repulsa
E para quê me serviram?
Já senti tanto medo e remorso
E para quê me serviram?
Já senti tanto nojo e carência
E para quê me serviram?
Para nada
Nada
Nada!
Osho dizia que o único sentimento puro, cristalino e intocado em nós é o ódio. Porque ninguém nos ensina o que ele é, nem como lidar com ele. Não existem formas de ódio. Não existem classificações para ele. Ódio maternal, fraternal, ou por amigos. Existe apenas o ódio. E Osho exemplifica isso muito bem quando conclui que, se alguém diz que nos ama, precisa provar. Já se diz que odeia, não é necessário. Somos preparados e ensinados a aceitar o ódio, não o amor.
Cada um oferece o sentimento que tens... Uns amores outros ódio...
Em um caminho de espinho vazio sem nada importante nasce uma florzinha, na qual ofereça a beleza e esperança para quem passa ao local...
Por tanto não se exime, mas compreenda as suas dificuldades para que tu faças honrado pelo que és e não pelo que tens;
O mundo vai mal; três sentimentos dominam: ódio, intolerância e indiferença! Amor, empatia e solidariedade estão em fase terminal!
Mulher: só se sabe que conseguiu o amor desta se em algum momento ela sentir ódio de ti e este feito você a realizou em seu ser, porque elas têm como necessidade vital amar e odiar, pois é pertencente ao ímpeto das fêmeas.
Sentir raiva diante de injustiças é humano, mas não deixar essa raiva virar ódio é um exercício de sabedoria e discernimento espiritual.
Peça proteção e perdão é uma forma de libertar o próprio coração, não um favor para o outro.
E sim uma libertação para você.
𖤓𓇢𓆸𓏲𓇬𑁍𑁍
FORÇA 💪 FOCO𖤓 E FÉ ☘︎𖹭☯︎
Eu já precisei muitas vezes esconder quem sou. Eu já senti medo, senti raiva, senti ódio, senti rancor, mas nada me fez deixar de sentir amor.
Eu já chorei, já me entristeci por coisas que não aconteceram de verdade. Mentiras, interpretações distantes do que era de fato.
Eu, às vezes, sou inteira, mas hoje, hoje, só hoje, estou me sentindo metade da comida do prato.
Nildinha Freitas
Quando vem o desânimo, eu vejo a esperança...
quando sinto ódio, escolho o amor...
posso chorar de tristeza,
mas sei chorar ou sorrir de alegria...
perdi pessoas que eu amava...
pai e mãe não tenho mais também...
as vezes me sinto triste e sózinho,
mas sou livre e posso escolher meu caminho...
e assim vou vivendo...
ganhando ou perdendo,
feliz ou sofrendo...
chorando ou sorrindo.
sonhando
é assim que vou vivendo...
um dia de cada vez.
Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações alicerçadas pelo Discurso de Ódio.
A provocação parece dura, talvez até incômoda, mas necessária, sobretudo em tempos nos quais o nome de Deus tem sido pronunciado por lábios que, simultaneamente, disseminam a intolerância, legitimam a exclusão e transformam o próximo em inimigo.
Afinal, de que Deus estamos falando quando a oração, em vez de amolecer o nosso coração, endurece os julgamentos?
Que espiritualidade é essa que dobra os joelhos diante do altar, mas se recusa a estender as mãos àqueles que considera indignos de amor?
A oração, em sua essência mais profunda, não deveria ser um instrumento de confirmação dos nossos preconceitos, mas um exercício de confronto com aquilo que há de mais sombrio em nós.
Orar não é simplesmente falar com Deus; é também permitir que Ele questione nossas certezas, desmonte nossas arrogâncias e nos retire do conforto moral de acreditar que estamos sempre do lado certo.
Quem ora verdadeiramente não busca apenas a aprovação divina para as próprias convicções; dispõe-se, sobretudo, a ser transformado por uma verdade que ultrapassa seus interesses, suas paixões ideológicas e suas conveniências pessoais.
O problema começa quando a religião deixa de ser caminho de conversão e se torna escudo para a hostilidade.
Nesse momento, o nome de Deus passa a funcionar como uma espécie de autorização celestial para o desprezo humano.
O ódio ganha aparência de zelo doutrinário, a intolerância veste as roupas da fidelidade bíblica, e a crueldade aprende a citar versículos para justificar aquilo que o amor jamais legitimaria.
Assim, o Discurso de Ódio não apenas contradiz a mensagem cristã: ele a sequestra, instrumentalizando a fé para fins que frequentemente negam o próprio fundamento do Evangelho.
Jesus, nos relatos cristãos, não poupou críticas à religiosidade que valorizava as aparências enquanto negligenciava a Justiça, a Misericórdia e a Fidelidade.
Sua parábola do fariseu e do publicano, em Lucas 18, é particularmente reveladora: enquanto um homem transforma sua oração em celebração da própria superioridade moral, o outro reconhece humildemente sua necessidade de misericórdia.
A narrativa nos coloca diante de uma pergunta desconcertante: será que nossas orações nos aproximam de Deus ou apenas nos convencem de que somos melhores do que os outros?
Há uma diferença fundamental entre professar o nome de Cristo e assumir a responsabilidade ética de seguir seus passos.
O primeiro gesto pode ser realizado com palavras; o segundo exige uma transformação que alcança a maneira como pensamos, julgamos, falamos e tratamos as pessoas.
Em Mateus 5:44, Jesus ordena o amor aos inimigos e a oração por aqueles que nos perseguem.
Não se trata de uma exigência sentimental, tampouco de uma ingenuidade diante do mal.
Trata-se de uma ruptura radical com a lógica da desumanização, aquela que nos convence de que certas pessoas deixaram de merecer dignidade porque pensam diferente, pertencem a outro grupo ou não se encaixam em nossas convicções.
Isso não significa que a fé cristã deva silenciar diante da injustiça, abandonar a crítica ou confundir amor com permissividade.
O amor pode denunciar, confrontar, estabelecer limites e exigir responsabilização.
A diferença está em não transformar a denúncia em humilhação, a divergência em perseguição e a defesa da verdade em licença para destruir a dignidade alheia.
A verdade que se proclama em nome de Cristo não pode ser separada da responsabilidade pelo modo como é proclamada.
Também é necessário reconhecer que não nos cabe declarar, com absoluta certeza, o que Deus faz ou deixa de fazer no íntimo de cada pessoa.
A experiência religiosa pertence a uma dimensão profunda da consciência humana, e a presunção de conhecer integralmente o juízo divino pode se tornar outra forma de arrogância espiritual.
Entretanto, podemos e devemos examinar os frutos de nossas práticas religiosas.
Se uma oração alimenta sistematicamente o desprezo, se uma pregação estimula a perseguição, se uma comunidade encontra prazer na humilhação de quem considera adversário, há razões teológicas e éticas suficientes para questionar a autenticidade do testemunho que ela oferece.
A advertência de 1 João 4:20 é incontornável: não faz sentido afirmar amor a Deus enquanto se odeia o irmão.
Essa passagem não nos permite reduzir a espiritualidade a discursos piedosos, porque desloca a questão da religião para a relação concreta com o outro.
O próximo deixa de ser uma abstração conveniente e passa a ser o lugar onde nossa fé é desafiada a demonstrar sua coerência.
Talvez o maior perigo da religiosidade alicerçada pelo ódio seja justamente sua capacidade de produzir uma consciência tranquila.
Quem acredita possuir a aprovação divina pode deixar de interrogar a própria consciência.
Já não percebe a violência de suas palavras, pois as considera defesa da fé; não reconhece a injustiça de suas atitudes, pois as interpreta como combate ao mal; não enxerga a própria soberba, pois a confunde com firmeza doutrinária.
Nesse cenário, Deus deixa de ser aquele diante de quem nos arrependemos e passa a ser imaginado como um aliado incondicional de nossas hostilidades.
Mas o Deus anunciado por Jesus não pode ser reduzido a uma projeção ampliada de nossas preferências e ressentimentos.
O Evangelho nos apresenta um Cristo que se aproxima dos marginalizados, acolhe pessoas desprezadas, confronta a hipocrisia religiosa e denuncia estruturas que sacrificam a dignidade humana em nome de uma suposta pureza.
Seguir esse Cristo exige muito mais do que defender publicamente a religião: exige disposição para reconhecer quando a própria religiosidade se tornou cúmplice daquilo que deveria combater.
Por isso, antes de perguntar se sentimos a presença de Deus durante nossas orações, talvez devêssemos perguntar o que acontece conosco depois delas.
Tornamo-nos mais misericordiosos ou mais implacáveis?
Mais comprometidos com a justiça ou mais apaixonados pela punição?
Mais capazes de reconhecer a humanidade de quem discorda de nós ou mais habilidosos em encontrar justificativas para desprezá-lo?
A intensidade de uma experiência religiosa não constitui, por si só, prova de sua verdade.
Emoções profundas, lágrimas, arrebatamentos e convicções fervorosas podem acompanhar tanto experiências sinceras de fé quanto processos de autoengano.
O discernimento espiritual, portanto, não pode depender apenas daquilo que sentimos, mas também daquilo que cultivamos e produzimos.
Na tradição cristã, os frutos importam: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, conforme Gálatas 5:22-23.
A provocação inicial, portanto, precisa alcançar também aqueles que a pronunciam.
Seria confortável utilizá-la apenas para denunciar a hipocrisia dos outros.
Mas a crítica ao discurso de ódio perde sua força moral quando se transforma em desprezo por quem o reproduz.
Combater a desumanização exige não reproduzir a mesma lógica que denunciamos.
Isso não nos obriga a tolerar discursos violentos ou a relativizar suas consequências; obriga-nos, antes, a enfrentá-los com lucidez, firmeza e responsabilidade.
No fim, a questão não é simplesmente saber quem tem o direito de afirmar que sente Deus.
A questão é discernir que imagem de Deus estamos revelando quando falamos em seu nome.
Se nossa oração não nos torna mais atentos à dor humana, se nossa fé não nos conduz à responsabilidade ética, se nossa devoção convive tranquilamente com a humilhação do próximo.
Talvez seja hora de interromper o discurso religioso e iniciar a mais difícil das orações: aquela em que pedimos a Deus que nos livre não apenas dos pecados que reconhecemos nos outros, mas também daqueles que aprendemos a chamar de virtude em nós mesmos.
Porque, se a oração é encontro com o sagrado, ela não pode servir de esconderijo para o ódio.
E, se o Evangelho é verdadeiramente a boa notícia do Reino de Deus, não pode ser transformado em instrumento de legitimação daquilo que destrói a dignidade humana.
Talvez o maior sinal da ausência de conversão não seja a incapacidade de sentir Deus durante uma oração, mas a tranquilidade de continuar odiando depois de pronunciá-la.
Como um sentimento tão bom e tão puro como o amor pode se tornar em ódio?Seria mesmo capaz os dois andarem lado a lado?
Amor x Ódio.
Sentimentos tão diferentes e tão ligados.
Na verdade, o melhor sentimento do mundo é o ódio. Com um simples grito ou um "vai se lascar" você tira 7 caminhões de peso da cabeça, alívio já.
Esse ódio,
esse sentimento de vingança
não vai trazer
o passado de volta.
Os campos verdejantes
esperam por todos nós,
perda de tempo é não amar.
Eu senti o ódio crescer em mim...
Ajoelhado e limpando as pedras de folhas...
Eu estava acima de onde voce não podia ver...
Por dentro do casco, eu espero e sangro...
Tchau!
Eu limpo isso no chão, a luz é mais brilhante agora
Tudo é uma blasfemia 3d
Meus olhos são vermelhos e dourados, o cabelo é reto e arrepiado
Isto não está do jeito que eu planejei pra mim
Eu não controlo minha agitação
como é que eu cheguei aqui?
Alguma coisa sobre isso, está muito errada...
Eu tenho que rir em voz alta, eu desejo não gostar disso
Isso é um sonho ou uma lembrança?
Saia da minha cabeça porque eu não preciso disso
Por quê eu não consigo ver isso?
Eu sou uma vítima - candidato manchuriano
Eu só tive que pecar para
Manter minha mente em você e jogando seu fôlego para fora
Tchau!
Você não aprendeu nada
Eu não mudei nada
A carne estava no meu esqueleto
A dor sempre era grátis
E isso espera por você!
O Pior sentimento que se pode ter na vida ,não é o amor não correspondido,o ódio,o desprezo. O pior é não ter nenhum sentimento
