Sentado a Beira do Caminho

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Somos sempre levados para o caminho que desejamos percorrer.

A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei.

Fernando Birri
GALEANO, Eduardo. As palavras andantes. Porto Alegre: L&PM, 1994.

O desespero é o caminho mais longo para se chegar à vitória.

Tortuoso é o caminho do homem carregado de culpa, mas reto, o proceder do honesto.

Segui o vosso caminho e não deis conselhos a quem não vo-lo pede.

Quando atingimos o objetivo, convencemo-nos de que seguimos o bom caminho.

O orgulho é o caminho do erro.

Se tens fé, acharás que o caminho da virtude e da felicidade é muito curto.

O corpo é um caminho:
ponte, e neste efêmero abraço
busco transpor o abismo.

Este caminho!
sem ninguém nele,
escuridão de outono.

Os primeiros passos são inúteis quando não se percorre o caminho até o fim.

Não poderá a velhice chegar tão depressa que não tenhamos de fazer meio caminho para ir ao seu encontro? De resto, o que é que nos faz velhos? Não é a idade, são as doenças.

Diz a tua palavra e segue o teu caminho, e deixa que a roam até ao osso.

Toda a paixão tem o seu caminho de calvário.

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois

Paulo Roberto do Carmo
Estação de força - Poesia. Ed. Movimento/IEL (Instituto Estadual do Livro): Porto Alegre. 1987 (Coleção Poesiasul, v.61).

Nota: A autoria do poema tem vindo a ser erroneamente atribuída a Mario Quintana.

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Aconteça o que acontecer amanhã, ou para o resto da minha vida, agora estou feliz porque te amo.

Há dor que mata a pessoa
Sem dó nem piedade.
Porém, não há dor que doa
Como a dor de uma saudade.

E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar

Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome
Olho para a fome, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará.

Nada como um amor não correspondido para tirar todo o sabor do sanduíche de manteiga de amendoim.