Senta
As pessoas tem sido cada vez mais superficiais. Ninguém senta mais pra conversar, ninguém dar amor e se deixa ser amado, ninguém faz um elogio só se ouvem críticas. Tá todo mundo saturado, vivendo uma vida meia boca só porque não tem a ousadia de viver o que realmente quer
Lamentar sem agir não faz progredir! Ou senta e chora ou levanta, sacode a poeira e tenta de novo! A vida é sobre ter atitude de se reinventar nos momentos em que as coisas não dão certo! Faça por você e depressa!
"Minhas Reflexões" *
Existem aqueles dias que cada um de nós se senta em um cantinho, um tristonho modo de desenhar a vida, que fica a passar por nós com desencantos... *
e apresenta
Muitos ingressam em competições e se esquecem que seres humanos possuem corações e sentimentos...
*
A vida pra ser agradável é necessário doação, quem anda do teu lado não é invisível, ele existe assim como você vive, e o TEMPO não vai esperar que tu aprenda a amar!... ***
(Francisca Lucas)
Espera
Senta, ora, chora
Espera que chega
Loira, morena ou negra
Pode ser ruiva também
Suspira, respira, se inspira
Que um dia vem
Olha pro céu escuro
Da noite de outubro
Ainda não está...
... Acabando o mundo.
Ow Felicidade,senta aqui do meu lado ,vamos prosear,e que o tempo passe b e m d e v a g a r.............
Nem todo aquele que senta na mesa tem comunhão. Jesus estava na mesa com seus discípulos mais o traidor estava sentado ali também, as vezes o traidor está do seu lado & você não está vendo.'
Ou bem você vive sua vida tentando ser feliz,
ou bem você senta e espera a felicidade bater em sua porta.
E então você senta e olha o céu pela janela, alguns livros abertos à sua frente, rascunhos e um resumo completam a paisagem. Nota um sutil sorriso moldar seu rosto e em seus pensamentos uma certeza: Não foram os desafios que ficaram mais fáceis, mas sim você que ficou mais forte!
Senta, observa os pássaros
Percebe que eles cantam
Percebe que é musica pura.
Mostrando a beleza da vida
No bico e no bater de asas
De uma pequena criatura.
O SABIO NAO SE SENTA PARA LAMENTAR-SE,MAS SE PÕE ALEGREMENTE EM SUA TAREFA DE CONSERTAR O DANO FEITO...
Turbilhão
Escuta o final de uma conversa ao telefone, quando se senta ao lado de uma mulher no ônibus:
- Mas olha, Valmir, eu vou ter que desligar. Meu bônus tá acabando e eu ainda tenho que falar com…
Mas deixa a conversa alheia para lá. Mergulha nos sentimentos daquela música que ainda cantarolava desde que saiu de casa. Era de Caetano (sempre), I’ts a long way. Pegou dois ônibus para chegar ao seu destino e, na metade do caminho do segundo, um da linha 500 e alguma coisa, repetia, já cansada:
- “We’re not that strong, my lord, you know we ain’t that strong. I hear my voice among others…”
Mergulha não só nos sentimentos que essa música lhe causa, mas cai de cabeça na sua vida. Dói. Ela sempre dói. Sempre falta alguma coisa, sempre tem algo de errado. Ela, menina. Ela, mulher. Ela tão confusa. Incompreensível até para ela mesma. Dói. Sua cabeça bagunçada. Entorpecida, nada disso lhe vem à tona. Mas assim, pegando dois ônibus de uma vez só e triste com as coisas que não tem controle sobre, pensa em tudo. Sempre se entristece. Sempre acha que tem algo errado. O que seria? O que será? O que é?! As perguntas sempre lhe angustiaram. Mil imagens passam pelos seus olhos abertos que fingem observar as coisas que passam borrando pela janela. Mas não dá tempo de entender nada, ela pede parada, tem que levantar logo porque o ônibus tá lotadíssimo de gente, tá apertado. Desce, anda pela rua de pedras pretas e brancas, observando o anel no dedo do seu pé. Pensa que é melhor deixar para lá… são só coisas da sua cabeça, invenções que ela nunca compreende mesmo. Tem tempo para essas loucuras mínimas - ou máximas -, não. Vai embora, esquece a perturbação momentânea que teve. Já não sabe mais direito o que é sossego. Mas pensa que pode amar, ainda. Quem sabe esteja chegando a hora de novo. Pensa que daqui a dois ou três dias estará meditando e tomando banho de cachoeira. Pronto! Contenta-se com as coisas que lembra, assim, do nada. Mesmo quando são as memórias saudosas da sua breve vida. Conversa com as outras pessoas e brinca, sorri, dança. Passou. Pelo menos por enquanto.
"E aí que você chega em casa, depois de um dia cansativo, esquenta aquele café, senta-se à mesa, come duas torradas e já começa a se perguntar:
"-Será que ele também tá pensando em mim? Ou melhor, será que em algum segundo do sua confusa e agitada rotina ele pensa em mim?"
Pois é. Quando um relacionamento acaba (ou quando acabam o relacionamento), tentamos, de todas as formas, justificar o fim. Pra isso, pensamos em mil e uma possibilidades e até nos iludimos achando que ele terminou com você porque estava sofrendo ameaças extraterrestres, mas NUNCA, nunca mesmo, admitimos que, se ele acabou, é porque não quis mais. Porque não gosta mais. Porque o beijo não enlouquece mais e o abraço não esquenta como antes. Porque o coração não acelera e nem a barriga sente frio. Muitas vezes, um relacionamento chega ao fim, porque o sentimento também chegou. Se você nunca pisou na bola e ele também não, desculpa aí se isso soa meio pesado, mas ele não te ama mais. É simples — e duro. E a resposta pra todas aquelas perguntas que ficam ecoando dia e noite na sua cabeça é "não". Ele não pensa em você. Oras, de que adianta ficar alimentando esses leões presos dentro da gente? Iludir a si mesmo não conforta, só traz mais decepção."
Ana: Mô, sabe aquele menininho que senta atrás de mim, que fica jogando bolinha de gude no recreio?
Mônique: Sim, o que ele te fez? Pegou sua boneca?
Ana: Não, ele me deu uma cartinha me parabenizando e dizendo que sente muita vergonha ao me ver. Será que sou muito feia e ele sente vergonha por mim?
Mônique: Minha mãe me disse que os meninos quando sentem vergonha, ou é porque fizeram algo muito feio ou porque estão apaixonados.
Ana: Ele não fez nada de errado né?
Mônique: Não… acho que ele está apaixonado por você.
Ana: E o que eu faço quando se apaixonam por mim?
Mônique: Vi minha mãe falando pra minha irmã mais velha, que temos que tomar cuidado quando isso acontece, porque os meninos roubam e destrói o nosso coração, como fazem com as nossas bonecas.
O jumento senta no feijão
enquanto morde a cadeira.
Não é o animal,
é óbvio, é natural.
É sobre uma bestial norma-padrão
que balança a bandeira.
Hoje, escolho com calma quem senta à minha mesa
quem compartilha do meu riso, do meu silêncio, da minha leveza.
Aprendi, entre quedas e cicatrizes,
que me valorizar é o primeiro dos amores,
e que nem todo afeto merece flores.
Se um dia me feriram, foi no instante em que baixei a guarda,
acreditei, confiei e por um descuido, deixei a alma aberta, desarmada.
Mas não mais.
Quem me feriu, partiu com a última chance nas mãos.
Perdão, talvez.
Convivência, jamais.
Minha presença é templo,
minha paz, sagrada.
E ao meu redor, só permanece
quem sabe enxergar meu valor com alma delicada.
Amor, me traz um mate
E senta bem aqui do meu ladinho,
Poe mais lenha na fogueira
Pra esquentar o nosso ranchinho,
Enquanto a chaleira não chia,
Eu fico provando os teus beijinhos.
