Sempre Respondo com um Sorriso
Carrego nos pés o frevo que de vez em quando samba. Na minha terra tem carnaval que quase sempre é prévia. Sou das ladeiras que musicaliza beleza. Aqui é festa até domingueira.
Você sempre irá achar alguém pra julgar suas decisões, mas dificilmente encontrará alguém pra saber o porque delas, então não se culpe por tudo, viva e deixe Deus trazer suas respostas.....(Cecília Sfalsin)
Gosto de finais porque eles sempre trazem recomeços . Estou em uma fase nova da minha vida, recomeçando um caminho novo que liga coração, sentimento e razão. Estou amando de uma forma especial e cuidadosa, estou me privando de certos conceitos, e me libertando pra outros, estou tentando reviver o que as dores dos finais deixaram, e confesso estou brilhando por dentro. Sempre digo que quem morre de amor são poetas em suas poesias, mas na verdade os fins sempre nos dizem que o que se foi é porque não era pra ser , mas o que ficou , é o que nos faz renascer, é o que nos faz enxergar valores e isto sim é que faz o amor florescer dentro da gente. Eu só digo a você que esta deixando de sorrir, de viver, porque alguém não valorizou seus sentimentos, porque alguém te colocou em uma listinha de muitas(os) , e te iludiu dizendo que você era unica(a) , que alguém te fez de tapete e depois passou por cima , ei, há tanta vida aqui fora, há tanta beleza em você sendo admirada que o sofrimento não te deixa perceber. Quem te ama te encontra , eu ja disse e vou sempre repetir, não vale a pena se perder por alguém que nunca quis te achar... Vai por mim....e tu vai se dar bem .....
________Cecília Sfalsin__________
Tem sempre uma anfíbia, que têm uma mulher invisível, ninguém nunca viu, más de acordo ela existe....
Quando uma decepção traz dor, as lágrimas nem sempre servem para se afogar, mas para expulsar o amargo do sofrimento, ajudando na renovação da alma e curando o coração.
"Se eu envelhecer amanhã, quero a casa sempre fresca, muitas rosas espalhadas pelos cômodos, que me faça lembrar do tempo em que eu podia correr pelos campos floridos.
... quero um acorde de Jobim ecoando em dias sem festa, apenas para eu apreciar a arte de estar viva
... quero um quarto cheio de livros, onde eu possa sonhar personagens que eu sempre quis viver, mas nem sabia ser possível.
... quero uma janela bem grande e aberta, onde eu possa pousar meu olhar e admirar as belezas que o Mestre criou.
... quero um cachorro companheiro, que sinta minhas dores e deite sua cabecinha carente em meus pés, apenas para se aconchegar.
... quero rever álbuns de fotografias carregados de momentos. Quero usar o dedo indicador, não para apontar defeitos, mas para ressaltar sorrisos nas fotos.
... quero juntar os desafetos, as mágoas e birras, colocá-las em um saco plástico e despachar para o lixo.
E…
Se houver amanhã, que eu saiba que ele é a oportunidade de recomeço, uma chance que o destino me deu para ser mais e melhor que o dia anterior. Sempre acreditando, sempre amando, sempre contribuindo. Mesmo que os pés estejam cansados, mesmo que a pele não seja mais tão viçosa e o corpo não tão atraente. Que eu siga na certeza da construção, tijolo após tijolo, dia após dia.
E que, tendo amanhã ou não, eu pense no agora e faça o que eu puder para que ele seja sempre inesquecível."
Aryane Silva
"Às vezes, quase sempre" é a lei do mais forte, à justiça dos humanos não há mais fé, e na fé nenhum divino prático.
Que eu entenda sempre a diferença entre vontades, desejos e prioridades. Que a vida continue me presenteando com o que for realmente prioridades, e por merecimento.
Quando você se sentir sozinho, não esqueça de sempre terá alguém contigo nos teus pensamentos, nas tuas lembranças.
Quando você se sentir sozinho, não esqueça de sempre terá alguém contigo nos teus pensamentos ou nas suas lembranças.
O Pai sempre espera ansioso pelo filho pródigo,mas não tem prazer em vê-lo desejando as bolotas dos porcos!
☾.•°*”˜˜”*°•.✫
A fonte da noticia verídica nem sempre é aquela que todos
compartilham, algumas é preciso ler nas entrelinhas pra
entender que a dinâmica do todo é o controle da massa...
Liberte-se enquanto há tempo.
✫ . ¸ ¸ . • ´ ¯ ` » Paulo Ursaia
Desde sempre fui muito atrapalhada. Sabe, era uma criança que toda hora caia no chão, raspava o joelho na parede áspera, batia a testa na porta, cortava a perna na quina da escada, enfim, vivia sempre machucada.
Tudo bem, criança é assim mesmo, precisa de toda essa adrenalina pra crescer. Só que além de ser travessa, eu era (ainda sou) teimosa. Ah, quantas vezes minha mãe falou: “menina não cutuca essa ferida, vai ficar marcado”, “para de arrancar as casquinhas”.
O problema era que eu não escutava a minha mãe e, confesso, adorava puxar a proteção que o meu organismo produzia para tapar a ferida. Eu ficava admirada e vivia me perguntando, como aquilo era possível.
O tempo foi passando (eu ainda continuei caindo), só que eu já não cutucava mais as casquinhas. Aquilo que a minha mãe dizia começou a fazer sentindo. Passei a ter vergonha das minhas pernas, pois estavam todas manchadas.
Uma vez fui para a escola de bermuda. As outras crianças começaram a zombar de mim. Lembro-me de escutar “Ah que pernas finas e perebentas”. Depois disso não usei mais vestidos, bermudas e condenei as saias. Só deixava as pernas respirarem dentro de casa.
Por conta deste aprisionamento poupei meus cambitos das tardes de sol. O resultado são duas pernas brancas.
Comecei a perceber que com o tempo, as cicatrizes que eu carregava nos braços foram desaparecendo por conta do sol, mesmo assim, não libertei os membros inferiores do corpo humano. Eu ainda tinha vergonha e continuava a preferir as calças.
Dias atrás eu refleti. Essas marcas são lembranças do que eu vivi, não são motivos para eu me envergonhar. Muitas delas vieram a partir das buscas de aventuras no quintal, outras foram produtos de coisas ruins, mas que eu superei e cicatrizaram. Enquanto eu não deixá-las “livres”, elas continuarão ali. Não que eu queira esquecer, mas tenho que começar a me alforriar deste trauma.
Sábado passado usei uma bermuda pela “primeira vez” depois de muito tempo, na frente de pessoas que não eram meus familiares. E sabe qual foi à sensação? De ter saído de uma masmorra, onde eu mesma me acorrentava.
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