Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
Vista seu melhor sorriso,
junte e fé e a confiança.
Cante, dance, perca o siso,
cultive sempre a esperança!
Esteja sempre aberto a criticas. Avalie... se forem infundadas, descarte-as, se tiverem fundamento, olhe para si mesmo e tente corrigi-las. Quando você nao sofre criticas, nao significa que não existam falhas, mas sim, que desistiram de você...
A vida é uma constante jornada, e quase sempre que paramos para refletir nesse caminho, somos levados a corrigir toda rota já percorrida.
Sintonia e frequência
Conexão
não mente.
Quando acontece,
é para sempre.
Pode haver
desencontros.
Mas um dia
lá na frente,
o universo
os une novamente.
Conexão não mente.
Quando duas almas
se pertencem, nem o
tempo compreende.
Não tem pra onde fugir.
É química que corre
de encontro
uma da outra.
É faíscas
de um cometa,
a espera daquele olhar,
para apenas um pedido!
Ei cometa meu amigo,
me traga aqueles olhos,
e que esteja
com o mesmo brilho??
Conexão não mente
Quando acontece,
nos ganha para sempre.
Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados ao 20/06/2019 às 17:30 horas
(Manter créditos ao autor original Andrea Domingues)
O excesso da aplicação do senso crítico no que pensamos ser a “verdade” nem sempre é de fato a verdade. Este instrumento, quando usado sem uma devida flexibilização, pode fazer de nós um dos piores ignorantes. A ignorância não é apenas pelo não saber , mas ,também, quando vivemos na ignorância por sermos irredutíveis a novas formas de pensamentos pelo que julgamos coerente. A inteligência, em muita das vezes, sobrepõe mais ao ouvir do que quando ousamos falar.
Sempre no final de tarde
Nos pagos do meu rincão
É momento de descanso
E hora do chimarrão
Peões e Prendas se juntam
Fazem festa no galpão
E o inverno é esquecido
Pelo fogo da paixão!
Estatísticas e probabilidades sempre serão uma grande besteira, enquanto não houver a sabedoria sobre todas as variáveis reveladas e ocultas... Todas é muita coisa, por saber....
Minha insegurança me tranca
Ela me guarda e faz eu não ver o mundo afora
Fico sempre aguardando minha coragem
E sempre aparecem barreiras que fazer minha coragem sumir
Ó insegurança, por quê trazes tanta dificuldade?
Por quê fazes tanta maldade?
São perguntas que fazia enquanto chorava e me contorcia por não conseguir fazer minhas coisas por conta da insegurança.
Desde tempos imemoriais, o progresso
sempre foi combatido por mentes que
se recusavam a aceitá-lo...
E mesmo assim, o mundo continuou...
Osculos e amplexos,
Marcial
Texto publicado em 07/12/2013, mas vale a pena relembrar...
UMA ESTORIA DOS TEMPOS MODERNOS
Marcial Salaverry
Desde tempos imemoriais, a cada experimento novo, a cada nova invenção, sempre se erguia um certo clamor popular contra “essas novidades que só vão nos causar dor de cabeça”. Vamos analisar o que se teria passado muitos e muitos nos atrás com um certo Antonio, filho de Luiz e Silvia.
Imaginem que quando garoto espantou-se ao ver o som saindo de dentro de uma caixinha. Havia vozes lá. Como poderiam as pessoas caber lá dentro? Veio a saber que o som vinha por certas ondas que haviam no espaço. Feliz da vida foi levar a novidade a seus pais, que o proibiram de sequer chegar perto “dessa coisa do demo”, ele bem que tentou explicar a seus pais que não era nada disso, que era o progresso, e que com o rádio (assim se chamava a “coisa”), poderiam ouvir notícias de povos distantes.
Mas não teve jeito, seus pais não entenderam e não quiseram aceitar semelhante absurdo. Só poderia ser coisa do demo, fechar as pessoas naquela caixinha, imagine se os pegassem também?
Antonio ficou revoltado com a ignorância de seus pais, que não aceitaram o progresso, e se recusaram a sequer tentar entender o que era aquilo.
Passou-se o tempo, as coisas evoluíram.
Antonio cresceu, casou-se, teve filhos. Um deles, recebeu o nome de Gabriel, e uma bela tarde, Gabriel, fascinado, viu na casa de um seu amigo uma caixa grande com pessoas lá dentro, falando, dançando, cantando. Ficou curioso, quis saber o que era aquilo. Explicaram que era a Televisão. Que as pessoas estavam longe, sendo filmadas com câmeras especiais, e que as imagens chegavam até lá. E era possível ver coisas que se passavam longe. Poderiam ver os artistas, de quem só conheciam as vozes.
Feliz da vida correu para casa, para levar a novidade para Antonio. Este, por sempre ter sido bitolado, esqueceu-se do que ocorrera com seus pais e o rádio, e ficou horrorizado com a novidade... Onde já se viu, colocarem as pessoas naquela caixa? E se pegassem a gente? Em vão Gabriel tentou explicar a evolução da transmissão de som e imagens. Seus pais simplesmente fecharam os olhos e os ouvidos aos seus argumentos e nunca poderiam admitir a entrada daquela “máquina do Demo” em seu lar... E assim, a história se repetiu...
Gabriel cresceu, sempre bitolado por aquelas idéias que lhe foram impostas por seus pais, casou, teve filhos. Um deles recebeu o nome de Antonio, em homenagem a seu pai. Bem, Antonio foi estudar na casa de um colega, e foi apresentado ao computador...
E está ainda tentando convencer Gabriel de que o computador não é nenhuma máquina do demo e que realmente é possível comunicar-se em poucos segundos com países longínquos, e tudo aquilo que nós sabemos, mas que Gabriel, que viveu fechado em seu mundinho particular, sempre bitolado pelas idéias que lhe foram incutidas por seus pais, nunca se abriu para o progresso, pois nunca estudou para acompanhar a evolução que vinha acontecendo.
É isso o que acontece com as pessoas que se fecham em suas idéias, e que não acompanham o que vai ocorrendo no mundo. As descobertas e a evolução da tecnologia e da ciência caminham a passos rápidos. E todo aquele que não estudar, que não acompanhar a evolução das coisas, ficará como essa nossa hipotética família, perdida em suas idéias retrógradas, recusando-se a aceitar o progresso e os benefícios que ele nos traz.
Pensem nisso. É necessário sempre estar atento a tudo o que se passa no mundo. A cada instante novas descobertas são feitas. E o que hoje é uma tremenda novidade, amanhã será sucata. Como sucateadas serão as pessoas que não acompanharem essa evolução, deixando-se ficar na mesmice, por preguiça, por ignorância, ou por ambos os motivos.
Vamos então encarar a vida e o mundo como eles são, esquecendo preconceitos velhos ou novos, pois são esses preconceitos que podem nos levar a fechar os olhos para o mundo, sem conseguir acompanhar o progresso, e o que de novo surgir por aí.
E que melhor maneira para isso, do que tendo UM LINDO DIA? E certamente aceitando que um tal de smartphone permite que se veja com quem se fala, ainda que estejam em paises distantes...e não é coisa do "demo"...
Sempre fui fascinado pelos inícios, dentro deles cabem todas as apresentações, colisões estrelares e palpites almáticos. O recomeço da semana é uma oportunidade genuína de inaugurar algo bom. É como um abraço de Deus sussurrando baixinho: Vai, seguimos juntos! Feliz caminho.
Nem sempre o que a gente mais ama é o que a gente acaba fazendo pelo resto de nossa existência, com carreira, ganha-pão e dia a dia. Às vezes a gente precisa destruir os planos. Às vezes a gente precisa fazer planos. Mas é uma linha tênue, saca? Entre não fazer o que a gente ama porque tem medo de dar errado e não fazer o que a gente ama porque o que a gente ama é só um hobby.
– Os homens vivem disputando – disse o abade. – Mas as mulheres sempre os tornam piores. Veja Troia! Todos aqueles homens mortos por causa de um rosto bonito! – Ele olhou sério para o jovem monge inglês. – As mulheres trouxeram o pecado para este mundo, irmão, e nunca deixaram de fazer isso. Agradeça por ser monge e ter feito voto de celibato.
– Graças a Deus – disse o irmão Michael, sem muita convicção.
Use a ponta, garoto. Use sempre a ponta. Mata mais rápido. (...) Se você está usando o gume da espada significa que está em campo aberto. A parede de escudos foi rompida, e se a parede de escudos que foi rompida é a sua, então você é um homem morto, não importa que seja bom com a espada. Mas se a parede de escudos se mantém firme isso significa que você está de pé ombro a ombro e não tem espaço para girar a espada, só para estocar.
O declínio da linguagem e a degradação do imaginário estão sempre de mãos dadas com a corrupção da sociedade e com a decadência da civilidade.
Sobre o futuro ...
Sempre me vi como Dona do Meu Destino.
Sempre achei que poderia controlar minha vida ... Até você chegar...
Pedir meu remos no mar e estou à deriva.
Estou sendo levada pelas correntes do destino e não tenho forças para tentar mudar o rumo.
Estou com muito medo ... Não sei para onde estou indo.
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