Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
Amigo verdadeiro é como JESUS CRISTO,a gente nunca esquece...mas ter amigos é melhor que ter inimigos...faça amigos e até mesmo os inimigos...
MEU COMPANHEIRO
Meu amigo escrevedeiro
O mais remoto e derradeiro
Tenho-te não por dinheiro
Levo-te ao longe e distante
Quando turista ou viajante
Nunca me deixaste na mão
Acima de tudo és um irmão
Nunca te vou esquecer
Pois os meus segredos em ti não se apagam
Vem o tempo, vem o vento, nada estragam
És o meu enriquecer
Levar-te comigo é sempre um prazer
Nunca me incomodo de modo algum
Viva comigo no deitar e no amanhecer.
Cuidado com o inimigo que sorri e te elogia. Prefira o amigo que se cala e te olha com olhos de censura e cuidado.
Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa.
Amigo de verdade é aquele que abre o coração e confia, confidencia tudo de bom ou ruim, aquele que protege, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado.
Desculpa , por tudo Não espere que o amigo seja perfeito. Espere que seja amigo. Sabes Muito Bem , que estás lá sempre pára ajudar . Mas simplesmente ás vezes tenho que ignorar certas atitudes que que tens. Isso não ajuda a tua atitude e nãoo esforça para seres um rapaz sincero. Soory :) Só tenho a dizer o que acho ...
Não Copies ... Faz pela tua cabeça .
Hoje em dia não devemos considerar algumas pessoas como amigo, no momento que você mais precisa, deixa a pessoa falando sozinho.
Amigo não se escolhe
Em pouco tempo, já estava íntimo da solidão. Divertia-me contemplando a beleza despercebida da cidade, ouvindo as frases soltas declaradas com tanta efusão ou deixando minhas lágrimas correrem sem timidez no cinema. Para espairecer, brincava de decifrar a personalidade dos passantes pela disposição dos traços retos em seus rostos. Não sabia se acertava algo sobre eles, mas gostava da sensação de desvendar tudo o que era possível no novo ambiente.
Mas, de vez em quando, algum detalhe ativava uma lembrança. Alguém magro e com uma barba esquisita, por exemplo, era idêntico a um grande amigo de infância, outro com óculos de aro grosso e andar apressado me lembrava um amigo designer, já aquele com cara de John Lennon se parecia mais com um amigo professor do que com o próprio Beatle. Uma expressão ouvida por acaso, uma peça de roupa familiar, um corte de cabelo diferente, gestos, trejeitos, vozes, meros detalhes percebidos em desconhecidos e que possuíam sempre alguma característica em comum com gente que agora estava longe. E por mais entretido que eu estivesse com tantas novidades, esse pessoal estava me fazendo uma falta tremenda.
Então, passar despercebido tinha perdido a graça. As amizades recentes ainda eram superficiais demais e eu tinha pressa para me sentir em casa. Logo, decidi escrever para quem eu queria como amigo.
Selecionei pessoas com as quais gostava de conversar, quem eu considerava interessante e que eu desejaria encontrar mais vezes — ou alguma vez, no caso das conhecidas apenas pela internet — e fiz um e-mail para cada uma. Escrevi sobre o quanto suas companhias me agradavam, sobre locais que com certeza iriam gostar e procurei saber da disposição para ir a algum desses lugares e jogar conversa fora. Sabia do possível ridículo, mas tentei transpor em palavras a mesma sinceridade que eu esperaria de alguém que gosto. Porém, a única resposta que recebi ficou na promessa.
Desisti de insistir e voltei ao estado inicial. Não tinha sido a primeira das minhas frustrações e nem seria a última. Felizmente, já havia aprendido a lidar melhor com isso.
Até que, saindo de um mercado, vi um rosto familiar. Essa sensação não era novidade, porém, dessa vez era alguém conhecido de fato! Fiquei abismado não só pela raridade que era encontrar alguém conhecido na rua, como também pela simpatia com a qual fui tratado. Um “vamos marcar” concretizado depois me garantiu a amizade de um dos casais mais incríveis do Rio, além de minhas primeiras aulas de culinária.
E oportunidades como essa continuaram a surgir com os tipos mais diferentes de pessoas. Como uma mesa de poker na casa de um webdesigner incapaz de seguir regras e fonte inesgotável de frases geniais, aulas de desenho (que nunca levei adiante) com o ilustrador mais talentoso e mais gente boa que existe, partidas de basquete com um DJ-triatleta-programador incrivelmente inteligente e com quem tenho uma dívida eterna pelas inúmeras vezes que já me ajudou no Rio, sem contar os bares com o grupo de “imigrantes” com quem tenho uma afinidade óbvia e os papos eternos sobre assuntos tão interessantes quanto inúteis na hora do almoço com os colegas do trabalho.
O tempo passou, e as adversidades da mudança também. Se em outro momento forcei a barra escolhendo meus amigos, agora vejo que não era bem uma questão de escolha. Posso não saber a razão, se é que existe alguma, mas o fato é que nunca imaginei que parar de insistir iria me garantir justamente o que eu tanto queria.
Cuidado!! ter amigo é bom mas na hora da raiva ele pode tornar seu pior inimigo, pois é ele pode revelar que você é.
AO SAUDOSO AMIGO RAIMUNDO DO GALETO:
O ano era 1964, na comunidade denominada Sitio Velho município de Esperança-PB, nascia Raimundo Fernandes dos Santos, sexto filho de uma família de dez, dos inesquecíveis, Paulo de Duda e sua esposa dona Luzia, aquele menino ainda franzino logo se destacara dos demais, como sendo um exímio comerciante, ao coordenar as vendas de leite da família, quase sempre entregues de bicicleta, incentivadas por seus pais, que percebendo o dom do garoto para lidar com aquela atividade, logo tratou de deixar a vida bucólica do campo, para fixar residência na sede do município, onde a principio, o inseriu na escola com o intuito de lhe oferecer uma melhor educação e, dotar- lhe de conhecimento que mais tarde viria lhe auxiliar na condução dos negócios da família.
Contudo, o menino já na pré- adolescência, não externava muita familiarização com as letras, seu forte, claro, rapidamente se evidenciou na habilidade patente com a manipulação comercial, ainda muito jovem, abortou as relações de negócios com seu genitor, pois almejava alçar voos com suas próprias asas, o qual havia lhe inserido na lida do mercado financeiro, pessoa agraciada com o carisma que tinha como peculiaridade, inicia uma saudável amizade com o senhor Romeu Eloy, gerente do banco do Brasil agencia local, responsável por sua ascensão comercial, com a cooperação oferecida pelo amigo mais recente à época, que na qualidade de gerente oferecera-lhe acesso a bons empréstimos, o que lhe proporcionou a criação do Aviário Bruna numa alusão a sua única filha à época, uma das maiores revendedoras de aves vivas da região, Raimundo, data vênia aos seus familiares, poderia eu chama-lo de um inveterado boêmio, porém, sempre externou ser um pai carinhoso e presente. Aviário Bruna crescia em escala estonteante era década de 1980, e o jovem empreendedor expandia seus negócios para outros estados como – Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Nesse mesmo ano, preconizava uma nova amizade com o ilustre Teixeirinha, que vinha de uma celebre campanha eleitoral, na qual foi o deputado estadual mais votado da historia do município em termos proporcionais, daquela amizade, iniciava-se seu interesse pela vida pública, em seguida, apresentou e financiou a campanha de seu irmão Ronaldo do Galeto ao cargo de vereador, infelizmente, sem lograr êxito, mesmo assim, o simpático comerciante, não perdia seu apreço pelos movimentos políticos partidários, herdada de seus pais as boas amizades com políticos de renome no estado e sua inserção na vida politica, tinha sua casa visitada por varias autoridades publicas tais como – Gilbran Asfora, Robson Dutra, Ronaldo Cunha Lima, e o próprio ex vice governador, o saudoso Raimunda Asfora, que alimentava grande simpatia por nosso protagonista.
Todavia, a vida nos reserva não só boas como ruins surpresas, e o nosso dileto amigo Raimundo, não fugiu à regra, depois da bonança, o grande guerreiro amargava momentos de aflição, não só de cunho financeiro, como no plano emocional ao perder seu pai acometido de um CA, ainda relativamente moço , diante de toda essa provação, decide migrar para o estado de Rondônia onde permaneceu por uma década e também construiu um grande patrimônio. Ora! Não sei se por ironia do destino, ou acometido de saudade do seu torrão, retorna ao nosso convívio e de maneira abrupta, deixa esse plano terreno, e muita, muita, saudade a seus familiares e amigos.
Porém, deixa também um legado de boas amizades, simplicidade e humanidade, quando da adoção de um de seus três filhos que ficaram para dar seguimento a sua trajetória prematuramente interrompida. Quiçá, lá onde esteja, tenha convicção de nossa admiração.
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