Sempre
Entre o chão e o céu,
Entre o ontem e o amanhã,
Que mesmo nas pequenas quedas,
Há sempre um motivo para rir,
E para tocar o infinito nos olhos do outro.
Nunca te iludi, sempre te amei
Nunca te iludi
— meu silêncio nunca foi vazio.
Carregava teu nome com cuidado,
como quem guarda água em mãos abertas, sabendo que amar também é não prometer o que não se pode cumprir.
Sempre te amei nos detalhes pequenos:
no jeito que o dia ficava mais leve quando você chegava,
na paciência que aprendi sem perceber, no respeito de te querer livre, mesmo quando te queria perto.
Não te confundi
com passagem nem distração.
Te escolhi sem alarde,
com o coração firme e os pés no chão, porque amor de verdade não precisa enganar pra ficar.
Se um dia duvidar,
olha pra trás com calma:
meu afeto nunca mudou de forma,
nunca vestiu máscaras —
nunca te iludi, sempre te amei.
Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.
onde as palavras
nem sempre precisam nascer,
porque o olhar fala,
a mão encaixa,
e o coração entende
antes da voz.
Quem realmente quer não foca nas dificuldades ou nas circunstâncias, pois obstáculos sempre existirão. Com força de vontade, sabedoria e fé — em si mesmo e em Deus — somos capazes de alcançar nossos objetivos.
Cristo é suficiente. Sempre foi. Sempre será.
E quem prova da Sua graça descobre que não precisa mais correr atrás do que o mundo oferece, porque encontrou o que realmente importa: a presença de Deus.
Quando a alma encontra Cristo, ela entende:
não é sobre ter tudo,
é sobre ter Aquele que é tudo.
O normal passa despercebido… mas o diferente é atacado. Quem carrega propósito sempre desperta guerra em quem vive sem visão.
Se Deus não te mandou falar, não fale.
Se Ele mandou esperar, espere.
Obediência sempre precede o milagre.
miriamleal
O homem que é realmente de Deus nunca aceita ser colocado como ídolo. Ele sempre aponta para Cristo, nunca para si mesmo.
miriamleal
A publicação de um livro é sempre um marco, mas quando nasce de uma experiência concreta de fé, ela se torna também um instrumento de missão.
É com essa consciência que apresento AMAR COMO JESUS AMOU, uma obra profundamente inspirada pela vivência na Renovação Carismática Católica e pelo chamado a testemunhar o amor de Cristo no mundo atual.
Este livro surge em um contexto muito específico: o nosso tempo. Um tempo em que as redes sociais moldam comportamentos, em que a política influencia diretamente os valores da sociedade e em que o verdadeiro sentido do amor muitas vezes é distorcido ou reduzido.
Diante disso, a proposta da obra é clara: resgatar o amor autêntico, aquele que tem como referência o próprio Jesus.
Escrito a partir de vivências, reflexões e experiências concretas, inclusive no cotidiano de Itapetininga, o livro convida o leitor a compreender que amar como Jesus amou não é uma ideia abstrata, mas uma prática exigente, que deve se manifestar nas relações pessoais, na vida comunitária e também no posicionamento diante do mundo.
Ao longo das páginas, o leitor encontrará uma abordagem direta sobre temas essenciais da fé cristã, sempre à luz da espiritualidade da Renovação Carismática Católica, com uma linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. O objetivo não é apenas informar, mas provocar transformação — interior e prática.
AMAR COMO JESUS AMOU é, portanto, mais do que um livro: é um convite. Um chamado para viver o amor em sua forma mais radical e verdadeira, inclusive nos ambientes onde ele é mais desafiado — como na política e nas interações das redes sociais.
Se você busca uma fé mais autêntica e um amor mais coerente com o Evangelho, esta leitura é para você.
Uma nova versão
Sorrisos sempre foi o seu legado,
Mesmo em crises, choros, brigas e logo se alargava em seus lábios uma grande gargalhada…escandalosa, mas, verdadeira!
Um pássaro em sua frente, uma borboleta voando, um flor perdida em meios ao mato, um leve sorriso aparecia e com o pensamento de que Deus, está presente em tudo. E, assim, o tempo foi passando, entre lágrimas, desabafos “solitudes”, e algumas reclamações…a vida seguia e com ela “os sorrisos, as gargalhadas e seu jeito estrondoso de ser…a vida seguia…
E a vida seguiu e com seus encontros e desencontros, as gargalhadas tornaram-se mais sociáveis, seus redemoinhos de pensamentos, apagaram o som alto e forte e restaram algumas risadas. Restritos em seu olhar, podem até enxergar, mas, precisam observar com atenção e um novo olhar!
O grande e maior problema sempre foi a
CONCORRÊNCIA...
Ela existe, existiu e existirá...
Então:
Olho vivo...
