Sempre
'' e a saudade volta todos os dias, sempre estou lembrando dos momentos que eu tive ao seu lado, porque apesar de todas as dores, não há ninguém, pelo menos para mim, que possa substituir você''.
Que nossos sonhos nos levem adiante, sempre com um sorriso no rosto e com a certeza da felicidade
Que nossos erros nos tornem mais experientes
Que nossas experiências nos tornem mais fortes
Que nossas forças se una com a resiliência
A vida é incrível! Todo dia algo novo para se conhecer, para sonhar, para viver...
Mas eu não me preocupava porque eu sabia
Que era preciso conseguir tudo
O que sempre quis e depois perder
Para saber o que é a verdadeira liberdade
Enquanto o Mundo Passa
Nem sempre dá para falar de amor. Há sentimentos que perdem um pouco da sua verdade quando tentamos transformá-los em palavras. Eu, pelo menos, prefiro viver o amor.
Prefiro sentir. Abraçar demoradamente, como quem encontrou no corpo do outro um lugar onde o tempo não tem pressa. Sentir o teu calor junto ao meu, ouvir o teu coração bater forte e perceber que o meu, quase sem querer, procura o mesmo compasso.
Amar, para mim, é isso: ter sentimentos que não precisam de explicação, sonhos que começam a pertencer a dois, vontades que encontram abrigo na presença de alguém. É querer estar perto sem precisar de motivo. É olhar para você e esquecer, por alguns instantes, que existe alguma coisa além de nós.
Talvez por isso eu não saiba falar de amor como quem conhece sua definição. Eu conheço o amor pelo toque, pelo abraço, pela saudade que nasce antes mesmo da despedida, pelo desejo silencioso de permanecer.
Não quero entender tudo o que sinto. Algumas coisas bonitas demais se desfazem quando tentamos explicá-las.
Quero apenas você perto.
Quero sentir teu coração contra o meu e deixar que eles conversem na linguagem que somente dois apaixonados compreendem.
E enquanto estivermos assim, que o mundo siga o seu caminho, contando suas horas, inventando suas urgências.
Que ele viva.
Que ele passe.
Porque, quando estou com você, não tenho nenhuma pressa de acompanhá-lo.
O padrão que você repete nem sempre é o que você quer. Muitas vezes, é apenas o que aprendeu a chamar de amor.
A Páscoa nos lembra que tudo tem um tempo e um significado, e que nem sempre o mais importante é o momento em si, mas o que ele representa. Há experiências que não são sobre pressa ou sobre quem chega primeiro, e sim sobre sentir, estar presente e reconhecer o valor do caminho percorrido. Quando as expectativas são grandes, a decepção também pode surgir — não como perda, mas como reflexo do quanto aquilo tinha valor. E mesmo quando tudo acontece de forma diferente do que o coração esperava, a vida ensina que nem sempre controlamos o “quando” ou o “como”, mas podemos escolher seguir, mesmo frustrados, lembrando que, no fim, o que permanece é a gratidão e o amor pelo que realmente importa.
"A vida ensina que nem sempre controlamos o 'quando' ou o 'como', mas podemos escolher seguir, mesmo frustrados, lembrando que, no fim, o que permanece é a gratidão e o amor pelo que realmente importa."
Ah porquê você sempre faz os mesmos erros e bla bla bla.
- E daí? Quem é que está respirando pelo meu nariz?
Nem sempre vai ser bom.
Nem sempre haverá uma lição escondida na dor.
Nem todo rompimento vem para ensinar.
Nem toda perda carrega um propósito elegante.
Às vezes, a vida não quer que você entenda tudo.
Não quer que você transforme cada ferida em discurso,
cada queda em filosofia,
cada silêncio em resposta.
Às vezes, a vida só quer que você exista
sem violentar a própria alma
em busca de um sentido imediato.
Existir respeitando a própria existência
talvez seja a lição mais profunda.
Porque há dias em que vencer
não é florescer.
É apenas não se abandonar.
Encontro com Diabo
Já morri incontáveis vezes
Mas sempre evitei o sono
Avancei desconfiada
No meu trigésimo terceiro outono
Duvidei de outro inferno
E quando o sete peles me veio de terno
Com um manto flambado pra me aquecer
Por rebeldia me recusei descer
Teimando acendi um cigarro
Fitei-o nos olhos profundos
Pigarriei da garganta o catarro
E o reconheci dos meus mais íntimos mundos
“O amor é um Genjutsu bem executado. O problema é que eu sempre esqueço de selar os olhos quando é você.”
A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.
“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”
CONFIANÇA e FIDELIDADE
Confiar em alguém é sempre um risco, mas também é um ato de coragem. A confiança não é cega, ela se constrói nos pequenos gestos, na constância, na coerência entre o que a pessoa fala e o que ela faz.
Quando ela se perde… é como se um cristal tivesse se quebrado: até pode ser colado, mas nunca volta a ser o mesmo. Nessa hora, cada um decide em que “prateleira” da estante da vida, pode colocar essa pessoa:
Alguns escolhem a da distância.. Deixa ali, guardado, mas sem acesso ao coração;
outros deixam na prateleira da desconfiança.. Ainda perto, mas nunca mais com os mesmos privilégios;
e há quem simplesmente tira da estante, porque não quer o peso de olhar sempre para a ferida.
Sobre fidelidade… ninguém pode garantir. Tem gente que é fiel ao sentimento, mesmo quando o mundo inteiro chama do outro lado. Tem gente que se perde fácil, buscando onde há aplausos e quantidade, não qualidade.
No fundo, a pergunta que fica é: Essa pessoa escolhe você mesmo quando o caminho é estreito, ou só enquanto é fácil e cheio de gente?
Eu me cuido aos poucos,
sem pressa e sem plateia.
Aprendo a me olhar
com os olhos que sempre ofereci aos outros.
Começo a me dar
o que nunca veio de fora.
Presença.
Cuidado sem cobrança.
Palavras que não ferem.
Estou me escolhendo
onde antes eu insistia.
Me valorizo
não porque virei invencível,
mas porque cansei de me abandonar.
Diminuo o amor pelos outros
para não desaparecer de mim.
Não é frieza.
É sobrevivência lúcida, limite aprendido tarde.
Agora fico.
Em mim.
Sem pedir licença,
sem me explicar.
