Sempre
O relógio da parede sempre atrasa três batimentos quando você me olha. Não é tempo, é frequência. Existe uma cor que ainda não inventaram, uma mistura de silêncio de domingo com o som do seu nome antes de ser dito. Eu a vejo toda vez que suas mãos costuram o ar entre nós, sem nós, apenas o tecido fino da gravidade.
DeBrunoParaCarla
Eu te amo, e sempre te amarei...
Mesmo quando o sol deixou de brilhar e a tempestade tomou o céu,
Mesmo quando teu sorriso não se revelou a mim,
ou quando tua indiferença feriu o meu coração...
Mesmo quando meus erros me desviaram do caminho,
ou quando teu amor pareceu se afastar de mim,
Mesmo quando as estrelas cessaram de brilhar
e a vida, simplesmente, perdeu o sentido...
Ainda assim, te amei.
Amei-te quando o sol voltou a iluminar meus dias,
quando a tempestade se dissipou
e teu sorriso novamente aqueceu minha alma,
enchendo meu coração de alegria e esperança.
Passamos por dores e turbulências,
mas, mesmo em meio a tudo isso,
eu sempre te amei — e continuarei a amar-te.
Permanência
"O que é real não morre
O que foi sempre será
Feche os olhos e estará lá
De tudo que guardar
Apenas eleve o que pode admirar".
Há uma evidência científica onde os voluntários da inutilidade consideram que recebem sempre muito pouco.
"Descobri-me Rio que não cessa.
Meu estar é sempre indo.
Avistando templos ou morando em Ocas,
Minha pátria são as gentes,
Que se sonhamno mundo"
Que hoje Deus te conceda a bênção que você sempre pede nas suas orações, e que ela chegue mansa, como quem já conhece teu coração. Que ele te guie e proteja em passo do teu dia.
Na hora da prova o professor não fala nada, mas sempre fica atento na sala de aula.
Obs.: Não estou falando de escola.
Nas aprovações da vida mesmo sem resposta Deus está por perto te observando.
Nunca perdemos tempo quando vivemos de verdade ,Sempre há
chance de reviver e recomeçar!
Lembre-se: existem dias ruins e dias bons. Sobreviver ao tempo é um luxo valioso.
“Nem sempre estamos
certos. Nem sempre enxergamos tudo. Ao reconhecer isso nos tornamos mais receptivos ao que a vida tem a nos mostrar.”
Trecho do livro Fractais do Infinito: sussurros da alma para dias de silêncio
Existe um movimento que nem sempre é compreendido: antes de qualquer expansão, existe descida.
É no contato com a dualidade que algo se revela. Luz e sombra, acerto e erro, consciência e inconsciência.
Sem esse atravessamento, não há profundidade. Não há real transformação.
A queda não é desvio. É parte do caminho. Porque é justamente ao tocar o que está abaixo que se torna possível subir com verdade.
No fim, não é sobre evitar a descida.
É sobre entender o que ela veio mostrar.
Nem sempre estamos certos. Nem sempre enxergamos tudo. Ao reconhecer isso nos tornamos mais receptivos ao que a vida tem a nos mostrar.
Não me encaixo em quem vive de superfície
sou inteira demais para conversas rasas
e isso sempre incomoda quem só sabe ir até a borda
não me falta ajuste
me sobra profundidade
quem é raso me chama de demais
porque não sabe lidar com o que transborda
mas eu não diminuo
só para caber no conforto de ninguém
Quem precisa de ilusão não escolhe o que desperta, escolhe o que distrai.
Sempre há um palhaço pronto para sustentar qualquer espetáculo. Não importa quem seja, importa que o circo continue de pé.
No fim, o ídolo é só a peça que impede tudo de desmoronar.
E quando a cortina ameaça cair, ninguém pergunta se aquilo ainda faz sentido. Só ajustam a luz, aumentam o som e fingem que está tudo sob controle.
Porque encarar o vazio exige mais coragem do que a maioria está disposta a reunir. É mais fácil aplaudir o personagem do que reconhecer a própria ausência de direção.
O problema nunca foi o espetáculo. Foi a necessidade dele.
Sem ele, sobra o silêncio. E no silêncio, não há roteiro, não há aplauso, não há distração que sustente a mentira.
Só resta o que é. E isso, para quem vive de ilusão, costuma ser insuportável.
Foi sendo bom
que descobri —
que ser bom
nem sempre é bom.
Porque há bondades
que se doam até desaparecer,
que dizem “sim” enquanto sangram,
que se calam para manter a paz
e perdem a própria voz.
Aprendi que ser bom
não é se anular,
não é aceitar o peso
que não nos cabe.
Ser bom de verdade
é ter raiz e limite,
é oferecer a mão
sem entregar a alma inteira.
Foi sendo bom demais
que entendi:
bondade sem verdade
não floresce —
apenas dói.
O ser autista sempre tem muita dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, devido a sua super capacidade ótica de leitura essencial de verdadeiras intenções, emoções, e traumas, que cada um carrega dentro de si mesmo que disfarçado. Não se deve obrigar um ser autista, a olhar ou falar com ninguém. Devemos respeitar suas escolhas e afinidades.
Somos vítimas, agentes e respostas responsáveis de mudanças em nossas vidas, sempre. Orientadores e mentores podem nos sugerirem caminhos mas o primeiro passo em direção ao êxito, só pode ser dado, por você.
