Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Sucesso é resultado de: decisão, comprometimento, estratégia, trabalho, fé, esforço, dedicação, esperança, perseverança, paciência e amor!
Em todas as empresas sempre haverá incompetentes graxistas a crescer com o esforço e dedicação dos outros.
Se estiver difícil, dobre o esforço.
Se estiver sem forças, dobre a vontade.
Se ainda continuar difícil, Dobre os joelhos.
Orar por um objetivo nunca é demais.
O tipo de liberdade que realmente importante envolve atenção, consciência, disciplina, esforço e capacidade de efetivamente se importar com os outros, repetidamente, numa miríade de maneiras triviais e sem glamour, todos os dias. Isso é liberdade de verdade. Isso é ser educado, e compreender como pensar.
Tente ver o bem nos outros. Quando você estiver tentado a julgar alguém, faça um esforço para ver sua bondade. Sua vontade de procurar o melhor nas pessoas subconscientemente te move para frente.
Preciso, logo valorizo. Só pelo esforço, pelo trabalho árduo é que as pessoas dão valor para aquilo que vem a conquistar.
O dilema humano emerge porque o esforço para superar a natureza ou o destino podem levar a um destino mais terrível do que aquele que a pessoa está tentando evitar. Assim, parece que quanto maior for a segurança externa que o homem construir para si mesmo, maior a sua insegurança interior. Da mesma forma, parece que quanto maior for a liberdade externa que conquistar, menos liberdade interna terá.
Me esforço muito para me encaixar, para entender, para aceitar, mas me parece, cada vez mais, menos favorável.
Plante, mesmo que seja de outra pessoa a colheita do resultado do atual esforço. Mesmoanônimo e sem reconhecimento, de onde você estiver, verá que participou como protagonista daquela conquista quando tudo foi bem mais difícil.
Seu valor é o de um Agente Divino andarilho do Universo, ainda que nada fale, sua Força gritará seu mérito.
Ande de mãos dadas com o trabalho, o esforço e a honestidade.Sendo assim, o resultado e a proteção divina chega um dia antes do combinado.
III.
* Assumir, convictamente, a identidade… Seguramente, o maior esforço de todo o ser humano, neste Mundo de falsas identidades ou de identidades camufladas, mergulhadas no espaço camaliónico das “diferenças” impostas, improvisadas, por esta sociedade do “parecer-ser”, em nome de um tal “bem-estar” comum.
Pura hipocrisia anulativa das dissemelhanças, da diversidade, que faz a singela Beleza, intrínseca à essência de um Mundo, a que já não pertencemos mais.
Adulterámos as Leis da Natureza. Instaurámos o caos cósmico. A isso, chamamos progresso. Que progresso? O da rarefacção da camada de ozono? O do efeito de estufa e do degelo dos oceanos? O do “des-equilíbrio” dos ecossistemas? O da miséria das crianças sub-nutridas? O dos Povos famintos? O da infelicidade dos homens que clamam o Paraíso perdido?
O “progresso” da irracionalidade, das mentes inconscientes, dos pensamentos corroídos pelo ódio, instaurou-se, definitivamente, no seio desta massa humana, indefesa, des-norteada, que hoje somos.
Coitados dos homens. Tão potentes e tão frágeis, ao mesmo tempo. Meras peças soltas do grande puzzele, o puzzele universal, onde já não se encaixam mais.
Somos mero pó em incandescência dissonante. Brilho opaco dos restos do lixo cósmico, em degeneração total.
Corremos pelos leitos de todos os rios, que, no mar, não desaguam mais.
Perdemo-nos de nós mesmos. Não nos encontramos mais. Rodopiamos num círculo imperfeito de esferas desencontradas, de espaços sem intersecção, indefinidos, incertos, indeterminados, mas, ao mesmo tempo, “extra-ordinários”, libidinais, irrascíveis e concupiscentes.
Erramos, navegamos pelos espaços infinitos da imaginação. Buscamos o Infinito, o Eterno, o Imutável. Projectamos um futuro outro, apenas existente no mundo ficcional de todos os sonhos: do “princípio da realidade” se afastam, para erguer, sempre, o “princípio do prazer”.
Velejamos por todos os mares. Pairamos por todos os espaços siderais. Percorremos todos os caminhos da Floresta, sempre paralelos, sempre descontínuos. A escolha não é mais possível.
Esmagamos um Ego desesperado, descentrado de si mesmo, tão narcísico, quanto paradoxal. E, no entanto, ainda somos aves de rapina, predadores universais, dominadores de todas as possíveis presas, camuflados com o meio, que já não é mais natural.
Percorremos todos os atalhos. Edificamos uma nova ordem. A da caoticidade mundial. E, no entanto, ainda somos apelidados de “animais racionais”.
Que racionalidade é esta, criadora de um tempo de infortúnio? Que racionalidade é esta, “des-veladora” de todas as misérias? Que racionalidade é esta “re-veladora” da massa indigente das gentes vagueantes?
IV.
* Convivo com o Mundo dentro de mim própria. Basta-me.
* A “Paz Perpétua” reina dentro de mim. Conquistei a felicidade.
12/11/07
* Não quero viver no Inferno das noites claras,
Na solidão das gentes,
Nos espaços atópicos de cada pensamento,
Nos espaços indefinidos dos pensamentos dispersos.
* Não quero a luz opaca dos olhares indiscretos. O brilho negro dos falsos sorrisos. A demagogia retórica das palavras sórdidas. O cheiro nauseabundo dos corpos em putrefacção.
* O Mundo está podre. Rejeito-o completamente. Recuso-me a compactuar com a hipocrisia, com as falsas verosimilhanças, com as vãs ironias, com as inglórias inteligências dessas mentes foragidas, que nada vêm. São inúteis. Completamente inúteis. Perpetuam, apenas, um saber “fantasiado”, com longos rasgos de ignorância extrema.
15/11/07
* Distante, no meu Mundo, penso as trilhas da Vida e da Morte.
* Viver é o quê, afinal? As respostas são múltiplas. Nenhuma me satisfaz…
20/11/07
I.
* O meu corpo, morto, embala-se nas cinzas do chão que, um dia, o deixou esvanecer.
* Quero viver Tudo, intensamente, como se cada instante fosse o último dia do resto da minha Vida.
* Sou a exemplificação da Hipérbole…
II.
* A monotonia congela-me o cérebro. Irrita-me a alma, ávida do sempre novo, do perpetuamente diferente, da metamorfose, do mistério, do enigma, de todas as incógnitas…
A minha alma requer o desafio do desconhecido, do nunca visto ou imaginado. Do impensado e do impensável. Caminha para o impossível, para o reino efémero da ausência de limites, para o paralelamente infinito, para todos os caminhos, até mesmo para os mais recônditos.
Procura a inocência primeira, a leveza do Ser de todas as coisas, animadas e inanimadas, terrestres e celestes, no seio dos dois lados da quadratura perfeita: os Homens, a Terra; os Deuses, o Céu.
Busca o infinito, na esperança de encontrar um mundo novo, perfeito. Este já está gasto, saturado, desgovernado, demasiadamente costumeiro para quem deseja ver mais longe, para além das ilusórias aparências que ofuscam o olhar primogénito.
A minha alma procura, sem cessar, a liberdade, esse espaço aberto de expansão total do Tudo, onde não há o acaso, nem o vazio, nem o nada.
Quer percorrer os círculos viscerais de todos os entes. Ama a Totalidade, na sua grandeza, que foge aos estreitos limites do Tempo, do Espaço, do Destino.
Vagueia por todos os lugares. Não cabe dentro de si mesma. Procura o Aberto, onde Tudo se funde, em perpétua comunhão com o Ser, o Estar e o Pensar.
A minha alma pensa o Mundo. Esmorece perante o caótico cenário da miséria humana. Quer mudar o Mundo, a mente das gentes agrilhoadas à mesquinhez do mero sobreviver. Quer ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço. Quer ser eterna.
Não é narcísica. Vê-se ao espelho. Reconhece a sua própria identidade. Sofre com todos os “Epimeteus”…Deseja todos os “Prometeus”…
Sente-se só. Desamparada, neste espaço cósmico “des-humanizado”, que não suporta a disparidade da alteridade.
Quer renascer num mundo novo, com a hierarquia axiológica adequada…. sem rótulos, sem rebanhos, sem congeminações forçadas e infundadas. Quer crescer no topos infinito de todos os oceanos…
"Se morrer exige algum esforço, então nem morrer eu quero. Só desejo me perder num nada tão puro que até o tempo esqueça de mim."
É árduo o esforço de subtrair de um homem aquilo que ele conquistou pela via da irracionalidade, utilizando a razão como instrumento. Somente um impulso ainda mais irracional é capaz de despojá-lo dessa parte oposta de si mesmo.
Se quisermos vencer os nossos defeitos, teremos de fazer um grande esforço diário de modo a dominá-los. Eles são como um animal selvagem tentando sair pra fora todos os dias.
Eu sempre quero ser o melhor, porque eu sei que vale a pena, o esforço incansável que estou fazendo, para finalmente alcançar meus objetivos infinitos.
Eu confio em mim;
Confio na minha capacidade, confio no meu esforço
Confio no meu conhecimento e confio que sou capaz
Se eu confio, eu sei que vou vencer
Com lábios estranhos e som insuficiente
eu me esforço para juntar algumas letras,
tão profundo que preciso encontrar novas
maneiras de expressá-las
