Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Não há nada que defina melhor uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha.
Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.
São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.
Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.
É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.
Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.
O amor não separa
O amor une.
Há completa sinceridade
O amor não tem idade.
Não é palavra, é atitude
Não engana, não ilude
É altruísta, não egoísta.
É vento, é mar, é brilho, é luar.
É sol quente
Aquece, prende.
É dor boa, faz rir a toa
É choro, é riso
É abraço, é abrigo
É saudade, é amizade
É verdade.
É loucura, é a cura
Pra todo mal
É se longe
A coisa mais linda
É pra todos
É pra vida.
A vida não é assim mesmo.
Há muita coisa para fazer.
Não acostume a normalidade.
Indague se!
Seja a mudança!
É preciso remar contra maré.
Sempre!!!
Os lados, de Paulo Mendes Campos
Há um lado bom em mim.
O morto não é responsável
Nem o rumor de um jasmim.
Há um lado mau em mim,
Cordial como um costureiro,
Tocado de afetações delicadíssimas.
Há um lado triste em mim.
Em campo de palavra, folha branca.
Bois insolúveis, metafóricos, tartamudos,
Sois em mim o lado irreal.
Há um lado em mim que é mudo.
Costumo chegar sobraçando florilégios,
Visitando os frades, com saudades do colégio.
Um lado vulgar em mim,
Dispensando-me incessante de um cortejo.
Um lado lírico também:
Abelhas desordenadas de meu beijo;
Sei usar com delicadez um telefone,
Nâo me esqueço de mandar rosas a ninguém.
Um animal em mim,
Na solidão, cão,
No circo, urso estúpido, leão,
Em casa, homem, cavalo...
Há um lado lógico, certo, irreprimível, vazio
Como um discurso,
Um lado frágil, verde-úmido.
Há um lado comercial em mim,
Moeda falsa do que sou perante o mundo.
Há um lado em mim que está sempre no bar,
Bebendo sem parar.
Há um lado em mim que já morreu.
Às vezes penso se esse lado não sou eu.
Paulo Mendes Campos (Belo Horizonte 28 de Fevereiro 1922 - Rio de Janeiro 1 de julho de 1991) - Foi poeta, escritor, cronista e jornalista brasileiro. Foi um dos mais talentosos escritores da geração mineira, junto com seus grandes amigos Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino e outros. Como ele mesmo disse, "fui para o Rio de Janeiro para conhecer o poeta chileno Pablo Neruda, e aqui estou até hoje". Paulo foi um dos que revolucionou o estilo da crônica na imprensa e, com certeza, foi um grande poeta brasileiro.
. Hà verdade... é que não quero me prender a nada, seja tarefas, crenças, sonhos, expectativas, amores, pessoas e falsos sentimentos...
E de repente as coisas mudam, palavras viram armas, coração vira vidro e não há mais nada a fazer. Feridas marcam e aquilo que se quebra nunca mais voltará ao seu lugar.
Existem momentos, durante conflitos familiares, em que não há ofensas, mas não se comenta a problemática, e todos se ocultam. Sentir ou descobrir o outro sem menosprezá-lo ou denegri-lo é o segredo do amor.
Há dias na vida que a gente pensa que não vai conseguir,
Há dias na vida que a gente pensa em desistir,,
Há dias na vida que a gente pensa em sumir.
E a turma la em casa já está apavorada com a minha decisão;
É que não ligo mais nada,
Nem mesmo a namorada, que me deu o coração.
Eu gostaria de ficar com vocês um pouco mais.
Vou por ai, vou mesmo assim, vou por ai.
Vou por ai, vou mesmo assim, vou caminhar.
Eu também sou a ovelha negra da família.
Não é tarde para se sonhar, o céu ainda é azul, há esperança... é só olhar no olhar de uma criança, no sorriso de uma mãe que deu à luz.
Desça vez não vou rima, eu só vim te fala que amor aqui por você já não há. E eu nem sei explicar mas você me fez cansar.
Não há nenhum perigo de um levante aqui entre os privilegiados,entre aqueles cujos nomes jamais são colocados nas bolinhas da colheita,cujos filhos jamais morrem pelos crimes supostamente cometidos gerações atrás.
