Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

Cerca de 633936 frases e pensamentos: Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

Há muito cansei de
Desculpar-me.
Sou essa, e aceito não ser querida,
Se me arrependo de algo,
Digo aquí e bordarei:
Foi ter saído de mim,
Para deixar alguns entrarem.

A partir de certo ponto não há retorno. Esse é o ponto que é preciso alcançar.

Não há problema em deixar de acreditar em Deus; o problema é que normalmente passa-se a acreditar em qualquer bobagem como em si mesmo.

Não há como construir um castelo,
Sem antes arquitetá-lo na mente.
As grandes obras, as grandes conquistas,
Os melhores livros, filmes, músicas...
Nasceram de um simples pensamento.
Alguém um dia, pensou, sentiu...
E isso gerou uma semente no universo.
Semente essa que ao longo do tempo,
Passou por guerras, tempestades, desesperança.
Por muitas vezes esteve sozinha e sem destino.
Ninguém pode ouvir suas lagrimas, mas ela chorou...
Não por medo, mas porque quem a criou,
Também a deixara no escuro de suas memórias.
Foi enterrada viva, porque tudo parecia crescer,
E ela continuava pequena, imóvel...
Perante os vendavais que o destino jogou contra ela.
Era apenas um, talvez...
Não valeria a pena esperar por ela.
Talvez... Tenha sido tudo um plano.
Às vezes precisamos morrer em vida, para viver de verdade.
Enterrar aquilo que ainda sangra...

Construir castelos exige sacrifícios,
Muitos não conseguirão ver sua obra terminada.
Mas aquele pensamento, aquela semente,
Vai estar ainda viva no espaço,
E quando um outro alguém,
Estiver olhando as estrelas,
Vai senti-la, e torná-la sua.
E assim, passará por varias almas.
E mesmo que nenhuma dessas almas,
Consiga vê-la grande, ela já será grande...
Sempre foi grande...
O sonho foi realizado,
No momento em que a mente o concebeu.

Se tu simplesmente pensaste em amar,
Tu já amaste, e esse amor sempre vai existir.
Alguém vai olhar as estrelas, vai senti-lo, e torná-lo seu.

HÁ AMIGOS MAIS CHEGADOS QUE IRMÃOS
O amigo ama em todo o tempo. E, amor não não é conivência. É melhor a ferida feita pelo amigo do que a bajulação do hipócrita. O amigo prefere o desconforto do confronto ao conforto da omissão. O amigo está ao seu lado mesmo quando todas as outras pessoas já se foram, pois há amigos mais chegados que irmãos.

Valorize a pessoa que te ama , por que há um mero ditado quem não valoriza sozinho a pessoa fica e sim chorando pelo cantos por não ter dado valor quando obteve oportunidade de fazer a pessoa feliz , pense nisso o mundo da volta e grande e sim o que é pra ser será basta cuidar o que você tem Deus coloca pessoa especiais em nossa vida pra nós fazer sorrir e sim muito importante pense nisso pessoas que é uma raridade é pouco de se encontrar nesse mundo que vivemos então se ela faz você sorrir faça ela sorrir Também .

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto

Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.

O mundo, a criação divina de Deus, é tão cheio de amor... No entanto, não há amor nos corações dos homens.

Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido. Mas amei uma pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.

Noah Calhoun
SPARKS, N. Diário de uma Paixão. São Paulo: Editora Novo Conceito, 2010.

Quando você sofrer, há sempre um remédio:
Ou você se acostuma ou se anestesia.
Não faça da dor um pretexto, castigo ou purificação.
A dor é um fato e só. Merece medicação e não explicação.
A dor é uma visita incômoda. Por que pensar por que ela veio? Já não basta o próprio doer?
Só nos cabe em tais momentos nos livrar deste incômodo.

Há cinco anos atrás, pensei que tinha perdido voce para sempre. Não há maldição que possa me afastar de você.

Sinto o aconchego sublime de tuas asas sobre mim. Tu és anjo, não há como negar, tens me levado ao céu por diversas vezes.

Sempre há uma testemunha perigosa de suas maldades... mas os mortos não falam.

"Desde que eu era criança, sempre soube disto: a vida nos danifica, a todos nós. Não há como escapar desse dano.
Mas agora também estou aprendendo isto: podemos ser consertados. Consertamos uns aos outros."

Não paramos de nos apaixonar, mesmo quando não há garantia de que o sentimento será correspondido. Mas por que dedicamos tempo e energia para amar alguém sendo que esse alguém nem somos nós?

Não há tortura maior que viver entre pessoas que não estão satisfeitas com suas próprias vidas e querem que também sejamos insatisfeitos com as nossas.

Entre o cansaço e a reinvenção


Há momentos em que tudo parece parar.
O corpo não reage, a mente pesa, e o coração se cala.
Mas antes desse vazio, vieram os dias de luta,
os de sobrecarga, de resistência, de pura tentativa.


Vieram os tempos em que foi preciso sobreviver —
reinventar-se, aprender o que nunca se imaginou,
buscar um novo rumo, mesmo quando o chão faltava.
E, sem perceber, fomos adoecendo.
Talvez não de febre, mas de esgotamento.
De tentar ser fortes o tempo todo.


A vida é isso: um constante sobreviver.
É cair, e mesmo sem forças, tentar levantar.
É seguir com os pedaços que sobraram,
e fazer deles uma nova forma de ser.


Eu tenho vivido assim: lutando,
mesmo quando o cansaço me visita.
Porque entre o desgaste e a esperança,
ainda há um fio de fé que me faz continuar.
E no meio do caos, eu me reinvento —
vez após vez,
vida após vida,
em mim mesma.


Mas, às vezes, sinto falta da mulher que fui.
Daquela que sonhava sem medo,
que acreditava no novo, que se lançava inteira.
Sinto falta da energia que me fazia criar,
das madrugadas acesas por ideias,
das vontades que me moviam.


Quem sabe seja tempo de voltar —
não à dor, não ao peso,
mas ao fogo que me acendia por dentro.
De reencontrar em mim o brilho da busca,
a alegria do recomeço,
a coragem de tentar outra vez.


Talvez esse seja o meu novo recomeço:
reavivar o que um dia me fez viva.


Mas por hoje, por agora,
apenas revisito essa eu do passado
em uma galeria lotada de momentos,
de construção, de vivências, de trabalho,
de luta, de sonhos —
imagens arquivadas, jamais vistas,
que hoje revisito pouco a pouco
e sinto falta,
mas não me encontro lá.

Não há vagas

O preço do feijão
não cabe no poema.
O preço do arroz
não cabe no poema

Não cabem no poema o gás
a luz
o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos

Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
- porque o poema, senhores,
está fechado:
“não há vagas”

Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço

O poema, senhores,
não fede
nem cheira

Despedindo-me em Silêncios


Há dias em que me percebo partindo sem sair do lugar.
Não é fuga, é cansaço de permanecer inteira.
Vou me desfazendo devagar,
como quem solta o ar e deixa o corpo repousar no intervalo.


Já não há pressa em resistir.
A resistência virou hábito, quase uma oração muda,
dessas que não se aprendem, apenas se sentem.


Deixo pedaços meus em cada esquina do dia
um pouco na roupa pendurada,
outro no copo que esqueci de lavar,
e tantos nos silêncios que deixei falando por mim.


Não há ruído na minha ausência;
há um eco que insiste em sussurrar: “ainda estou aqui”.
Mas estar tem me custado caro,
como se cada gesto cobrasse uma parte da alma.


Não quero piedade, nem perguntas.
Quero apenas o direito de ser brisa,
de existir em fragmentos,
de não precisar me reconstruir hoje.


Se um dia eu me dissolver inteira,
não busquem culpados,
apenas saibam que eu tentei.
E que, em cada fragmento que deixei,
havia uma tentativa de ficar.