Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
EU OU VOCÊ
Há muitos anos você diz
que eu vivo no mundo da lua.
Agora tenho certeza que sou assim
porque eu sou mais você
do que eu mesmo.
Está cada vez mais perto é o mesmo que se distanciar.
No processo é perdido Há: Paz, orgulho, sonho e realidade!
Mais por que a realidade?
Por que sonhamos mais com o futuro e esquecemos do presente … criando muitas expectativas, e o caminho muda a cada instante … E se culpar, vem naturalmente!
É notório como as pessoas pensam tanto em coisas matérias em bens palpáveis e se esquecem do intangível !
Por que estão preocupados de mais com conquistas de coisas rasas e pensamentos subjetivos!
MOTIVOS PARA VIVER
Sei que um dia vai morrer
Mas há motivos para viver
Pela família e amigos com você
Até mesmo gente nova que aparecer.
Viver para aprender e ensinar
Viver para uma história contar
Viver para o seu trabalho fluir
Viver pela paz do seu interior.
Viver pelos ventos e as águas
Viver pelas árvores e os pássaros
Viver pelas montanhas e serras
Viver pela paixão de um amor.
Viver pelo Sol e pelas estrelas
Viver pela água e o ar que respira
Viver para abraçar um idoso
Viver pelo sorriso de uma criança.
Viver pelo amanhecer de um novo dia
Viver por ele quando anoitecer
Viver nessa imensidão de mundo
Viver pelo amor do Criador.
A vida é curta quando terrestre
No plano superior é para a eternidade
Num sopro ela recomeça
Em outro corpo nova vida reaparece.
Há de fazer ser leve, pés descalços, alma de criança que corre na rua, coração sem medo de errar, só coragem de viver, ser do bem, fazer o bem, sentir-se bem. Conexão com a vida, com a terra, com o chão. As vezes voamos alto, ainda que com os pés descalços.
Sério... As vezes eu penso em parti... Me pergunto, qual o meu propósito aqui ? Sofre ? Há meu pai não me deixe morre antes de experimentar o amor de um lar! Filhos pra criar, uma esposa pra amar🌷🙌🏻
Há certas ausências e vazios que nunca serão substituídos ou preenchidos, porque tudo o que é verdade, é único, especialmente especial e verdadeiramente insubstituível...
Para tudo há tempo, há tempo também para a dor e a tristeza, mas é preciso confiar em Deus, porque, em todo o tempo, Ele está ao nosso lado, basta observar as pequenas coisas, sentir o vento, por exemplo. Deus está em tudo, inclusive dentro de nós, por isso, logo toda a dor se acalmará...
Continue cantando na vida do jeito que você sabe, há alguém nesse mundo que precisa ouvir tua voz.
"Há uns tempos na vida da gente
Que é bem salutar relembrar
Tempos bons e urgentes
Tão rápidos em se passar."
A lua é minha testemunha, eu odeio a raça das estrelas e suas pretensões... No entanto, ainda há raras Sirius, Canopus e Arcturus que carregam a graça da exceção que mantém o cativo vivente em meu coração.
Em meio há um sofrimento, você pode gritar, correr, tomar calmantes e até antidepressivos, mas será como olhar no relógio dentro de um transporte coletivo em direção a um compromisso importante.
A diarreia
Ha um quilômetro da minha casa tem uma barraca de churrasco
Eita coisa boa eu pensei !
Janta eu não farei.
A fome apertava e lá eu ia comer churrasquinho com aipim e a minha barriga encher
Foi assim por uns três dias, até a barriga doer.
Mas eu só pensava em comer.
No primeiro dia foi fácil, só por duas vezes desarranjei
Nem havia pensado que havia sido por causa do danado do churrasco , até de novo ir lá comer e no dia seguinte a barriga voltar a doer.
Foi ai que me ferrei, do banheiro não sai mais.
Por seis vezes me caguei.
E pensa que eu liguei?
No dia seguinte no churrasquinho eu voltei.
24 /01/2022 às 3h
ha muito eu desisti da ideia de que as pessoas me compreendam
depressivos melancólicos como eu devem aprender a viverem solitários..
[DIVERSIDADE NA PERCEPÇÃO DAS PAISAGENS]
Há uma paisagem da guerra, da miséria, da fome, do medo, das classes sociais em luta, da religiosidade, do lazer, da tecnologia, da moda, dos estilos arquitetônicos, do controle disciplinar, do poder midiático que se espraia sobre uma região e aí estabelece seu domínio e práticas manipuladoras sobre a população local. Estas diversas paisagens referentes a extratos específicos de problemas, ou a instâncias singulares da realidade, às vezes são perceptíveis espontaneamente, outras vezes não
[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.56].
[A PAISAGEM NO ESPAÇO-TEMPO]
Neste momento, contemplo uma paisagem. Há uma pedra no caminho (subitamente me lembro do poema). Ela é antiga como a Terra, mas isso no momento não importa. De qualquer maneira, é bruta, jamais trabalhada pelos homens de qualquer tribo ou civilização, Atraído pelo ruído suave das águas (ou terei imaginado isto?), meu olhar volta-se subitamente para o pequeno rio urbano, canalizado em meados do século XIX. O encanamento, contudo, já era naquele momento a substituição de um outro, construído vinte e oito anos antes (cheguei a ler o documento que registra o primeiro plano de captação, em um velho arquivo público). A atual calha que contém o traçado do rio, para evitar pequenas enchentes nos dias chuvosos, ali está desde meados do século XX, mas sofreu reparos recentes, por causa das olimpíadas de 2016.
O rio tinha seu nome tupi-guarani por causa dos papagaios que nele vinham se alimentar desde os séculos anteriores, mas a poluição das últimas décadas do século XX já os afastou há muito. Todavia, foram substituídos por aquelas garças, de dieta alimentar menos exigente, que vivem em um zoológico mais distante. Há uma árvore, duas, três, e mais, nas suas margens, sendo que cada uma tem uma idade diferente. Cada uma delas canta a sua própria imponência, na minha imaginação. Mas sou despertado deste devaneio por um outro ruído, este de verdade. É um rolar maquinal, que adentra a paisagem sonora como uma dissonância. A muitos e muitos passos do rio, há uma abertura para o chão. O metrô tem 25 anos, mas aquela estação foi agregada há apenas três anos, e agora oferece aos passantes a sua entrada. Entre ela e o rio enfileiram-se edifícios de diversas idades, de cada lado da rua asfaltada (com exceção de um curioso trecho de paralelepípedos, talvez esquecido pelas últimas administrações públicas).
Há também uma casa muito antiga, do início do século passado. Terá sido tombada? Sobrevive. Alguns automóveis, há muito eu não via um opala, movimentam-se discretamente na rua de mão única. Formam um pequeno fluxo. Seguem por ali, em meia velocidade, e logo vão desaparecer sem deixar vestígios. Por enquanto, todavia, fazem parte do acorde visual da paisagem. Registrei tudo, em minhas anotações. Mas agora me dirijo ao Metrô.
Ao entrar naquela estrutura moderna, que por sobre trilhos me conduzirá através de um conduto contemporâneo tão bem incrustado em uma pedra de milhões de anos, anterior ao surgimento da própria vida sobre a Terra, espero chegar em vinte minutos ao centro da cidade. Ali, naquela alternância de avenidas asfaltadas e ruas estreitas, por vezes talhadas em paralelepípedos, novos acordes de espaço-tempo me esperam. Sem ânsia maior de me mostrar a superposição de cidades que escondem e revelam, eles me indagarão, como se ressoassem do fundo de um verso: “Trouxeste a chave”? A todos perguntam a mesma coisa, indiferentes à resposta que lhe derem .
Já me demoro demais. Andar pelo espaço é viajar pelo o tempo. Retorno, será mais seguro, à reflexão histórico-geográfica
[extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p. 59-60]
Na vida há muito mais derrotas do que vitórias, mas os que mais vencem, são os que mais aprendem com as derrotas por compreenderem que é nelas que estão seus grandes estímulos!
Escondida dentro de nós há uma força que nos faz prosseguir a cada novo dia, independente das dores, dificuldades ou problemas. Essa força se chama “Deus”!
Eternamente Juntos
Há uma paz...
Há uma
Eterna paz agora!
Antes,
Depois que
Tu foste embora...
Eu remetia em sonhos
Nossas lembranças,
Mas, eu precisava
Colocar para fora…
Primeiro,
Filosofei
Em prosas
Nossos universos!
Agora,
Ascendida
Nossa paz,
Declamarei
Esses versos:
Tu morreste isso eu sei...
Até então, apenas
A toquei abraçando-a,
Sonhando contigo
Pela madrugada…
Eu também sei
Que um dia morrerei…
Por que não,
A abraçando e beijando-a,
Fazendo de ti na vida
Uma amante,
E na morte
Uma eterna
Namorada?!
Jeazi Pinheiro, in “O Último Poema”.
