Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Além das palavras do outro, há o nosso próprio interior que pede para ser ouvido. O silêncio é o caminho para nos conhecermos melhor.
Às vezes a vida silencia
E a gente pensa que perdeu
Mas há promessas escondidas
Que só o tempo revelou - Frase da música Tempo de Deus do dj gato amarelo
Há tanta paz num abraço, pode ter certeza.
É conforto num momento de tristeza, e regozijo ante um banquete posto à mesa.
Mas terrível de verdade, é o abraço forçado de quem dissimula amizade.
Inspirado em "Ouro" de Rubel e Camus
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Há algo em “Ouro” — na voz limpa e vulnerável de Rubel — que lembra aquele tipo de verdade que só surge quando a vida já arrancou todas as defesas. É a sinceridade que não tenta impressionar, não tenta convencer. Apenas existe. Apenas treme.
Camus diria que esse é o território onde nasce a lucidez: quando paramos de exigir que a vida se justifique e começamos a olhar para ela como ela é — imperfeita, incompleta, frágil. E ainda assim cheia de pequenos brilhos que não sabemos nomear.
Às vezes, o que chamamos de “ouro” não é grandeza, nem vitória, nem epifania.
É só um instante — um toque, um gesto, uma presença. Uma pessoa que passa pela nossa vida e não resolve nada, mas ilumina tudo. Uma luz breve, mas intensa o suficiente para nos lembrar que existimos.
Camus acreditava que a beleza mora nesse lugar: não na promessa, mas na experiência; não no eterno, mas no agora.
E Rubel canta exatamente isso: a delicadeza do que se desfaz, a ternura do que não tenta ser mais do que é.
Há uma força enorme em admitir que não sabemos para onde vamos.
Há coragem em amar mesmo sem garantias.
Há beleza em continuar mesmo quando nada responde.
Talvez seja essa a nossa riqueza — não o ouro que se guarda, mas o que se sente.
O ouro que nasce do improvável: do toque que acalma, da memória que aquece, da presença que resta.
No final, Camus nos lembraria que viver é empurrar a pedra sabendo que ela cai.
E Rubel nos mostra que, entre uma queda e outra, ainda há música, ainda há brilho, ainda há instantes que valem mais do que qualquer resposta.
Porque o verdadeiro ouro não pesa na mão.
Ele pesa no coração —
e ilumina o que a razão nunca alcança.
Y.C (Para Nanyzita)
Era você que minha alma aguardava!
A imagem dos teus olhos tem morada no meu pensamento há tempos
Seus toques estão gravados em minha pele, como um sinal de origem
A certeza de que um dia te encontraria nunca me deixou dormir tranquilo
Eu sei que parece estranho, mas antes da sua chegada eu já te esperava
Sentia tua energia positiva e ouvia a sua voz harmoniosa
Quando os meus olhos te encontraram, minha alma largou a matéria e abraçou a tua, sussurrando poemas cheios de saudade e alegria
Impossível descrever a sensação de reconhecimento, já que meus olhos rebeldes se enchem de lágrimas e meu coração acelera descontrolado
Agora entendo todos os acontecimentos que antecederam o nosso encontro... se o passado diferisse, possivelmente nos desencontraríamos no meio do caminho
— Destino, não sei se realmente existe;
— Tempo, desconheço quem controla.
Mas tudo o que sinto desde a sua chegada, tenho certeza, faz parte de algo sagrado e inefável
Vejo girassóis te acompanhar e a lua vive sorrindo para ti
Se um dia eu pensei em desistir dessa jornada, agora tudo se transformou
Depois que te encontrei tornou-se impossível negar que o Amor existe
A gente transborda sentimento e não há mais falta de certeza física.
Não sei o quanto pode durar o nosso eterno tempo, mas consigo visualizar em nossa volta um laço que jamais permitirei que se transforme em nó
Esqueceremos os relógios e abandonaremos os calendários para manter a promessa de apenas viver o momento.
Se um dia o "fim" chegar, tudo que compartilhamos se encarregará de tornar-se inesquecível
Porque deixamos de ser singular
E nos transformamos em algo impossível de se apagar.
Na felicidade, te abraçarei forte com toda a força que há em mim,
para que jamais se afaste de mim,
nunca mais se desprenda de mim.
E se o mundo tentar nos calar,
erguerei minha voz como trovão,
porque a verdade é chama que não se apaga,
é raiz que resiste ao tempo e à ilusão.
Não há correntes que possam prender,
nem muralhas que possam deter,
quando o coração pulsa em verdade,
ele rompe o silêncio, ele faz renascer.
Eu sou a força que não se curva,
sou o grito que não se cala,
sou a verdade que atravessa a noite,
sou a luz que nunca se apaga.
Para ver a beleza das coisas, há que se ter a imaginação aguçada, para além do primeiro olhar! Quem iria supor, por exemplo, que dentro das ostras, existissem lindas pérolas?
A coragem do olhar cuidadoso nos possibilita descobrir lindas jóias em embalagens comuns! (LJ)
Amanheça e desperte a fé e o amor que há em você.
Viva e realize os seus momentos.
Supere o amargo e edifique o bom propósito.
Seja Feliz!
___________ FranXimenes
04/11/2013
Nem sempre tenho inspiração.
Há dias em que somente o silêncio predomina,
mas a vontade de escrever está presente.
Porém , não encontro palavras certas,
é um grito silenciado pela correria do dia.
Escrever é um processo de cura interior.
Branca
Dificuldades surgem na vida de todos, porém, há quem as encare como problemas e há quem as enfrente como oportunidades de crescimento.
(...) todas as árvores são sagradas,
e devem ser preservadas,
há toda uma troca de energias no contado com a força energética contida numa árvore,
quem nunca abraçou uma árvore, encostou sua cabeça sobre seu tronco, está perdendo o colo da mãe natureza.
(...) devemos pensar em enriquecer nossa flora, preservando.
Porque preservando a natureza estaremos preservando a nós próprios, in Orixas e Essencia Divina– by Cris)
Há dores que apertam o peito e fazem acreditar que a luz se apagou.
Mas quando o coração se abre, o sol nasce de dentro, e a vida floresce outra vez.
As mãos que nos levantam, visíveis ou invisíveis, lembram: nunca caminhamos sozinhos.
O Amor nos sustenta, transforma a dor em força e devolve o brilho da alma.
Respira… a luz já está em você e sempre esteve ❤️
A PONTE
William Contraponto
O que há no horizonte
É só uma miragem?
Onde está a ponte
Que deveria ser passagem?'
Trilhar o caminho e achar a travessia
Parece um teste de sabedoria.
Essa paz sentida na imensidão
Ela também nos apavora,
Traz à tona toda motivação
Que a fuga é da margem opressora.
Aquele lugar onde a crescente afonia
Tem como causa a hipocrisia.
Qualquer pessoa que ousa questionar
Povoa a sua própria vastidão ,
Até a tal ponte encontrar
E atingir o abrigo para a expressão.
Muito além daqueles antigos rabiscos
Que ensaiavam sobre sermos nós sem riscos.
Se faltar a coragem de atravessar
Que seja a esperança,
Existe uma música no ar
Nos inspirando segurança.
Após o passo em seguida
O recomeço, uma nova vida.
O que há no horizonte
Não é uma miragem,
Ela é a ponte
Que nos dá a passagem.
Trilhar o caminho e fazer a travessia
É a continuação mais necessária.
Há Outras Flores
Sempre haverá outra flor no caminho
Talvez até sem tanto espinho
Uma que não nos faça sangrar
E seja bálsamo para as dores suavizar.
Nem tudo foi como sonhamos
Ou mesmo segue do jeito que experimentamos
O que foi pode não mais retornar,
É provável que não volte a se manifestar.
Mas, vejamos: como ainda tem estrada
E quantas são as nossas possibilidades
De que a cada nova parada
Surjam flores das mais belas variedades.
Mesmo com as marcas do que foi passado
Seguirmos é o sentido para ter o coração curado
Sendo pelas pétalas que foram conquistadas
Ou pelas próprias, na jornada, acrisoladas.
William Contraponto
Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.
Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.
O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.
Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.
Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.
E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”
