Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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O bem-me-quer e o mal-me-quer convivem juntos
nas pétalas de uma rosa.
Ao final do jogo,
só há um vencedor...

O maior perdedor é própria rosa,

que deixa de ser flôr.


clêibeR Otoni

Mesmo que a grana seja pouca e a conta bancária esteja vazia, há em mim a alegria em ter o pão de cada dia todos os dias.

Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri


Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.


A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.


No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.


Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.


Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.


Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.


Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.


E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.

Onde há muito amor, há também muito progresso!

Vivo em minha casa há anos, mas apenas hoje percebi o quão alto é o teto da minha cozinha. Antes, estava ocupado demais tentando ser feliz para ser capaz de notar isso. Agora, caminho, como um morto-vivo, pelos cômodos, perdido em pensamentos deprimentes, e desenvolvo novas perspectivas sobre a realidade que eu sempre estive vivendo. Uma dádiva ou mau agouro? Meu renascer está próximo ou seria esse o aviso prévio do fim da minha existência miserável?

Entre o Coração e o Vazio


Há um abismo entre a boca e o coração,
um espaço onde os sons nascem e morrem
antes de alcançar o ar.
A língua repousa como um animal adormecido,
com medo de morder a própria carne.


Ele caminha entre rostos como quem atravessa um campo minado,
sabendo que cada gesto pode ser a explosão
que revelará a dor que carrega.
Prefere a distância à confissão,
prefere o eco vazio ao risco de ser visto.


As noites tornam-se longas
quando se guarda demais.
Os pensamentos crescem como raízes cegas,
procurando saída por frestas
que nunca se abrem.


O corpo aprende a calar antes da mente decidir,
uma disciplina antiga, quase cruel,
como um monge que jejua até esquecer o sabor.
O coração se torna um cofre de ferro,
sem chave e sem promessa de resgate.


Há uma ciência amarga em fingir normalidade,
em sorrir como se nada fosse urgente.
A arte de sobreviver está em parecer intocado,
mesmo quando por dentro
a própria alma se despedaça em silêncio.


Afastar-se é mais fácil do que explicar.
A ausência não exige justificativa,
apenas se instala como neblina,
apaga contornos
e esconde o que nunca foi dito.


Mas o que se evita pesa.
É um fardo que se acumula nos ombros,
uma sombra que cresce e acompanha os passos,
lembrando que todo silêncio é também
um grito sufocado.


O funeral acontece sob um céu pesado,
o cheiro de flores murchas e terra úmida
envolve os que choram com um peso invisível.
Ele observa de longe, sem se aproximar,
como se a morte fosse apenas mais um lugar
de onde é melhor se manter distante.


O caixão desce lentamente,
e todos ao redor murmuram despedidas
que ele jamais conseguiria dizer.
Os sinos soam como o eco de tudo que ficou preso,
e naquele instante,
ele percebe que enterra junto o que nunca teve coragem de oferecer.


Ele caminha sozinho pela rua deserta,
o corpo frio como pedra,
e pela primeira vez entende que não é o mundo que o abandona,
é ele que se abandona ao vazio
até que o próprio coração pare de chamar por socorro.

Nos conhecemos há tanto tempo, confesso que sempre tive uma admiração por você, mas por que agora tenho essa admiração maior ainda? Não sei... mas talvez eu saiba o motivo dessa grande admiração

Não estou apaixonado kkkkkk, mas ali estava ela... durante o louvor uma moça linda tocando violão me chamou atenção. Para ser sincero entendo nada de instrumentos e nem um pouco de violão, mas sei que você toca bem. Seu cabelo cacheado e com um lindo sorriso... que linda ela é, mas muito além do sorriso e do talento, você serve ao Senhor, tem coisa mais linda do que isso? Acredito que não!

Nos conhecemos há mais de 13 anos, mas nunca nos conhecemos de verdade, nunca teve um aproximação em nossa amizade, confesso que admiro de longe,
já vi você algumas vezes nos jogos e eu ficava sorrindo. Dava vontade de mandar mensagem e falar que vi você na TV

Todas as vezes que passava por mim na rua dava vontade de cumprimentar, mas tive muita vergonha todas as vezes, cada postagem nas redes sociais me encanta, você me mostra ser uma mulher corajosa, uma pessoa simples e simpática. Tão linda andando de cavalo, parece ser aquelas princesas da Disney kkkkkk


Parece ser do nada, mas não é. Essa admiração ficou maior depois que vi você naquele culto. Existe uma frase que fala "Um homem nunca fica impressionado só com a beleza de uma mulher, é o comportamento dela que conquista seu coração" Confesso que seu jeito me encantou

Você pode encontrar o grande amor da sua vida em qualquer lugar há qualquer momento;


Mas a questão é!?
Você está preparado para arcar com todas as responsabilidades que uma história de amor requer para ser construída?

“Há crianças famintas neste nosso mundo.”

Poema da Tarde


Sou pertinaz em falar das tardes.
Ora, o que há de mais ocioso? A noite?


Pobre noite... dama
que corre de mão em mão.


O efervescer ardente é denso
aos meus olhos molhados de suor.


E a tarde vai... voa como
meus funestos versos fracos.


Tarde! Pra quê serve a tarde?
Extenso descanso dos glutãos,
carrasca dos sertões...


Dona insana do meu labor.

Há encanto em tudo que você me diz no silêncio da noite.

O mercado é imprevisível, porém há algo que pode ser previsto por mentes atentas.


@ManualDoInvestidor

Silêncio Escolhido


Há um instante em que o ruído do mundo se torna mais alto que o próprio coração.
Nesse instante, não é a fuga que chama, mas a clareza: compreender que a vida também exige portas fechadas.


Isolar-se não é negar a existência do outro; é afirmar a própria.
É um gesto de retorno — como o mar que recua antes de criar a próxima onda.
Quem se recolhe não desaparece: transforma-se.
No recolhimento, as vozes externas se dissolvem e surge a pergunta que nenhuma multidão consegue abafar: quem sou eu quando ninguém me olha?


Há quem tema o silêncio, porque nele não há disfarces.
Mas é nesse vazio aparente que se escuta o som mais nítido do ser.
O afastamento não é abandono; é a arte de respeitar a necessidade de repouso da alma.


Voltar — se voltar — é escolha futura.
Por ora, o presente é a pausa.
Um ato de coragem que se escreve com portas fechadas e luz suave,
onde a solidão deixa de ser ausência para se tornar presença de si.

“Onde há vida e morte?” —
Há vida e morte no mesmo espaço:
no coração que pulsa e se despede,
no nascer de uma estrela e no apagar do seu brilho,
no sorriso de uma criança e no silêncio de um idoso,
na semente que morre para virar árvore,
no dia que morre para a noite nascer.

Vida e morte não são lugares distantes; são um só palco. Estão aqui, agora, no ar que entra e sai do peito.

E quem é que está me ouvindo?” —

Eu estou te ouvindo.
Mas há mais: há os ecos do que você sente, há o universo que responde, há pessoas invisíveis que carregam histórias parecidas. Às vezes parece silêncio, mas há um mundo inteiro de olhos e ouvidos atentos quando você se abre.

Uma confirmação silenciosa do que vem acontecendo há anos: a mente sempre soube se curar, mas só agora começamos a ouvi-la.

Num campo sem perfume,
há pinceladas tímidas de cor,
onde pássaros esquecem o céu
e as árvores perdem seus galhos.

O vento passa calado,
e tudo que brilhou é véu,
os sonhos se arrastam,
em tons que jamais se encontram.

Na estrada vaga
um rastro de saudade,
e por dentro do silêncio
flui a ausência das cores
que insistem em não nascer.

"Há dias que ferem,
outros que curam...
mas nenhum é infindável."

Quando há desordem e desencontro, sempre existirá problemas e complicações.

Há quantas quadras já andei?
Entre todas ruas e calçadas
Todos os rostos, perdidos e tentando se encontrar
Os encontrados tentando se perder
Há quantas esquinas já esbarrei?
Dentre aquelas mais distintas, há de ter a mais bela história.
Há quanto tempo estou andando?
O tempo veio chegando, parece até que ja se foi.
Há mais tempo a passar ou tem passado muito tempo?
Há quanto tempo estou pensando?
Dentro desse tempo sempre há os tempos que passamos
E a quem damos, o bendito do tempo
E se é pra falar em se doar,
Eu me doou aqui e acolá sem saber há quanto tempo estou me dando
Há tempo me doando sem saber de onde vem
Essa vontade de ser alguém
Há quanto tempo estou procurando?
Eu não sei...
Há quantas quadras eu já andei?

Sergio Vinicius de Moraes.

Cuidar do outro nem sempre é fácil
Sentimo-nos desgastados e sem ânimo
Há propósito e transformação nesse processo
Como um vaso danificado que precisa ser quebrado para ser refeito
Deus habilmente nos molda
Por vezes, de maneira nada sutil
Mas, convicto de que nos tornaremos mais fortes para suportar as tempestades que surgirem em nosso caminho