Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

Cerca de 611378 frases e pensamentos: Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

Sempre há dois lados.

As repetições só fizeram sentido
quando parei para ver
a violenta, imensa onda —
intragável, de recuo invisível.
Para me ver limitado, sem voz, apenas assistindo.
Abro o notebook, a internet, seus símbolos e portais.
Parece que vivo há dez mil anos.
O banco deixou de ser martírio para os jogadores;
sempre foi uma nave do tempo.
Do banco ouço Chico cantar:
"ai que saudade dos meus doze anos",
"que saudade ingrata..."
A nova casa trouxe-me
quinzenas de sede e fome,
atrozes obstinências.
Mas...
a hora da alegria chega depois do dia mais cansado.
Cansado de quê, exatamente?
Hoje é dia de semana,
mas poderia ser feriado — tanto faz.
Sob um sol mais limpo, banhando tudo de luz,
a vida fica mais agradável
quando descobrimos que não é eterna.
E nada se compara à insustentável leveza da vida
sem a internet.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

Há feridas que são mais cortantes que faca de dois gumes, mas há reflexões que são bainhas sob medida!


Há feridas que sangram silenciosas, invisíveis aos olhos alheios, mas que rasgam a alma com a precisão de uma lâmina afiada.


Não é a força do corte que as torna temíveis, mas a forma como se instalam, corroendo aos poucos a coragem de quem as carrega.


Palavras não ditas, gestos que doem, perdas que jamais encontram adeus — tudo isso é uma faca de dois gumes, que fere tanto quanto ensina a temer.


E, no entanto, há reflexões que chegam como bainhas sob medida.


Elas não evitam o corte, mas oferecem suporte, amparo, um contorno que protege sem impedir o movimento.


São pensamentos que alinhavam o fio da consciência, que transformam a dor em aprendizagem, a confusão em clareza, o remorso em reconhecimento.


A bainha não tira o corte da lâmina, mas permite manejá-la com firmeza e segurança.


A diferença entre sofrer e compreender, entre se perder e se reencontrar, está nesse equilíbrio delicado.


Ferir é inevitável; ser ferido é humano.


Mas refletir com honestidade, com coragem, é criar espaço para que cada corte se transforme em cicatriz, e cada cicatriz, em história que fortalece sem endurecer.


Porque, no fundo, a vida só se revela plenamente a quem aprende a conviver com a lâmina e a bainha — a dor e a consciência, a ferida e a reflexão, o corte e a proteção.

Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.


E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…


Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?


Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.


Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.


O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.


E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.


O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.⁠

Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.


_ Mafalda⁠

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.

⁠Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.

⁠⁠Há silêncios que são capazes de fazer barulhos mais ensurdecedores do que o barulho da guerra.

Eu já sabia dessa hipocrisia na Assembleia de Deus há muito tempo. É revoltante ver como exploram os fiéis com a cobrança rigorosa do dízimo, mas, na hora em que o membro está desempregado ou passando necessidade, a igreja não estende a mão; dizem que 'é preciso ter fé' enquanto o prato do trabalhador está vazio. Pelo contrário: escravizam as irmãs para limpar o templo e arrumar cadeiras sob o pretexto de ser 'obra de Deus', enquanto o pastor ostenta um salário de, no mínimo, 10 mil reais, carro do ano e vida de luxo. Nessa hora, o discurso muda e dizem que 'o obreiro é digno do seu salário' e que 'ninguém trabalha de graça'. Engraçado que isso só vale para a cúpula, nunca para quem limpa o chão.
A hipocrisia é sem limites. Usam o nome de Deus para impor medo e exercer um controle psicológico que invade a liberdade individual, vigiando a roupa que a mulher veste e o que o fiel faz em casa, chegando ao ponto de ditarem em quem as pessoas devem votar. Transformaram o altar em palanque político e o dízimo em faturamento empresarial.
Para completar o descaso, muitos templos se recusam a deixar que o corpo de um membro seja velado na igreja, alegando normas internas ou falta de tempo. É um sistema que lucra com o suor dos humildes enquanto eles têm saúde para trabalhar e dinheiro para ofertar, mas nega até o último gesto de dignidade e acolhimento no momento do luto. É uma 'família' que te acolhe pelo que você tem no bolso, mas te descarta assim que você não serve mais para os interesses deles. Pregam o céu, mas vivem um império de ganância aqui na terra. Afinal, para esses líderes, a fé é apenas um meio de vida, e o fiel é apenas um meio de lucro.

⁠⁠Para
as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.




Há um cansaço que não se vê de longe.




Um rasgo pequeno na vela, quase invisível aos olhos distraídos, mas que muda completamente a forma como o barco enfrenta o mar.




Quando estamos feridos — por perdas, frustrações, decepções ou silêncios que doeram demais — até a brisa mais suave parece ameaça.




Não é o vento que sempre é forte demais; às vezes, somos nós que ainda estamos frágeis demais para suportá-lo.




Velas machucadas não significam fraqueza.




Significam travessia.




Significam que já enfrentamos mares revoltos, que já insistimos em continuar mesmo quando o céu escureceu.




Mas também revelam haver remendos a serem feitos, pausas necessárias, portos onde é preciso ancorar antes de seguir viagem.




Quando quase todos os ventos parecem tempestade, talvez o chamado não seja para lutar contra o céu, mas para cuidar da vela.




Para reconhecer nossos limites sem medo e sem culpa.




Para entender que sensibilidade não é incapacidade — é sinal de que algo em nós pede atenção.




O mundo continuará soprando seus ventos: opiniões, mudanças, despedidas, desafios inesperados…




Nem sempre teremos controle sobre sua intensidade.




Mas podemos escolher reparar o que foi rasgado, fortalecer o tecido da nossa coragem e aprender, pouco a pouco, a distinguir brisa de tormenta.




Porque, quando a vela é cuidada, até o vento contrário pode se tornar direção.

Indenização ao Bom Senso

Há dias em que abrir as redes sociais equivale a atravessar um mercado onde todos gritam ao mesmo tempo, mas poucos têm algo a dizer.

A sensação não é apenas de cansaço, é também de agressão sutil.
Como se a nossa cognição fosse diariamente submetida a um teste de resistência.

Diante das parvoíces que se multiplicam
com a velocidade da fibra ótica... surge a pergunta quase irônica:
Deveria existir uma lei de indenização ao bom senso?!...

Um mecanismo jurídico que compensasse os danos morais causados por opiniões rasas, desinformação reiterada e certezas infladas pela ignorância performática?!...

A proposta pode soar autoritária à primeira vista... e talvez seja....
afinal, em uma democracia, a liberdade de expressão é cláusula essencial.

A Constituição Federal de 1988 protege o direito de manifestar pensamentos, inclusive os equivocados, os imprecisos, os tolos e até os absurdos.

O Estado não pode ( e nem deve!) tornar-se árbitro do que é inteligente e do que é absurdamente tolo.

E viva essa liberdade que nos abre ao conhecimento geral e ao mesmo tempo nos
algema à suportação da parvoíce generalizada...

No entanto, há uma diferença entre liberdade de expressão e liberdade de alcance irrestrito. As redes sociais não são praças públicas neutras, na verdade são empresas privadas com algoritmos desenhados para maximizar engajamento, isso não é novidade!

Plataformas digitais como a "Meta Platforms" e o "X" operam segundo uma lógica econômica óbvia, ou seja, quanto maior a reação e o engajamento....maior o lucro.
E poucas coisas geram mais reação do que o absurdo e a mediocridade da fofoca ...

O problema não é a existência da opinião frágil,
mas sim, a sua amplificação desproporcional. A arquitetura digital privilegia o escândalo, a indignação instantânea e a polarização simplista.
O pensamento crítico e complexo, por exigir pausa e reflexão, perde espaço para a frase de efeito e o meme inflamado.

Falar em “indenização à inteligência” é, portanto, menos um projeto legislativo e mais uma metáfora ética.
Trata-se do reconhecimento de que há um desgaste cognitivo coletivo em curso.
A saturação de ruído compromete o debate público, esvazia a capacidade crítica e banaliza o erro. Fazendo o errado parecer certo... O injusto passar por justo...

Talvez a verdadeira reparação não esteja na criação de novas leis, mas no cultivo de novas posturas.
A inteligência não precisa de proteção estatal, precisa de responsabilidade individual.

Cada compartilhamento é um ato político.
Cada curtida é uma validação simbólica.
Cada silêncio também é uma escolha.

A maturidade digital exige discernimento: saber quando curtir, quando argumentar, quando ignorar e quando se retirar em silêncio... reagir com consciência a cada provocação nas redes sociais é um gesto de força, não de fraqueza.

Em tempos de campanhas pré-eleitorais devemos redobrar nossa atenção na obtenção dessa maturidade digital, né?!

O algoritmo se alimenta de indignação
e o bom senso se fortalece na contenção.

No fim, não precisamos de um tribunal para julgar a estupidez que parece reinar... Precisamos de cidadãos capazes de reconhecer que liberdade implica responsabilidade, inclusive a responsabilidade de não transformar o espaço público em palco de vaidades desinformadas.

Se houver uma indenização possível, que seja a de preservar a própria lucidez em meio ao ruído do caos.

Em tempos de excesso de voz, pensar com rigor é resistência.

Que a nossa cognição seja "indenizada" pelo nosso bom senso no almejar uma certa maturidade nessas redes sociais...
✍©️@MiriamDaCosta

A vida é um livro escrito por Deus, há qualquer momento ele pode determinar o capítulo final.

"A melhor e a pior desculpa são uma só: falta de tempo. Se há tempo como pode haver falta? O que existe é falta de prioridade, desorganização na agenda, mentira ou tudo isso, junto!"
Frase Minha 0015, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Como eu poderia saber 'exatamente' quem é Fulano, Beltrano ou Sicrano? Há quem saiba 'exatamente' quem (e como) são as pessoas?
Frase Minha 0029, Criada no Ano 2006


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Mais de 100 Anos depois, ainda há quem insista na bobagem de que Coca-Cola faz mal. Bobagem, sim! O que faz mal é Inconformismo, Inveja, Desdém e Insensatez!"
Minha Frase 0065, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Há aqueles que, de tão falsos humildes, aceitam ser 'apenas o máximo'. Até criarem grau superior ao máximo!"
Frase Minha 0078, Criada em 2006


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Eu e aqueles dois 'nascemos há dez mil anos...' Mas somente um de nós é vivo!"
Frase Minha 0119, Criada no Ano 2007


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Há coisas que me fazem sorrir, que me agradam muito e até me excitam. Exemplos, respectivamente: fatias de presunto Parma, coxas femininas e dúvidas a meu respeito!"
Frase Minha 0154, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com