Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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Há muita mulher! Que diz ser rainha! Mas com atitude de meretriz;

⁠Há... Se eu pudesse voltar no tempo...
Erraria mais! Cometeria mais equívocos
Eu iria percorrer, cortando caminhos
E talvez me amaria mais

Há... Se tivesse a chance de concertar os meus caminhos
Eu iria desconserta para conhecer a felicidade

Há... Mas como não posso!
Viverei a cuidar do meu futuro!

Nem todo espetáculo merece plateia.
Há quem precise de atenção para sustentar o próprio vazio.
A essas pessoas, o silêncio, a distância
e a ausência do nosso olhar
são a resposta mais poderosa.

Aprendo muito quando paro e vejo o caminho do homem mau. Vejo que há somente um final.

Se há tanta necessidade de negar é porque existe.

Eu sobrevivi
há dias em que ninguém me viu sangrar.
Sorri com a alma em pedaços,
andei sem rumo,
calei gritos,
engoli dores.

O mundo não foi leve comigo,
mas eu fui mais forte que ele.
Porque quem carrega fé no peito
não desiste,
ressurge.

Há pessoas que só atingem a superficialidade, algo ou alguém mais profundo (a verdade) os assusta!

⁠Há pessoas muito más, insensíveis, que são capazes de pontapear outros sem dó nem piedade, enquanto no chão, eles sofrem ou choram !

⁠CORAÇÕES SELVAGENS FLAMEJANTES

Há um coração selvagem
no peito de quem enfrenta
um tanque de guerra,
apenas com uma flor...
Um coração de amor...
No peito do poeta e do navegador
Em quem sabe viver
e vive bonito?!
Em quem sabe sangrar
e sangra bonito?!
Em quem não desiste jamais
e não entrega a luta!
Há um coração de fogo
em quem sonha
e ousa ser quem é na essência!
Há um coração de fogo
em quem sonha um mundo melhor
Há um coração de fogo
em quem sonha de verdade
o seu sonho improvável...
Em quem ama o mundo
mas diz NÃO
a podridão do mundo
Esta podridão mesma que impede um poeta de acontecer-cantar!...
Há um coração de fogo
no peito de quem dança
e descobre
que A VIDA DANÇA!
Há um coração de fogo
no peito de quem samba-chora,
Ri e não se entrega!
“E faz da dor seu carnaval!”
..................................
Coração de Fogo
Celebrador!
Rasga o peito
Tambor da Vida!
Tambor do Tempo...
Renasce
Ama
Acima de tudo a TUA verdade!
Acima de tudo
...Tu és eterno!...
Coração da Terra...
Coração de Deus...
O Universo nasceu
de ti!
Trespassado
pela lança do soldado
Três vezes negado!
Coração Sagrado!
Imaculado Coração de Mulher
Mordido
por leões violentos
Sete Vezes
...Coração Sagrado!
Mil vezes
Coroado
Coração do Menino Deus!
Verso base:
Coração...
Teu segredo é conter TUDO
Dentro de ti
O mundo
O Paraíso!

Geminiano quer falar com o mundo!

Há vezes que eu tenho
CONVULSÕES
De me pintar de rosa e amarelo
de cantar para o príncipe Charles
de chorar com as crianças da palestina
De estar simplesmente lá
na hora do tsunami
De dar um tapa na cara do ditador da nossa era...
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria mesmo era ter ouro no banco!

Eu respeito sua escolha, mas rejeito sua rejeição
Há apenas uma resposta, a escolha é sua
Está tudo nas suas mãos
Escolha apenas uma das duas: Sim ou sim?

Há libido na vida...
O que a torna excitante
vivê-la a cada instante com prazer em tê-la.

Setembrisse

Há em mim uma agonia abrandada
Um ar indecente, instigante, polêmico
Um cheiro de álamo com ar excêntrico
Quando chega setembro voo aflorada
Pelas alvoradas me repagino matutina
Feito um pássaro da manhã mais libertina
Eu me reapaixono por minha pessoa
Me sinto gaivota sobre o mar que avoa
Então eu me setembro em setembrisse
Feito as águas arroladas em crispadura
Igual Hilda Hilst libertada em amavisse
Me beijo aspirante primaveral
Velejo flutuante além do meu portal
Me oceano e me faço vergéis frutíferos
Me amo tanto em jardins paradisíacos...
Nos desejos é onde libero mea-culpa
Dissicuto minha alma sem culpa d’utopia
Em setembro me primavero liberta
Relembro os ciclos me reitero poeta
Me reciclo em finura me rabisco poesia
Amor e loucura a setembrisse me planta
Ah!... Setembro floreiro que de flor me amanta...

O que precisava acontecer

Há momentos em que a vida pesa tanto que a única ideia possível é ir embora.
Não por covardia, mas por exaustão.
Quando a mente adoece, qualquer distância parece salvação.

Mudar de lugar, às vezes, é só uma tentativa de silenciar o que grita por dentro.
Acredita-se que a dor ficará para trás, esquecida no endereço antigo.
Mas a dor viaja leve.
Chega antes.

O novo cenário não traz descanso imediato.
O corpo se adapta, mas a alma demora.
O que antes era rotina vira improviso.
O que era casa vira abrigo temporário.

E então nasce o primeiro arrependimento silencioso:
o de ter deixado algo amado para trás.
Não por falta de amor,
mas por excesso de cansaço.

Algumas paixões não morrem.
Elas apenas ficam guardadas num lugar onde dói mexer.
Evitar lembranças vira defesa.
Fotos não vistas.
Histórias que continuam sem quem partiu.

Há sempre quem diga depois:
“Você deveria estar lá até hoje.”
Como se a vida fosse linha reta.
Como se existisse apenas uma versão possível do destino.

Mas há verdades que só quem atravessou entende:
se não tivesse sido naquele tempo,
teria sido em outro.
Se não fosse daquele jeito,
seria de outro.

Porque certas experiências não são escolhas isoladas.
São travessias inevitáveis.
A vida cobra não para punir,
mas para ensinar.

O arrependimento, então, muda de forma.
Deixa de ser culpa
e vira compreensão.

Entende-se que nem toda saída é fuga,
nem toda volta é fracasso.
Algumas decisões salvam a vida,
mesmo quando custam um sonho.

E quando o tempo passa
porque ele sempre passa
fica claro que não era sobre o lugar perdido,
mas sobre a pessoa que precisava ser reconstruída.

Por isso, se hoje algo dói ao lembrar,
não se condene.
Talvez aquilo não tenha sido erro.
Talvez tenha sido caminho.

Difícil.
Necessário.

E se houve aprendizado,
se ainda existe sensibilidade,
se o coração continua capaz de sentir e recomeçar,
então nada foi em vão.

A vida não exige perfeição.
Exige coragem para continuar.

E quem sobrevive à travessia
não volta menor
volta mais consciente
do valor de estar vivo
e presente
agora.

Há gente estúpida no meio dos sábios, até que aprenda, com humildade, a imitar o exemplo de servir uns aos outros com honra, humildade, apreciação e amizade.

Ordem e progresso ou administração da pobreza?



Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.


A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.


Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.


Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.


Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.


Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.

Há pessoas que entram na nossa vida sem pedir licença
e, sem perceber, viram morada.
Você é assim.
Especial de um jeito raro, desses que não fazem barulho,
mas mudam tudo por dentro.
Existe em você uma luz que não se esforça para brilhar
e talvez por isso ilumine tanto.
Seu jeito, suas palavras, até seus silêncios
têm um peso bonito, daqueles que aquecem o coração
mesmo quando não deveriam.
Queria que você soubesse o quanto é incrível,
o quanto inspira, o quanto faz bem existir.
Mas algumas verdades não nasceram para ser ditas.
Elas vivem melhor guardadas, protegidas,
como um segredo que não dói — apenas cuida.
Então sigo assim:
admirando de longe, torcendo em silêncio,
respeitando o que não pode ser atravessado.
Se algum dia você sentir, sem saber por quê,
que é especial para alguém,
saiba… é verdade.
Mesmo que eu nunca possa dizer.

⁠Em cada pensamento, há uma grande oportunidade para fazer história!

⁠Há nestes tempos e já houve em outros, muitos desastres totalmente naturais, onde grande parte foram ocasionados por conta de seu processo e de sua transformação inerente, e que de certa forma são muito difíceis de serem evitados. No entanto, há muitos outros que são causados e/ou potencializados pelo próprio ser humano, que poderiam simplesmente serem evitados, pois existe uma fonte não natural causadora, e nestes casos a sua ocorrência é influenciada pela ganância, insensibilidade, irracionalidade. Onde está a consciência humana nestes fatos.

Recusando-se a ser um número.


Há pessoas que sendo minorias, se recusam a ser mais um número. A miúdo, são alvo de troça,mantidos de lado, e são sempre alvo da ignorância generalizada.
É por causa disso, da sua independência que não se encaixam onde os outros se sentem confortáveis. É por causa disso que as modas deste mundo não lhes dizem nada. Eles são quem cria a moda, a mudança e a revolução. É devido à sua individualidade que não entram nas multidões, deixam de lado os argumentos inúteis e a insensatez que muitos têm por lógica. Estes indivíduos são acima de tudo individuais e nunca numeros. Após séria consideração é inovador não querer ser um Zero, mas almejar a ser um Ó dos grandes.