Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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“Monólogo do Inescolhido - Ato III”


Cheguei ao ponto em que não peço mais.
Não há súplica, não há oração, não há sequer o gesto de estender a mão.
Eu entendi, ninguém vem.
E essa ausência não é acidente, é destino.
Há algo de terrivelmente claro nisso, o amor é um banquete e eu nunca tive assento à mesa.
Passei a vida à porta, ouvindo risos, sentindo o cheiro do pão quente, mas sem jamais ser chamado a entrar.
No começo, eu batia.
Depois, esperei.
Agora, apenas caminho em círculos, acostumado ao frio que sempre coube a mim.
E não é que a solidão seja inimiga, não mais.
Ela se fez carne da minha carne, me moldou os ossos, me ensinou a calar.
Eu sou feito dela e ela de mim.
Não nos suportamos, mas não nos largamos.
O amor?
Talvez exista, mas não para todos.
Talvez seja como a luz do sol, que aquece o mundo, mas deixa algumas frestas eternamente na sombra.
Eu sou uma dessas frestas.
E não há tragédia nisso, apenas constatação.
Estou cansado, sim.
Mas já não é o cansaço da espera.
É o cansaço de quem aprendeu a andar descalço sobre pedras e já não sente dor nos pés.
A dor virou hábito, a falta virou pele.
Se algum dia alguém me escolher, não saberei mais o que fazer.
Meu corpo, acostumado ao vazio, talvez não reconheça o toque. Talvez até recuse.
E assim termino... Não como quem implora, mas como quem aceita sua condição.
Não sou escolhido.
Nunca fui, nunca serei.
E isso, por mais cruel que seja, é também a minha forma de existir.

Sem congregação

Há vantagens em não pertencer a uma igreja local! Sim em não pertencer a uma religião! As vantagens são: Não estar ligado a nenhuma verdade humana; só receber o evangelho puro da bíblia; Não ter conflitos com pastores; viver directamente dependente do Espírito Santo; Não ter conflitos com pastores sobre Batismo no Espírito Santo, nem sobre Dons do espírito Santo e mesmo ministérios de Jesus Cristo.

Enfim viver somente lendo a bíblia, sem conflitos Sobre escolas escatológicas: Pre - Tribulacionismo, Meso-Tribulacionismo, Pós -Tibulacionismo. Ou ainda: Pré - Milenismo, Amilenismo, Pós-Milenismo. Ou mesmo escolas: Futurista, Preterista, Historica e idealista. Enfim vivendo em comunhão com o Senhor até que ele Venha!

Não há como ser grande, sem ser pequeno. Nem muito menos, ser exaltado, sem ter sido humilhado.

De fato, o tempo não se detém.
Ele devora silêncios, limita a existência.
Há, contudo, os que se julgam infinitos no reflexo do próprio ego,
ociosos de alma, doentes de vaidade, vazios de essência.
E no fim, resta apenas o eco —
a lembrança de um instante que ousou ser vida,
e já se perdeu no abismo do passado.
Atila Negri

Contra fatos, não há mentira que se sustente.

Marieci
1

Ali tão pertinho, onde não podemos ver, há um segundo de distancia, está ele, o futuro.

O futuro que você tanto esperou e sonhou, o futuro onde só voce sabe como se imaginava, acredite você está vivendo o futuro sonhado por você um dia, agora.

Neste exato momento.

Aproveite!

Seja Feliz!

Não há como pedir a direção de Deus se insistimos em caminhar por estradas que Ele já avisou que não levam à vida.

Sou inteira
não há fronteira
entre a vida pessoal e o trabalho.


O tempo me pede cuidado:
distinguir o urgente
do importante.


Pergunto a mim mesma:
até onde quero ir
ao custo do esgotamento?


De que vale consumir mais,
se o preço
é a saúde ou a sanidade?


Antes que a natureza imponha sua resposta,
preciso aprender
a impor a minha.

Algumas pessoas se preocupam tanto com seu lado exterior
que esquecem que não há maquiagem que dê jeito no estrago emocional.

Quando você alcança a verdadeira estabilidade, percebe que não há mérito em ser admirado pelo que possui, nem pelo lugar onde está, mas em ser fiel ao propósito que te sustenta.É nesse ponto que a alma amadurece. Quando a necessidade de aplausos morre e nasce o desejo de agradar apenas a Cristo.

Quando você alcança a verdadeira estabilidade,percebe que não há mérito em ser admirado pelo que possui, nem pelo lugar onde está, mas em ser fiel ao propósito que te sustenta.

“Princípios não se negociam. É melhor morrer com honra do que viver como um covarde. Não há mérito nem orgulho em viver uma vida que não lhe pertence.”

Há tantos sofrimentos na vida que não há obstáculo que não possa ser superado.

O momento crucial é ver o coração das pessoas.

É isso que nos permite ver o que é bom e o que é ruim.

“Quando o corpo sofre, a alma floresce”.

Não há nada melhor que estar em paz consigo mesma e com a sua trajetória até aqui...

Há um jeito bonito de Deus ajeitar o que parecia perdido.
Ele não apaga histórias; apenas muda o rumo das linhas.
O que hoje parece ponto final,
amanhã pode ser só uma pausa antes de um novo começo.


A vida é feita de parágrafos que se reinventam,
de páginas que se reescrevem com o tempo,
de capítulos que a gente nem imaginava viver.


Nada está totalmente pronto.
Nem a gente. Nem os sonhos.
E é justamente aí que mora a beleza:
no movimento constante de aprender, sentir e recomeçar.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Há decepções que Deus permite não para ferir, mas para proteger.
Quando alguém nos decepciona, é como se o céu dissesse: “Não era ali que Eu queria ver o teu coração descansando.”
Superar é confiar que o que foi tirado não te diminuirá, apenas abrirá espaço para o que realmente vem de Deus.

Se há algo que aprendi contigo, é que o amor verdadeiro não exige presença, ele apenas existe. Não se quebra, não se cansa, só muda de forma para continuar vivendo. E se o destino ouvir o que digo agora, que ele saiba "Não quero voltar no tempo, quero apenas continuar".

Há dias em que o melhor é ficar quieto. Não por falta de palavras, mas porque o tempo ainda escreve as respostas.

Há amores que não se explicam.
Eles não vivem só na pele,
mas permanecem na alma.
E quando o tempo passa,
a admiração não some…
ela só cresce.

Todos nós temos uma escolha. Mesmo que, em alguma situação, achemos que não há saída ou que não existem escolhas, sempre há duas opções.

É certo que, quando acreditamos que não há outra saída, é porque sabemos que a decisão mais correta é justamente aquela que trará mais sofrimento. E, por isso, a isolamos, pois temos medo de enfrentar o que seria iminente e sem perspectivas. E quando o sofrimento não traz recompensas, é difícil encontrar razoabilidade nessa escolha, mesmo que ela seja a mais certa e honesta.

É por isso que digo que, nessa guerra que travo dentro de mim, é impossível que haja empate. Nunca poderei conviver com o meu monstro. Ou eu venço, ou ele será o vencedor. Nós dois não podemos viver lado a lado.

Quem cederá? Esse monstro que se nega a ceder aos meus ataques constantes de esperança, subserviência, respeito e bom humor, e que, através da sua paciência em não reagir a nada, me mostra que os meus fracassos em incomodá-lo apenas me tornam mais fraco.

Esse monstro não reage, não ataca, não revida. Apenas se utiliza da minha fragilidade, dos desgastes mal-sucedidos, e avança lentamente, passo a passo. E, com essa estratégia, vai conquistando uma área cada vez maior do meu império.

E o pior de tudo isso é que toda área que ele conquista é impossível de ser recuperada. Não há como voltar atrás. Tenho apenas uma opção: não permitir que ele avance. Mas o meu monstro é inabalável. Ele continua, silenciosamente, a conquistar.

Tudo o que lanço contra ele não dá resultados. Táticas de guerra, alianças políticas, concessões de privilégios — nada tem efeito benéfico a meu favor.

E agora estou ficando cansado. Cansado de tentar avanços sem sucesso, até mesmo invasões de inteligência e artilharia pesada que, no fim das contas, apenas atingem o meu próprio reino.

Na grande arte da guerra, o importante é conhecer bem o inimigo. Mas o que estou vivenciando é que, quanto mais conheço o meu monstro, mais o alimento — e mais forte ele se torna.

Quanto mais entendo como ele ataca, mais o conhecimento de sua força me faz recuar ou me tira as forças. E talvez seja isso que ele quer. O conhecimento de seu poder me desanima, e ele avança mais uma linha.

Mas, nessa guerra, não existe bandeira branca ou pedido de trégua. Não pode ser uma guerra milenar ou histórica. Alguém terá que vencer.

E essa é a grande questão: eu nunca perco. Eu nunca serei conquistado. Eu nunca me entregarei. Não suportaria viver na condição de vencido, nem aceitar ser escravo do meu monstro.

Isso, nunca. Não vou fugir. Mas, quando não conseguir mais defender meu reino, simplesmente desaparecerei. Pois não serei lembrado por ter sido escravizado, nem por terem levado meus despojos. Mas citarão meu nome como o de um guerreiro que, mesmo diante de um inimigo invencível, defendeu e honrou sua dignidade, e viveu até o limite de suas glórias já conquistadas.