Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há um sopro divino que nos visita ao nascer.
Nele, há um segredo que poucos percebem: viver não é apenas existir.
Respirar não é suficiente para que a vida floresça;
é preciso entregar-se ao outro, tocar almas, plantar esperança.
A existência, quando vivida apenas para si,
vira deserto árido onde a alma se perde na sede do próprio ego.
Mas o servir… ah, o servir é rio que brota do coração
e corre para irrigar terras secas, levando alívio, cura e sentido por onde passa.
Servir é reconhecer a presença de Deus em cada rosto. É colocar-se a caminho, não para ser visto,
mas para ver o outro.
É descer do trono da própria vaidade e ajoelhar-se diante do mistério da vida que habita no próximo.
O Mestre nos ensinou isso com os próprios pés,
lavando os pés dos discípulos,
mostrando que o verdadeiro poder é amar.
Não há grandeza maior do que doar-se,
porque é no dom de si mesmo que o céu se abre sobre nós.
Quem não serve, adoece.
Quem não ama, endurece.
Quem não reparte, empobrece.
A vida só ganha plenitude quando transborda em outros corações
Segueira de Poder
Há quem caminhe no alto, mas seus passos não ecoam para todos.
Escolhe sempre as mesmas vozes para ouvir, como se o mundo fosse feito apenas de um pequeno círculo de aplausos.
O restante, ainda que brilhe, é mantido na sombra, aguardando um olhar que nunca vem.
É curioso ver como alguns são erguidos com facilidade, enquanto outros carregam o peso do silêncio.
No fim, o poder se mostra não na grandeza, mas no estreitamento da visão.
Entre todos os tormentos que a alma humana pode suportar, não há nada mais dilacerante do que ver-se privado daquilo que deveria estar ao seu alcance. Contudo, mais cruel ainda é ser rejeitado, expulso, traído... justamente por aqueles que um dia juraram ser o porto seguro ao qual eu recorreria em minha hora de maior necessidade. Essa ferida não apenas consome o coração — ela desperta a chama da revolta.
“Onde há vida e morte?” não é só uma pergunta — é um espelho da existência.
Esse texto fala do espaço entre o começo e o fim, onde tudo o que somos acontece. Ele mostra que vida e morte não estão em extremos opostos, mas convivem no mesmo palco: no respirar, no sentir, no amar, no deixar ir.
Cada batida do coração é uma lembrança de que algo nasce e algo parte dentro de nós. A semente morre para virar árvore. O dia morre para a noite nascer. O silêncio morre para dar lugar à palavra.
A mensagem é sobre consciência e presença — sobre entender que tudo é passagem, mas também é milagre. Que mesmo na dor há beleza, e mesmo na despedida há um tipo de nascimento.
“E quem é que está me ouvindo?”
pergunta o texto.
A resposta é simples e eterna: quem sente, entende. Quem vive, escuta.
Este é um texto sobre vida, morte, recomeço e escuta interior — sobre a parte invisível de nós que continua florescendo mesmo quando tudo parece acabar.
— Purificação
No mundo não há evolução sem a educação.
Sem professores ninguém educa nada.
Onde não há cultura
A ignorância nada de braçada.
“Há silêncios que gritam mais que palavras — e fingir não ver, às vezes, é a forma mais elegante de dizer: eu sei.”
Há dores que a mente não entende,
porque foram escritas para o coração ouvir.
É aqui que a emoção se ajoelha diante do sentimento
e o sentir humano toca o divino.
—Purificação
Todos nós por algum motivo, acabamos entrando dentro de uma tempestade, não há mérito algum nisso, o grande mérito existe apenas quando você sai ileso dela.
Há dias em que a gente não entende o porquê das pausas,
o silêncio parece longo demais
e o coração quase perde o compasso.
Mas Deus conhece os caminhos que os nossos pés ainda não pisaram.
Ele planta esperança na terra mais seca
e faz brotar beleza onde parecia não haver vida.
Confiar é respirar fundo,
soltar o controle
e acreditar que o amanhã já está cuidado.
Há sempre um recomeço sendo preparado no céu —
e quando chegar, vai fazer sentido.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.
Marcilene Dumont
FUNÇÃO FINAL
No fim, não há prêmio, nem festa.
Só o cansaço que não se despe.
Só o corpo que ainda se presta
A fazer o que ninguém mais quer.
Sou o que cumpre, não o que sonha.
Sou o que segue, não o que escolhe.
Sou o que vive, mas sem vergonha
De saber que a vida me engole.
E quando tudo enfim cessar,
Não haverá quem vá lembrar.
Só o vazio que vai ocupar
O lugar que fui — sem durar.
Jerónimo Cesarina
“Quando uma mulher decide ir embora, não há súplica que a faça voltar. O coração dela não quebra: ele se fecha, com destinatário escrito ‘devolvido ao remetente’.”
Ergo em mim um templo discreto,
feito de disciplina, foco e fé.
Não há colunas de mármore,
mas pilares de consciência.
