Sei que Vou me Arrepender

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⁠Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠O fim de semana está chegando.
E com ele vem você.
E eu não sei se estou pronta pra te ver de novo.
Não sei se vou conseguir te olhar nos olhos, na verdade, vou até tentar não te olhar nos olhos,
mas sei que meu corpo vai saber que você tá ali.
Ele nunca conseguiu disfarçar.
Tenho medo de congelar quando te vir.
De não saber o que fazer com as mãos.
De não saber o que dizer, ou pior ainda, dizer a coisa errada.
De não saber como fingir que tá tudo bem ter você ali tão perto de mim por horas.
Toda vez que nos encontrávamos nesse tipo de ocasião, o final era sempre o mesmo: indo embora com você.
Finais de noite que nunca eram exatamente “finais”.
Era estranho, né?
A gente nem se pertencia de verdade.
Mas, no fim da noite, quando todo mundo já estava indo pra qualquer canto,
nós dois já sabíamos onde queríamos estar.
Sim, como eu disse no final daquela primeira carta pra você: naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
Você dirigia com uma mão e a outra sempre achava um jeito de me acariciar.
A gente falava sobre tudo (e sobre todos) e, entre uma risada e outra,
os segundos de silêncio após a conversa davam início a algo que durava até o sol raiar. As madrugadas e manhãs eram nossas, e o banco do carro virava cama, refúgio, bagunça.
A temperatura elevada no interior daquele carro destoava do frio que provavelmente fazia do lado de fora.
E agora eu vou te ver…
Mas não vai ter mais você me esperando no fim da noite.
Não vai ter aquela troca de olhares que dizia: "vamos?"
Não vai ter a despedida lenta antes de abrir a porta,
nem o silêncio confortável no abraço um do outro que dizia tudo que a gente nunca teve coragem de dizer.
Meus brincos não vão mais ficar no chão do seu carro.
O sol neste dia vai nascer sem nós dois pra admirar.
As lanchonetes não nos verão procurando por elas, famintos, de madrugada.
E nem o seu perfume vai ficar na minha roupa.
Enfim, te ver agora, com talvez os mesmos olhares, mas sem o nosso depois, me dá algo que nem sei explicar.
Então, quando a festa acabar, uma que estaremos no mesmo lugar, pela primeira vez vou embora sozinha.
Ou com alguém que definitivamente não vai ser você.
Quem sabe eu consiga até ir embora de você.

Inserida por meuspensamentos

⁠Eu conheço esse homem há mil anos. Eu sei quando ele mente.

Inserida por pensador

⁠Sei reconhecer uma atleta que vai para as Olimpíadas.

Olympo (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Às vezes, não sei se o que penso é real.
Minhas ideias parecem simples devaneios — ao mesmo tempo me perturbam e me libertam dos meus medos.
Para quem observa meus textos, talvez pareça loucura. E tudo bem.
Me identifico com Raul Seixas:
“Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes…”
O que eu era há um segundo já não me representa mais.
Esse “eu” que você viu passou.
Você conheceu o Tarin que morreu há instantes.
Se quiser me entender, tente conhecer o Tarin que está aqui agora.
Só assim suas conclusões farão algum sentido.

Inserida por TarinMichael

⁠Eu não sei o que me espera. Só sei que Deus já está lá, onde eu ainda nem cheguei. Talvez o que venha não seja o que pedi em silêncio, mas será o necessário. Entreguei tudo a Deus. As vontades, as pressas, as urgências que construí como escudos, e todas as certezas que forcei até virarem fardos. Deus não se atrasa, Ele só espera a gente cansar de fingir que dá conta sozinho. Tem algo incrível acontecendo mesmo quando não compreendemos. Não sei se é resposta, milagre ou recomeço, talvez tudo junto. Mas sigo com uma esperança bonita, uma fé quieta de quem sabe que o tempo de Deus faz tudo acontecer no momento certo. Nenhum milagre chega antes da hora. Há portas que já começaram a ranger nas dobradiças e, quando Deus decide girar a maçaneta, não há nada que impeça o novo de chegar. Há bênçãos atravessando distâncias que nem saberia explicar, e há algo dentro de mim que reconhece: Deus está prestes a fazer algo lindo, e mesmo sem compreender os contornos do que virá, permaneço aqui: de alma aberta e vontade de agradecer por antecipação. Porque fé, às vezes, é isso: uma espera de mãos dadas com o que ainda nem chegou, mas já tem gosto de recomeço.

Inserida por roberioamorim

⁠Eu não sei o que me espera. Só sei que Deus já está lá, onde eu ainda nem cheguei.

Inserida por roberioamorim

⁠Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.

Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.

Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.

No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Quando tu me olhou, perdi a cabeça
Sem perder o tempo, joguei na mesa
Sei que gosta da pressa e da calma
Sei que gosta do jeito que
Eu falo tudo que tu gosta

Inserida por assessoriaangelo

⁠Não sei se tá calor
Ou se é você
A cama desarrumou
O que deve ser?

Inserida por assessoriaangelo

⁠A janela embaçou
O que deve ser?
Não sei se tá calor
Ou se é você

Inserida por assessoriaangelo

⁠Não sei se você notou
Que eu tô
Tô afim de você
Pois você acende
O verde e o vermelho
Não mostra intenção

Inserida por assessoriaangelo

⁠Amor,
Não sei como é teu rosto há tanto a tempo
Não provei mais o gosto do teu beijo
Não sei mais como é amar

Inserida por assessoriaangelo

⁠Texto criptografado

"Desconectado de mim, travado no outro"

1- É, não sei dizer ao certo
16- Desejar alguém é extremamente complicado
2- o que senti na noite de sexta
17- para o meu eu, como se esquecesse
3- para sábado, foi uma mistura de
18- que basta um simples esforço,
4- ideias novas com ideias acumuladas,
19- um simples diálogo, e pronto
5- eu realmente estava
20- aquela pessoa pode passar a me desejar, ou não
6- em processo final de desconexão.
21- e tá tudo bem. Mas algo me impede,
7- Agora só sinto que deveria
22- algo me sabota, como se eu
8- talvez ter feito mais, me expressado
23- temesse ser zoado ou temesse receber em
9- melhor, seria mais prático
24- troca a negação, ou de fazer tudo
10- e consumiria menos a minha
25- errado novamente. Eu juro que não
11- mente. Lidar com essa ideia de que
26- sei, mas estou me dedicando para
12- eu devo encontrar alguém, me
27- que isso suma de vez, que
13- deixa ao ponto de não saber conversar
28- esses pensamentos que me auto sabotam sumam
14- da forma que eu desejo quando
29- e eu consiga explorar os prazeres da
15- estou perto de uma garota. Desconexão.
30- vida ao lado da pessoa que escolher.

Inserida por LuizDNK

⁠Carta para minha versão silenciosa

Ei, Aline…
Eu sei.
Eu sei que às vezes dói demais estar em um lugar e se sentir invisível.
Ver todo mundo rindo, conversando, trocando,
e você ali — presente, mas como se não estivesse.

Sei como é estar com o coração cheio de coisas bonitas pra oferecer,
mas a boca travada,
as palavras presas num canto que você não sabe alcançar.
Sei como parece mais fácil sorrir de canto e se recolher.
Como parece mais seguro observar, mesmo quando o que você queria era ser chamada pra dentro.

Você se culpa por ser assim.
Acha que a introversão é um defeito.
Que se você falasse mais, fosse mais leve, mais “solta”, tudo seria diferente.
Mas deixa eu te lembrar, com muita delicadeza:
Você não nasceu pra ser cópia de ninguém.
Você não está errada por ser profunda.
Você só precisa de espaços onde a sua profundidade seja respeitada — e não sufocada.

Você sente mais.
Você percebe o que os outros não veem.
Você se conecta com as crianças porque elas não exigem performance.
Elas só querem presença — e nisso você é inteira.

Você não é vazia por falar pouco.
Não é fraca por se calar quando algo dói.
Você é sensível. E essa sensibilidade merece ser honrada.

Mas se tem dias em que a sua própria introspecção parece te isolar,
tudo bem reconhecer isso também.
Você pode crescer, pode aprender a se abrir aos poucos,
sem precisar apagar quem é.

Você pode, sim, achar pequenos caminhos pra sair desse silêncio.
Pode treinar um “oi”, um “posso sentar aqui?”, um “gostei da sua roupa”.
Pode praticar sem pressa.
Pode falhar, voltar pra dentro, e tentar de novo depois.
Porque o mundo pode ser cruel com os quietos —
mas dentro de você mora um universo que merece ser vivido.

Você não precisa ser a que fala mais.
Você só precisa ser a que se escuta primeiro.
E hoje, Aline, eu te escuto. Eu te vejo.
E espero que você também comece a se ver.
Do jeitinho que é: silenciosa, mas cheia de amor.

Com todo carinho,
De você para você.

Inserida por alineoliveirab

⁠Máscaras

Eu te olho e sei que você não
é verdadeiro comigo.
Mas, tudo bem.

Todos nós escondemos nossos
verdadeiros eu, tampando
tanta fraqueza e insegurança
através de máscaras.

Seria hipocrisia lhe pedir para
tirar esta tua máscara, até
porque, eu não sei se te
mostraria a ti meu verdadeiro rosto.

Tenho medo de que você me
conheça e não goste de mim.

Na verdade, eu tenho medo
de que eu não seja essa
mentira que eu inventei.

Então continuaremos neste
baile de máscaras, pelo resto
de nossas vidas.
Dançar pra sempre.

Inserida por Rezew

⁠Eu até queria conversar,
mas o tempo não vai esperar.
Eu até queria te amar,
mas não sei como me mostrar.
O sonho logo vai terminar,
mas, antes de tudo acabar,
posso ao menos seu nome perguntar?

Inserida por Pedro7849

⁠Voltando pra casa do hospital hoje me veio em mente:
.
Eu só sei que, em minha busca incessante por Deus e pela Fé, em verdade descobri, que tudo é relativo e que isso é absoluto.

Inserida por Molini

⁠Não sei ao certo em que ponto da caminhada você está agora. Se no meio do cansaço, da espera, da luta ou se já conseguiu escutar o som manso das respostas chegando. Deus tem o seu próprio tempo. E agora, Ele está abrindo espaço para te alcançar. Às vezes a vida parece tão difícil, mas respira fundo. Porque está vindo aí uma fase linda. Daquelas que a gente nem acredita no começo. Mas será como se, de repente e, Deus decidisse alinhar tudo para tr
mostrar que o melhor continua por vir. As coisas vão começando a dar certo. Sem pressa, mas com carinho. Um carinho que só Deus tem. Você vai perceber estar vivendo o que antes só conseguia imaginar. Não vai ser perfeito. Afinal, o processo sempre dói um pouquinho.
Mas dessa vez terá sentido. Como quem entende que tudo tem um propósito. Você viverá uma fase da vida de orações respondidas e milagres. A fase da colheita. Das sementes que você plantou quando ninguém via. Dos sorrisos que ofereceu. Do bem que você fez sem esperar de volta. Vai acontecer aos poucos, como tudo que é de verdade. Um sinal aqui, uma coincidência ali, um alívio que você não sabe explicar. Você vai sentir a alma voltar a vibrar como se a paz te abraçasse, te acolhendo, depois de tudo o que você passou.

Inserida por roberioamorim

⁠No fim das contas, a nossa presença neste mundo é só de passagem. A única coisa que eu sei que vai ficar quando a gente for embora será aquilo que fizemos por amor, os corações atingidos por nós e as vidas que tocamos.

Dulce María
Dulce amargo: lembranças de uma adolescente. São Paulo: Universo dos Livros, 2015.
Inserida por pensador