Sei que Vou me Arrepender
Sozinho
Até hoje não sei dizer
O que lhe fiz pra te perder
Sozinho, sozinho..
Eu pensei só no amor
E um castelo de papel
Sozinho, sozinho...
Como eu fui te perder?
Não quis ficar sem você
Jurei não me apaixonar
Sozinho, sozinho
Eu me apaixonei
Minha palavra eu quebrei
E ela me deixou
Sozinho, sozinho...
Eu quase não pensei
O que eu irei dizer
Quando eu já tinha dito, me apaixonei
Entre tantas coisas, eu não pude explicar
O porquê de te amar assim, sozinho..
"Pode até ser que eu tenha jeito de camponês, mas eu sei reconhecer uma beleza rara quando vejo. E a sua me deixa sem jeito. Acho que estou me apaixonando, de verdade."
(...) O que eu sei é que quando se acha que um foco da vida não é experimentar se experimenta esse achar. (...) Vivenciando, experimenta-se as coisas relativas ao não experimentar quando não se experimenta. (...)
A cada passo a exaustão,
O seu peso já consigo sentir,
Já não sei se consigo segurar meu coração...
As forças se vão,
E o que mim resta então?
Dor, desespero, amargura de uma vida..
Será que somente isso é o que alcançarei?
Há se pudesse voltar ao tempo.
Faria diferente?
Não sei..
A única coisa que sei é que não posso parar.
Ainda tenho uma esperança,
Que tudo farei para algo melhor lhe proporcionar..
São tantos obstáculos que não conseguir falar:
Nem tudo é ruim.
Teu sorriso sorriso é o alívio minha dor,
Teus passos são descanso do meu cansaço,
Seu abraço é um renovo da minha força.
E Olhando pra vocês ,filhas, mim pergunto novamente:
E o que mim resta então?
O amor de um abraço,
A pureza de um sorriso,
A esperança,a persistência e a felicidade em cada conquista..
E mim lembro de outra pergunta:
Há se pudesse voltar o tempo. Será que faria diferente?
Não! Não faria.
Enfrentaria tudo só pra tê-las em meu abraço.
Obrigado por mim ter como mãe.
E obrigado minha rainha, minha doce mãezinha.
Hoje sei o quanto não é fácil ser mãe..
Mesmo assim a senhora não desistiu
Nessas simples palavras lhe dedico minha gratidão...
E assim vou encerrando lhe pedindo a benção minha mãe!
Te amo 💟
Você tem ideia do que é ser uma mulher? Eu não tenho, mas eu sei o que elas falam. E o medo constante de você ser uma mulher num mundo machista e opressor em que você tem medo de ser estuprada constantemente é justificativa suficiente para, se você tem o desejo de falar isso para uma mulher, calar a sua boca
Carta que nunca será enviada
Eu não confio mais em você. E, pra ser sincero, eu nem sei mais quem é você. Por muito tempo, eu acreditei que te conhecia. Que havia em você algo que me despertava curiosidade, vontade de estar, de ouvir, de entender. Mas hoje, não há mais nada aí que me faça querer permanecer. Nenhuma faísca. Nenhuma vontade de tentar te conhecer de novo.
Eu te ouvi assumir seus erros. Ouvi você dizer que estava sobrecarregado, que descontou em nós o que não era nosso. E, veja bem, não estou aqui pra invalidar sua dor — nem a sua nem a minha. Mas também não vou fingir que não escutei, no meio disso tudo, você deixar claro que esse arrependimento não era sobre nós, não era sobre o que causou, era sobre você. Sobre você se sentir bem consigo mesmo. Sobre você tirar esse peso das costas.
E tá tudo bem. Sabe? Eu até entendo. Cada um lida como pode. Mas eu, André, acredito que arrependimento nasce quando a dor que você causou no outro pesa mais do que o desconforto que você sente consigo mesmo. Quando se pede desculpa só pra aliviar o próprio peito, sem se importar com o peito do outro... pra mim, isso não tem valor nenhum.
No fundo — e aqui está talvez a parte mais cruel disso tudo — eu sinto falta do que eramos. E é essa saudade que me faz, teimosamente, pensar em dar mais uma chance. Só que... chance pra quê? Pra quem? Porque você não é mais aquele que eu achei que conhecia.
Quando voltei, senti que não havia mais espaço pra mim. Você já tinha outros. E eu, que sentia sua falta, percebia, na mesma medida, que meu sentimento não fazia diferença nenhuma. E segui... me mantendo no meu lugar, no silêncio que você me deixou.
Aí sua vida virou de cabeça pra baixo. E me pergunto... desde quando sua identidade dependia tanto de quem estava do seu lado? Desde quando você só conseguia se amar se alguém te amasse de volta? Porque, de repente, você não era mais aquele cara doce, gentil, atencioso. De repente, tudo virou distância, silêncio, respostas curtas e olhares pesados.
Você demorou tanto pra me contar... e nem era sobre o que você viveu. Era sobre a distância que você escolheu criar enquanto eu só esperava que você me visse. Que você, ao menos, me notasse. E mesmo quando soube, eu só fiquei chateado. Chateado, não bravo, não ferido a ponto de te julgar como você achou que eu julgaria.
“Vocês me conhecem”... Pois é. Nem você se conhece. Eu só achei que conhecia. E achei, também, que você me conhecia.
Eu estava disposto, sabe? De verdade. Eu estava pronto pra deixar tudo isso pra trás e seguir, do jeito que desse, do jeito que fosse. Mas a forma como você lidou hoje... a frieza, a esterilidade, a forma como você distorceu tudo, me deixou com a certeza de que não. Eu não quero mais você na minha vida.
Sim, eu iria sofrer por te perder. Mas, agora, não mais. Não, não mais.
Precisava de uma opinião. E ouvi sobre o sentimento de pena. Eu... infelizmente, não cheguei a esse nível de empatia. Me protejo. Me cuido. E fico onde estou. Não me coloco mais onde não vejo mais futuro.
Os caminhos mudaram. E tá tudo bem.
Sei que não viverei muito mais. Mas não quero isso. Já vivi tanto e vi tantas coisas.
"Se Ainda Houver Espaço"
Eu sei, não fui o toque que incendiou,
nem o passado que voltou com voz bonita.
Só fui silêncio que te esperou,
com esperança escondida na visita.
Te vi perdida entre desejos e lembranças,
confusa entre o ontem e o agora,
mas mesmo sem promessas ou alianças,
meu sentimento ainda não vai embora.
Não ganhei teu beijo, é verdade,
nem um gesto que me fizesse ficar,
mas carrego comigo a vontade
de um dia te fazer se entregar.
Se ainda houver espaço no teu mundo,
se algum momento for meu, por inteiro,
prometo um amor calmo e profundo,
que não se mede só por um primeiro.
Porque amar também é saber esperar,
não forçar, não cobrar, não prender.
Se um dia teu coração descansar,
espero que ele venha me escolher.
Ela é minha Deusa
Não, eu acredito em Deus.
Porque — não sei — não é nada pessoal,
Mas eu creio: do nada, não é capaz
De surgir uma beleza como a dela.
Quanto mais defeitos, mais ela se torna perfeita.
Talvez esse seja o meu defeito:
Fico até sem jeito quando ela vem.
Não posso mentir — ela sabe a verdade.
Não posso mentir... por toda a verdade.
Eu não compro todos os doces,
Mas juro te dar até me entregar.
Aqueles com gosto de novos amores,
Até você me amar... amar.
Ladeira, praia...
Vi ela irradiando no sol,
Torrando meu amor — vi ela brilhando.
Eu acredito em Deus, porque o nada é incapaz
De criar, do nada, uma beleza dessas.
Uma menina assim, que até as deusas invejam.
Ela é minha Deusa.
Ela é minha Deusa.
Há certas coisas que só entendemos depois de errar. Agora que sei o que errei, talvez acerte um dia.
Caso este seja o melhor dos mundos, não sei se sou feliz ou infeliz por não ter tido a honra de conhecer outros possíveis.
O que eu me tornei
O que foi que eu me tornei,
Todos estão a minha volta,
Não sei porque fiquei,
Nesse amor que não me solta.
A minha alma se veste de tristeza,
As minhas atitudes calçaram o fracasso,
Tive a oportunidade de enxergar com clareza,
Cada erro em todos os meus passos.
O que serei no futuro ,
Se eu não mudar o meu agora,
Serei um homem frio e duro,
Tentando vencer a gélida hora.
Eu quero me libertar,
Preciso ser livre novamente,
Quero de novo amar,
E desprender-me desse ser carente.
Como pude entrar nessa prisão,
Por que confiei cegamente,
Eis o perigo da paixão,
E da não valorização de uma mente.
Eu preciso ser forte,
Irei em busca da vitória,
Preciso de um norte,
Pra começar uma nova história.
Vou me reencontrar novamente,
Vou abandonar esse cara do passado,
Irei construir uma nova mente,
E certamente me sentirei realizado.
Lourival Alves
Se o destino existe, não sei!
Só sei que ele está me respondendo com a positividade que jamais imaginei.
Tu me olha, eu te vejo,
me perco no que não sei dizer.
Teu sorriso vem tão calmo,
mas em mim faz estremecer.
É como se o tempo parasse,
num suspiro entre nós dois.
Teu riso mora no agora,
mas promete tantos “depois”.
Fico boba, coração dispara,
teu olhar me despenteia.
E sem tocar, tua presença
já começa a te abraçar.
Se isso é só começo,
nem preciso decifrar —
porque em cada troca de olhos
já me vejo a te amar.
