Sei que Vou me Arrepender
"Queria que todos soubessem
o quanto eu ando mal.
A noite aperta o peito,
quase vou pro hospital.
Sofrimento que não tem fim,
angústia, culpa e tal.
Somente coisas da vida,
mereço tudo afinal."
Se eu não mudar o que faço hoje, vou continuar na mesma situação, você que ter algo na vida sai do conformismo porque se não você não vai conseguir.
"Bom dia! Essa história que vou tratar as pessoas como elas me trata, não faça isso, há pessoas más de coração ruim, isso vai te contaminar, você é uma pessoa incrível "
Vou namorar comigo mesmo, afinal, nunca vou me trair, nunca vou me abandonar e se eu morrer, eu morro junto.
Acordei com decisões tomadas, a partir de agora vou fazer tudo que tenho direito, tudo que me faz bem, mesmo que não seja reciproco, vou fazer o que acalma o coração,melhor do que dormir com um sorriso no rosto é conseguir ficar em paz por ter certeza que fez tudo o que queria fazer, sem medo de errar, ou de chorar, apenas fazer porque é assim, e se trouxer alegrias mesmo que imediatas, ou continuas quem sabe, já vai ter valido a pena cada esforço de se tornar alguém melhor pra mim mesma!!
O que eu vou levar de 2014 pra 2015?
Levei a bagagem quase vazia, tudo o que eu deixei no ano interior consegui alcançar novos objetivos; as magoas foram substituídas em alegrias; nenhuma palavra de ofensas e criticas não me atacaram; os amigos, os falsos, amores e família, receberão meu cartão de "perdão".
Em 2015 continuarei os momentos para ser vividos, abraços apertados com cheiro de pele e alma, que as novas amizades sejam nova rotina.
Este ano me cativou novas experiencias e sabedorias, teve momento de tristeza ficará guardado dentro do meu coração. Uma garrafa de tequila para brindar e a certeza que irei buscar novos horizontes, com a saúde, energia e positividade.
Resultado professoral: você está ao meio que começou.
Desculpa por te magoar
Destruir tuas recordações,
Me deixaste em mil pedaços,
Jamais vou me recompor...
Lembranças se guardam no coração,
Não existe papel
Que possa guardar tanta emoção,
Ficaram apenas as palavras
Guardadas na memória
E o sentimento que levarás contigo,
Sabendo que eu te amo,
E te espero por toda a vida.
Querem o meu tesouro? Pois muito bem, eu vou contar. Riquezas, fama, poder. Nele está tudo que esse mundo pode dar a vocês. Fiquem à vontade para pegá-lo. Vão para o mar. Meu tesouro é de quem encontrar.
Antes de te conhecer, todos decidiam por mim. Agora eu vou fazer o que eu quero.
DEMÊNCIA
Eu vou te beijar, quando você ficar triste...
E quando você ficar alegre, eu vou chorar...
E quando chegar a noite nostálgica e solitária
eu vou me esconder...
Entenda esta demência quando eu não sorrir...
Entenda esta ternura quando eu te agredir...
Quando eu chegar com algumas flores
Eu vou te possuir...
Posso te falar de tudo, menos o que você quer ouvir...
Posso ir a qualquer lugar, menos onde você quer ir,
Posso beijar a naja e caçar javali
Poderemos se esconder em Parati...
Pra te agradar, quando tiver vontade de chorar,
eu vou sorrir,
Vou morrer quando você quiser partir,
Vou odiar quando sentir vontade de te possuir...
Assim vou descobrir a realidade
Amar-te não depende da minha vontade
LINK
Vou me tratar desta gripe,
Comprar óculos de grife,
Paletó Alain Delon,
Comprar blusa de cetim,
Camiseta Calvin Klein,
Blazer Yves Saint Laurent,
Vou freqüentar high society,
Botar um link na net,
Vou dar um trato no look,
Vou me inscrever no the voice,
Vou postar foto no Skype,
E agitar o facebook ,
Vou tentar o BBB,
Curtir Idol e David Bowe,
Vou dar um “up” em mim,
Já cansei de estar sozinho,
De ser “estranho no ninho”.
Quero virar passarinho ,
Pra cantar no teu jardim...
BARQUINHO DE PAPEL
De vez em quando vou a praia
Não com a frequência de antes,
Mas ainda sonho diante das ondas...
Se eu fosse um peixe eu já teria sido pescado
Se eu fosse uma embarcação já teria naufragado...
Talvez tenha acontecido em outras vidas
Com peixes espadas e um navio fantasmas
Com degoladas namoradas
Que amei intensamente e nunca as tive...
Mas ainda sonho nessa imensidão de vagas enormes
Como um barquinho de papel que sobe e desce nessa ilusão
Que viaja no passado e de vez em quando vai a praia,
E não com a frequência de antes, mas ainda sonha...
Vou escrever um conto; ando sem inspiração, mas tenho o mar e todos os seus mistérios; toda essa coisa grandiosa e o que inventam; as sereias, os tesouros, as ilhas misteriosas, os mundos perdidos... Vou escrever um conto... eu invento um amor; uma grande paixão... algo digno de Shakespeare; alguém que renunciou a não sei o que e se entregou de corpo e alma e me espera não sei onde... vou falar desse amor, olharemos o arco-íris e a neblina primaveril acinzentando a lagoa e o corcovado. toda a melancolia dos anos dourados que repousa no passado, mas nos incomoda como uma farpa entre a unha e a carne. Vou escrever um conto... eu invento um álien meio ianque, meio soteropolitano, dançando despido na calçada de Copacabana; lembrando o hit do Caetano, ''sem lenço sem documento"; dançando um axé, um xaxado, um samba-rock... qualquer coisa entre a preguiça baiana e a esquisitice americana. Vou escrever um conto sobre amores inesquecíveis, paixões impossíveis; gente que se jogou da ponte, se revolve nas águas e seus espíritos perambulam nas praias em noites de lua cheia... quem pode entender o amor? Vou escrever um conto sobre o que não conto pra ninguém, esse pavor, esse momento delicado, que expande o pânico com o terror de chacinas e ameaça eminente que nos torna refém de milícias e nos tortura com funk de apologia à droga, à prostituição e à violência. Toda essa violência propriamente dita e a violência estarrecedora da corrupção que nos venda à qualquer possibilidade de uma luz no fim desse túnel.
eu vou chorar sozinho no meu canto
me valendo do meu santo
olhando os astros, eu canto baixo,
eu sussurro o meu encanto
enquanto for assim,
por mais que doa em mim
vai ser melhor que dor nenhuma...
eu vou mudar desse lugar,
pra Irajá ou Inhaúma
vou me esconder desse desejo...
eu vou blindar meu coração
com brisa e mar e algum vinho
eu vou ficar sozinho no meu canto,
eu mereço esse castigo...
ainda tenho as lembranças,
ainda tenho tudo que eu pensava que tinha,
eu fico mudo nessa ilusão,
de dores e angústia eu me fiz
não se atormente, eu cuido bem desta agonia,
vai ser feliz
eu vou ficar quietinho no meu canto...
Sabe, não sou o que se sabe por aí...
melhor nem saber
mas se o mundo se acabar
eu vou me equilibrar na linha do horizonte
entre o absurdo e o navegável
como as ilusões...
Eu vou escrever o teu olhar e essa coisa que me dá dó
como a calmaria sinistra do Guandu conduzindo dejetos,
presuntos e fetos sem nenhum B.O
mas me leva nessa dor, me leva nessa dor
que o mundo é pequeno e arbitrário
nada é tão bonito, nada é explicitamente
definitivo como num epitáfio
a felicidade flutua nas brisas e marolas,
mas o amor se perde na imensidão dos que tem asas;
algum dia estaremos sozinhos ao nível do horizonte,
sem perceber que o futuro chegou e o passado foi ontem,
mas as canções eternas serão nossas trilhas sonoras
um dia olharemos o rio como dádiva divina que enriquece a alma
