Segredo Nao Dito
Você vai me chamar de louco, e dizer que sou apenas um idiota apaixonado que não cansa de testar os limites do sofrimento, mas só quem já amou uma pessoa de verdade, consegue descrever a dor de querer, e não ter por perto. Você vai tentar me fazer acreditar que não vale mais a pena, eu vou sorrir e concordar, mas no fundo, a única vontade será de sair por ai, procurando o que é meu.
Com você, eu descobri que tentar não ser ingênua é a nossa maior ingenuidade, eu descobri que ser inteira não me dá medo porque ser inteira já é ser muito corajosa, eu descobri que valia a pena ficar horas te olhando sentada num sofá mesmo que o dia estivesse explodindo lá fora.
Nota: Trecho da crônica "O Último".
Tudo que você fizer, faça-o com amor! Tudo que é feito com amor sai mais belo, e não tende a destruição. O amor quando positivo, transforma o coração. Afinal DEUS é o próprio amor. Quando aprendermos a fazer tudo com amor a saúde e a felicidade prosperam!!!!
Observo pessoas indiferentes aos sofrimentos dos outros o tempo inteiro... Fingem que não enxergam, ignoram, são cegos por conveniência, por interesse próprio.
Meu pai me ensinou uma das coisas mais importantes que eu tenho na vida. A ter orgulho e não abaixar a cabeça pra ninguém, nem pra nada..Meu pai me ensinou a força.
Não tinha muita vontade de falar, nem muita força. A delicadeza não era seu dom e a incerteza poderia arrancar-lhe a quietude. Qualquer movimento errado podia tirar-lhe um pedaço, do seu corpo ou do seu coração. Então, escolhera ficar estática, com os pés juntos, as mãos sobre as orelhas e a ilusão da plena certeza de que o corpo esconderia o apelo dos seus olhos, que gritavam incessantemente, dizendo: "Não me deixe aqui sozinha, por favor!"
Era mesmo uma boneca de porcelana, como você costumava dizer.
E eu também já me suicidei.
Não é pela vida, mas para acabar com a dor. E foi assim que já me suicidei, inúmeras vezes, por inúmeras dores. Suicidei aquele amor que me fazia mal naquele instante, mas que depois não havia mais como revivê-lo. Suicidei-me por medo por não abrir aquela porta, por angústia de ser tão difícil realizar aquele sonho, pelo sorriso que não dei, pela mão que não estendi, suicidei-me aos poucos. A dor desaparecia, mas com ela pedaços da minha história. O medo crescia e com ele o momento de me reerguer, momento de renascer, momento de parar e enfrentar, sabia, era inevitável. Suicidei-me enquanto fugia dos problemas, enquanto empurra os problemas para o amanhã. Suicidei-me toda vez que desistia de um sonho, de um desejo, suicidei-me quando desisti do amor. Mas há sempre um novo dia para provar que a dor passa, que o medo acaba, que os erros você corrige e que suicidar-se não é a única opção e nesse novo dia você nasce mais forte. E como o sol todos os dias supera a noite, você aprende a se superar. A vencer o seu próprio medo, a parar de recuar e, finalmente, avançar. Enfrente, mas sempre em frente. Vivendo por você, pelo seu sorriso, pelo que você ama, vivendo pelo que realmente importa: ser feliz. Suicide-se, mas para renascer mais forte, mais focado, mais determinado, para, enfim, viver a vida que sempre quis viver.
O importante não é viver, mas viver bem. E viver bem significava, junto com as coisas mais agradáveis da vida, para viver de acordo com seus princípios.
