Segredo Nao Dito
Nada mais faz sentido.
Sou prisioneira em uma guerra interna, não tenho para onde fugir.Meus inimigos são dúvidas e medos, batalhas travadas em silêncio.
Me pergunto quem sou,para onde vou?
Caminho entre sombras e incertezas,buscando uma luz que me guie.
Preciso me manter constante, firmar meus pés no chão, encontrar força no caos e seguir.
Se não vier de ti a
atitude esperada,
que de mim parta
a decisão do adeus.
A vida é feita de
escolhas, partidas
e novos caminhos.
E eu não fui feita
para esperas.
– J.
A banalização não só do distinto com também do comum. A expressão máxima da banal actualidades, onde basta respirar para ser distinguido dos restantes comuns.
Ser comum no sítio certo pode fazer de nós distintos, já ser distinto no sítio errado faz de nós comuns, mas a roçar a banalidade. Pois por norma quem tem o poder desse reconhecimento é sempre um reconhecido e completo banal.
Disse.
Podem me criticar se quiserem, mas eu realmente não vejo o interesse, há muito o que fazer além de criticar alguém. Mas também vejo isso como um sinal positivo de que realmente temos um impacto e é por isso que eles sentem a necessidade de nos menosprezar.
O que a gente vai construir se não tivermos uma relação com a terra? É possível construir uma sociedade socialista numa terra arrasada?
Não se culpe, nem se compadeça de mim. A vida é feita de escolhas. Eu escolhi você... Escolhi morar com você... Escolhi me demitir... Escolhi te dar um voto de confiança... Te escolherei mil vezes, até o dia que eu não tenha mais razão para te escolher.
Tem uma coisa que eu já percebi: quando as pessoas não conseguem compreender, definir ou encaixar algo em algum modelo, tendem a chamar aquilo que não entendem de irracional. Como assim só o ser humano é racional? Só o ser humano é humano. Mas racional? Não concordo. Os números irracionais estão aí para provar o seu valor.
Sorrias não só com os lábios, mas com os olhos, sobrancelhas, bochechas, todo o teu rosto e até teu corpo precisa sorrir.
A cidade muda muito! Mas existem coisas que não mudam…, por exemplo, a melancolia. Não tem quem olhe uma cidade, sua arquitetura e história e não se sinta melancólico. Não gosto muito dessa sensação… e tu?
Não sei se tu sabes, mas as melhores histórias não estão nos livros, nem nos arquivos… As melhores histórias foram vividas tão intensamente que não deu nem tempo de registrar
Eu dependo dos outros para me sentir feliz. É como se eu não tivesse luz própria. Preciso de gente. De gente que me escute, me admire, que goste de olhar para mim.
Nunca chamei ninguém de seu, senhor ou dona. Não acho que usar o mesmo título para todo mundo soa como respeito, parece mais é falta de criatividade. Penso assim: se quer ser chamada de dona, já registra logo no cartório.
O líder que calcula pouco antes de agir já escolheu fracassar. Planejar até o fim não é opção — é sobrevivência.
Não há neutralidade no caminho do homem. Ou ele caminha rumo à santificação, ou desliza para a degeneração
A dor só é dor — ela não tem o poder de te destruir, paralisar ou mudar quem você é.
Ela apenas passa… e você permanece: inteiro, vivo, invencível.
Somos um eterno devir.
As mesmas coisas que eram dignas do nosso afeto ontem, podem não produzir sentido nenhum em nós amanhã.
Pois se em um dado momento somos presença, no momento seguinte podemos nos tornar ausência.
Em um dia somos especiais, no outro não significamos mais.
Um dia somos presentes, em outro história, depois uma vaga lembrança e depois esquecimento e nada mais.
Então o esquecimento assim como a indiferença, se torna um tipo de morte símbólica do valor externo que um dia ilusoriamente demos ou tivemos. E somos enterrados e enterramos simbolicamente todos os dias alguém cuja história não acompanha o nosso próprio desenvolvimento.
O Sacrifício dos Santos vs. a Condenação dos Perdidos
Naquele tempo, os primeiros cristãos não apenas sofriam, eles ardiam por Cristo! Eram queimados com uma fé inabalável, por uma salvação que, mesmo distante, era a promessa mais real e sublime de suas vidas. Eles entregavam tudo, a própria vida, por um mérito eterno, por um céu que os esperava glorioso.A cada chama, a cada martírio, eles escreviam sua história no livro da vida.
Hoje, a humanidade desceu aos infernos da própria escolha. O ser humano não se sacrifica por nada de valor; ele definha por um punhado de segundos de prazer, por vícios que destroem a alma e cobram um preço infernal no final. A vida virou um mercado de carne, trocas vis, prazeres imundos e práticas tão abomináveis que fariam o próprio abismo corar.
E o que aguarda essa massa corrompida? Terão o mesmo fim daqueles que foram queimados por Cristo, sim. Mas sem um pingo de glória, sem qualquer mérito. Serão consumidos pelo fogo eterno, não como mártires, mas como cinzas de uma existência inútil e condenada. Um destino cruelmente justo para aqueles que escolheram a perdição.
