Se Voce quer Entao que Seja assim
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Não nasci assim mãe,
assim avó,
assim tia.
Já fui filhinha,
irmã,
fui coleguinha.
Única e singular,
já fui louçã.
Agora,
mal começa a manhã,
entra noite, sai dia,
sou só dona Maria.
"Assim como uma criança chora ao nascer, um récem nascido em Cristo chora ao pecar. O chorar pelo pecado previne o chorar no inferno. Melhor é derramar lágrimas de arrependimento, do que lágrimas de desespero".
ME AMO
Hoje convidei as minhas inseguranças para dançar uma valsa.
Talvez assim conseguisse enxergar as minhas belezas e meus talentos.
Aos poucos fui aprendendo a lidar comigo mesma.
Joguei todos os comentários aos ares.
Deixei de lado meu medo de brilhar.
Hoje sou feliz como sou.
Atualmente vejo o que sou, e só isso que importa.
Reconheço meus limites.
Infelizmente tive que fazer uma limonada com os limões que a vida me deu.
Hoje sinto que sou eu muito mas que ontem.
E raramente me pego presa aos padrões dito como meus.
Agora sou eu que me padronizo.
Hoje sou eu que me amo.
E convido você a se amar também
Tributo à Minha Jornada
É delicado viver assim.
Não há mais espaço para a insegurança — governar a própria vida exige coragem.
Imagino um recomeço. Sei que não é fácil, pois mudanças pedem tempo,
e nossa mente, repleta de sentimentos e sensações,
precisa de clareza para entender o que realmente nos faz bem.
Estar em paz é o que mais importa.
Mesmo em meio a farpas, mentiras e desilusões, sigo firme.
Estou aqui para mudar, para ser melhor no que faço.
Já venci a maior batalha: reencontrei meu autocontrole.
Hoje, vivo o agora, colhendo os frutos do esforço que plantei com dor e esperança.
Na tempestade que enfrentei, a vida me mostrou a dignidade e a esperança.
Ela é dura, sim — mas eu sou mais forte.
Carrego a maior herança: a força do meu pensamento.
Com ela, sou capaz de superar qualquer obstáculo. De que valem mil ovelhas,
se nenhuma produz lã suficiente para aquecer meu coração?
Vou me abrigar no caminho certo.
Nesta estrada, sou a estrela da minha vida,
a protagonista da minha história,
uma líder que será lembrada — não por ter seguido o fluxo, mas por ter feito a diferença.
O futuro é uma ilusão para tolos, eu sei… mas ainda assim me agarro a ele, enquanto as cicatrizes do passado me lembram, com crueldade, quem sou e quem nunca deixarei de ser.
Assim como no Egito, onde Moisés foi um instrumento usado pelo Senhor para libertar o povo de Israel, Moisés sabia que não poderia fazer nada por conta própria, mas que Deus poderia! E sabe o que Deus fez? O que Moisés não podia fazer: Ele abriu o mar!
Se o povo já fez tudo o que podia — orou, jejuou e foi para a rua — agora é hora de deixar com Deus!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
🙏🏾🕊️🙏🏾🕊️🙏🏾🕊️🙏🏾
Ao longo da vida, descobri que sou uma pessoa independente, mas que ainda assim preciso de alguém ao meu lado.
Poema do solito.
Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.
Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.
Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.
Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.
Renato Jaguarão
Promessas Não Faladas
Por que, vida, me testas assim,
Abrindo portas que logo se fecham?
Por que, Deus, permites que o coração se entregue,
E o mundo responda com silêncio ou dor?
Eu dei confiança, dei carinho, dei esperança,
E tudo se despedaçou diante de meus olhos.
Será que há sentido nisso?
Ou só somos brinquedos nas mãos de um destino cruel?
Por que as promessas não faladas,
Os olhares que pareciam sinceros,
Se transformam em ausências e despedidas?
Por que a vida insiste em ensinar pelo sofrimento?
Eu grito em frustração,
Procuro respostas, mas só encontro ecos.
E ainda assim, mesmo ferido, eu sigo,
Procurando luz em meio a sombras que não pedi.
Na vida temos que nos inspirarmos em algo, assim como temos que manter o nosso equílibrio mental sã, a música nos ajuda, faz parte do nosso cotidiano, então vamos ouvir músicas. VIva a música.
Se deixar de fazer o necessário hoje, no amanhã terá duas vezes mais a fazer e assim sucessivamente; até que tudo pareça impossível ou pesado.
Assim como um nariz tampado sufoca o corpo pela falta de ar, uma mente fechada condena-se, lentamente, à asfixia da própria alma. Quando a defesa de uma marca de aromaterapia espelha o fanatismo do futebol ou a rigidez da política, trocamos a essência pela identidade vazia. O bosque é pleno porque abraça todos os aromas. Em sua harmonia, ele nos sussurra a verdade mais simples: a melhor fragrância é a do respeito.
Eu acredito em Deus, mas me pergunto se Ele crê em mim,
assim como cremos na Sua chuva, e no seu Sol.
O que é real? As paredes sólidas e frias de concreto,
concreto, a realidade concreta. Ou a memória fugaz
de um abraço quente e terno, terno, visto o terno,
chego ao trabalho, olho-me no espelho, e não vejo nada.
Cego, vejo além do espelho e enxergo através da realidade sensível,
sensível, atravesso as aparências em busca de algo que transcenda o tangível.
Mas então o espelho despedaça-se diante dos meus olhos,
como coisa real, um mosaico de sentimentos e lembranças,
desfaz-se e reconstrói-se a cada instante. Cada caco reflete uma versão minha,
mas, entre tantos, quem realmente sou eu?
Há tantos de mim que não podem tantos estarem certos, e entre tantos, perdi-me.
fico aqui pensando em tudo q já passei na vida, ingratidão, abandono, falsidade e msm assim nunca mudei meu coração.
Todo sonho, assim como todo sonhador, é único. No entanto, todos os sonhos têm uma coisa em comum: a mudança.
Eu conheci uma menina tão só, tão eu, assim.
Eu conheci uma garota, tão eu, tão louca.
Me tire da vida, me deixe ferida, me lave da dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Me dá um cansaço, te ver nesse berço de dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Sei que me laço, me faço virado um compasso, um rio lhe dou.
Amor perdoa por favor, se essa canção não for falar de amor.
Perdoa por favor!
Sabe que lanço, desmancho e me gancho no rio do amor.
Sabe que surto nessa desilusão, me torno e me formo no mundo do caos.
Tudo que peço é um minuto pra nós, tudo que peço é um segundo a sós.
Dentro de ti arranho, longe de ti me ganho,
então deixe-me ficar.
No canto do infeliz e achar o meu melhor em ti!
No canto do infeliz achando o meu melhor em ti !.
Me tire da vida, me deixe ferido, me lave da dor.
Perdoa por favor mas essa canção não vai falar de amor.
Perdoa por favor,
Perdoa por favor se só verso não constrói amor.
Wesley Nabuco pra Vitória fernanda - Musica. Não vai falar de amor.
E assim se passaram 10 anos...
Pois é, aqui estamos nós, quem diria, não é mesmo? Há exatos 10 anos, no dia 30 de dezembro de 2014, me preparava para deixar Imbariê, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e iniciar uma nova etapa da minha vida em Rio Doce, Olinda. Durante o ano de 2014, trabalhei intensamente na praça de Imbariê, despedindo-me das minhas clientes. A cada mês, adquiria um novo item para a casa: geladeira, fogão, máquina de lavar. As entregas desses produtos eram feitas diretamente em Olinda, na casa da minha prima, aqui em Rio Doce.
Nasci em São Paulo, na zona leste, na maternidade Leonor Mendes de Barros, mas foi uma passagem rápida. Antes mesmo de completar um aninho de vida, já estava novamente em Olinda. E foi aqui que passei toda a minha infância, até os 14 anos, vivendo a experiência única de crescer no Nordeste. Foi aqui que aprendi a me conectar com as raízes nordestinas, com as pessoas e com a cultura local, que ficaram no meu coração para sempre.
Cheguei a Olinda em 2014 com a casa praticamente toda comprada, tudo planejado minuciosamente para montar o lar assim que chegasse. Tinha acabado de vender minha casa e possuía recursos para adquirir um kitnet ao chegar aqui. As expectativas eram grandes. O principal motivo que me levou a decidir morar em Olinda foi a praia. Sempre desejei viver próximo ao mar, apreciar o amanhecer e o entardecer, viver a vida à beira-mar. Esse sonho, que não consegui realizar durante tantos anos, foi finalmente concretizado aqui.
A vida em São Paulo era uma correria constante: metrô, ônibus, trabalho estressante. Mas foi um grande aprendizado; chego a sentir saudade dos momentos vividos naquela cidade. Olinda, com seu ritmo tranquilo e sua energia calorosa, me ofereceu o oposto: um lugar onde pude respirar mais livremente. Sempre fui um paulistano com alma nordestina, e quando cheguei aqui, senti que finalmente encontrava o meu lugar. Olinda, conhecida como cidade dormitório, oferecia uma vida mais simples, mais calma, mais conectada com a natureza. Aqui, fui acolhido por uma cultura cheia de cores e sons, que, no fundo, sempre senti que fazia parte de mim.
Nos últimos 10 anos, ao longo de tudo que vivi, conheci poucas, mas pessoas altamente significativas para minha vida. Pessoas que, até hoje, têm sido a minha família. Agradeço do fundo do coração pelas dificuldades que enfrentei aqui e, principalmente, pelas pessoas que estiveram ao meu lado durante esse processo. Essas pessoas se tornaram parte de mim, e com elas aprendi a ser autêntico, a me entregar e a construir minha história com humildade. Não posso deixar de agradecer a elas, pois sem elas, não teria chegado até aqui. Obrigado! Obrigado! Obrigado! Sou grato por tudo, pela paciência, pelo apoio e pela amizade. Cada passo dado foi possível graças a essas pessoas maravilhosas, e sou eternamente grato.
Cheguei em Olinda na madrugada do dia 31 de dezembro de 2014, cheio de expectativas e felicidade por essa nova fase. No entanto, ironicamente, George e Valdir se esqueceram de me buscar no aeroporto. E lá estava eu, mais uma vez, vivenciando a experiência de viver sozinho... Felizmente, a tia Lúcia me salvou, acordando-os para que fossem me buscar.
Os primeiros anos em Olinda foram de adaptação e descobertas, mas a verdadeira conexão com a cidade aconteceu quando encontrei meu lugar à beira-mar. No início da minha trajetória aqui, busquei vários trabalhos e foi então que me encontrei na orla, vendendo coco verde gelado. Foi sensacional! Eu estava na praia de Barro Novo, em Zé Pequeno, e vivi ali por oito anos, vendendo cocada, refrescando turistas e moradores, e sentindo a vibração única daquele paraíso nordestino. Trabalhar à beira-mar, com o som das ondas ao fundo, foi simplesmente maravilhoso. Viver fazendo o que gosto, em plena paisagem de Olinda, foi um presente.
Hoje, já não trabalho mais à beira-mar; a idade, o tempo e a saúde já não me permitem mais, mas continuo fazendo da praia meu porto seguro para descanso, reflexão e passeios. Mesmo sem as vendas de coco verde, continuo sentindo a energia boa da orla de Olinda em meu coração.
Hoje, ao completar 10 anos em Olinda, reflito sobre toda minha jornada. Embora não seja mais festeiro, sempre sonhei com uma festa de aniversário à beira-mar. Tentamos, há 10 anos, organizar uma festa havaiana para os meus 50 anos, à beira-mar, com muitos frutos coloridos, sem álcool, uma celebração lúcida de amor e agradecimento por estar exatamente onde sempre deveria ter estado. Mas naquele dia choveu, e a festa dos meus 50 anos acabou sendo realizada na garagem da casa da Geórgia. Sensacional!
Essa viagem no tempo da minha vida, de Olinda para o Rio de Janeiro, depois para São Paulo, para o mundo, e finalmente de volta ao Rio de Janeiro e, por fim, a Olinda, me fizeram refletir que jamais deveria ter saído daqui. Hoje, vivendo aqui em Olinda, percebo que o lugar especial não é apenas a cidade, mas a capacidade de encontrar em mim mesmo a paz e a conexão que sempre busquei.
Olinda, 30 de dezembro de 2024.
#fernandokabral13
Tem dia que acordamos e já percebemos que ele será especial, hoje o meu começou assim: feliz!
Bom dia!
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