Se Voce Chora eu Choro

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Soube que eu te amava por que quando eu te vi havia estrelas no firmamento, água no leito dos rios, e flores nos jardins: saber que tu eras a pessoa da minha vida era, pois, coisa tão clara que até um cego enxergaria!

Eu nunca entendi o sentindo de deixar uma garota apaixonada quando ele sabia que não iria sentir o mesmo por ela.

Eu sei de cor tudo o que tenho que fazer para dar certo, mas tenho medo da responsabilidade de ser notada.

Sou sortudo. E quanto mais duro eu trabalho, mais sortudo fico.

Tanto faz a vida como a morte
O pior de tudo eu já passei...

Em algumas situações eu tenho o incrível dom de ser irônico. Desculpa, mas não dá pra evitar.

Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Para isto eu nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade; todo o que está pela verdade, ouve a minha voz.

Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim tão diferente
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba

Cassia Eller

Nota: Composição de Renato Russo.

Eu nunca fui uma santa. Eu sou um ser humano e eu apronto às vezes.

Claro que eu me frustro, faz parte da vida. Mas meu chão eu fiz de mola. Posso cair todos os dias, mas o resultado da minha queda é o impulso.

Eu te amo e tu me ama, desde tempos imemoriais!

Como teria eu opiniões íntegras se não me basta ser o que sou e se ardo por parecê-lo?

Sim, ele era encrenca, das boas. Eu sabia o que estava fazendo, ele também: estávamos fazendo uma coisa errada. Mas gostei da luz, dos olhos dele. Gostei que estava me encantando, gostei de não poder me encantar e mesmo assim estar me encantando.

Amar é o combustível da vida. O problema é que eu só encontro posto adulterado.

Há alguma coisa aqui que me dá medo. Quando eu descobrir o que me assusta, saberei também o que amo aqui.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Nos primeiros começos de Brasília.

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O que eu tenho de incrível, eu tenho de irritante.

São coisas, palavras, gestos que guardo comigo, e só eu sei, mais ninguém.

Só me abraças forte demais quando queres, mas nunca adivinhas quando eu quero.

Eu sempre me importei mais com os outros do que comigo, sempre protegi o coração das pessoas e não me importei muito com o meu, sempre achei que se as pessoas que eu amasse estivessem bem me bastaria. E realmente, bastou. Mas, às vezes, até o bastante é pouco. Aí você entende o quão ruim é querer e não ter.