Sê quem és
UM PERFUME DE AMOR
A manhã se fazia presente
Logo, via-se a primavera
Uma brisa doce, uma linda quimera
Abriam pétalas de flor
Para exalar o amor da forma mais bela.
(Do livro 100 Folhas de Amor")
Prefiro o anonimato da multiplicidade ... Onde razões confundem-se com razões, nessa farofa de ideias é bem melhor ter três explicações para algo, que nem uma.
De repente a tristeza invade a alma, a visão torna-se turva e a tempestade invade os olhos. O corpo continua inerte, mas a mente vagueia entre o bem e o mal, tantas são as indagações e perguntas sem respostas As reflexões cobram as atitudes esquecidas, os gestos impensados. Uma voz interior grita "AMO",
Mas por vezes é difícil demonstrar, o coração foi moldado, condicionado a sentir e não dizer.
Não busco a perfeição, com erros e acertos estou aprendendo, essa é a lei da evolução. Grata sou ao Pai, pois não coleciono mágoas no coração. Tudo é passageiro como a própria vida, em segundos tudo pode se findar e o concreto mudar de lugar. A ansiedade se acalma, o corpo adormece, na mente uma prece.
A alma continua a sussurrar " Eu amo, amo.
A culpa preocupa-se com o passado. A preocupação pensa no futuro. O contentamento deleita-se no presente. O ontem deixou de existir, e talvez não exista o amanhã. Quem gosta de viver sem culpa se ocupa em fazer o bem. Penso que sempre serei ocupado na benéfica pratica dessa sublime ação.
"Não tente diminuir o tamanho da cruz para sentir-se mais leve... Lá na frente precisarás dela para fazer sua travessia , pois o caminho é de muita luta ... Mas é assim que chegarás ao destino. "
Não é por nada só queria pensar
Se iria dar certo
Se seguisse a risca
E pintar-se a franqueza
E me entregasse a caricia
Se me olhar-se visse nos olhos
O desejo tímido
Com seu olha arredio
Talvez não estaria pronta pra isso
A sua ânsia era maior
Que meus desejos e principio
Eu era só um menino
Hoje vejo você mulher
Percebo o quanto andou
E fez grandes caminhos
Completa você se torno
Pra vida deu-se um sentido
AMOR PELO AMOR (ENSAIOS DE AFETOS, PARTE III)
Amar é tornar e tornar-se pelo, para e com o amor. O amor é o ato de criar e criar-se. Torno-me aquilo que amo e amo aquilo que me torno. Se meu amor ama a eternidade, fará-se eterno. E eu o amarei por isso. Se meu amor ama a paciência, fará-se paciente. E eu o amarei por isso. Se meu amor ama a coragem, fará-se corajoso. E eu o amarei por isso. Se meu amor ama, amor simplesmente sempre será. Certamente o amor de que falo aqui é um amor que transcende eu, funda-se em mim e para além de mim. Define-se por mim como indefinivelmente incapturável em sua plenitude pelas mágicas artes das palavras. E esse amor que ama não se pretende egoísta, jamais! Esse amor que ama valoriza a liberdade na sua mais magnanimidade de ação. Esse amor funda-se no mais puro respeito que existe. Esse amor que ama valoriza mais que tudo a nossa capacidade de escolher. Escolher o quê? Escolher acreditar ou não acreditar nesse amor. Escolher ser ou não ser esse amor. Escolher se permitir amar ou não se permitir amar esse amor. Escolher amar ou não amar. Você é totalmente livre para escolher. Escolher permanecer mesmo sem mais motivos que possam dizer o que porque ficar. Por quê? Porque esse amor se justifica por si mesmo. Esse amor funda-se por si mesmo e por si mesmo se basta. Ele é daqueles que transcende a razão e o corpo. Ele se faz assim, sempre se fez. Acredito que esse amor seja o maior milagre da existência entre humanos. Não é um amor objetivo e nem subjetivo. Seria intersubjetivo? Também não. Seria “trans-subjetivo!”. Todos deveriam ter a oportunidade de senti-lo, nem que fosse por um breve milésimo instante. Na verdade ele se realiza em um instante. Ao mesmo tempo em que ele é tempo ele supera o tempo. Ao mesmo tempo em que ele é espaço, está para além dele. Acredito que esse amor tenha surgido da nossa condição de seres miseráveis. Como assim miseráveis? De não sabermos por que estamos aqui. De não sabermos por que existe algo ao invés do nada, se é que não é nada mesmo que existe no fim das contas. De não sabermos para onde vamos. De não sabermos se existe sentido para tudo isso depois dessa vida. Se existe ou não outra vida. Então esse amor nos ensinou a olhar para esse outro de uma forma a dizer: Sei que somos miseráveis, sei que você sabe também que não sabemos muita coisa sobre nós e não sei se algum dia vamos saber, mas diante disto eu escolho na minha mais plena liberdade procurar saber se existe algum saber diante dessa constante pergunta chamada existência. E por quê? Porque só poderia saber que não sei porque existe um outro para quem posso dizer que não sei, mesmo sabendo que este outro também não sabe aquilo que quero saber. E nem precisa saber. E diante dessa miséria, esse amor o torna completo. Talvez esse amor seja o único capaz de superar a morte. A morte que procura arrancar todos os sonhos de uma forma avassaladora. Suspeito que esse amor venha daí, mas é apenas uma hipótese.
DISTRAÇÃO
Surgia ela andando ligeira e paralelamente a mim. Ao longe a via, distraindo-se intencionalmente para não olhar em meu rosto. Abaixou sua cabeça e apanhou o celular rapidamente da bolsa – que, destacando, combinava perfeitamente com seus brincos. Viu-o e mexeu com seus dedos nele como se estivesse realizando alguma operação, vendo uma ligação, um whatsapp, não sei – aqui cogitamos o que desejarmos. Sabia que nada ali havia, claramente. Foi engraçada e ao mesmo tempo sedutora tal situação. Pois ela sorria ao ver as mensagens, não do celular, logicamente, mas as que nós trocávamos com esses sinais nossos. De um lado eu, observando-a acanhada e encabulada. Do outro lado ela, fazendo-se obra à admiração minha. Lembro-me de poetas românticos cunharem isso de corte, enfim. Aproximamo-nos um do outro, lado a lado ficamos por segundos, preciosíssimos segundos. Neste instante eterno ela levanta a sua cabeça e olha-me com um sorriso discreto. Eu, em ato retribuidor, sorrio do mesmo modo. Cumprimentamo-nos cordialmente com o clássico “Olá” e seguimos nossos caminhos. Não trocamos frases, porém trocamos sentidos. São circunstâncias como estas que acendem e animam a vida. Perceber a maravilhosidade de tudo isso é uma experiência fascinante. Pergunto-me quantas vezes as coisas incidem ao nosso redor sem que atribuamos algum valor? Talvez careçam referências para se conseguir avistar certas coisas. Afinal, o mundo é aquilo que apreendemos e tudo o que estiver fora de nossa compreensão não existe para nós. Nossa, até me distrair depois de tudo isso.
Procura-se um amigo
aquele que me ame e se deixe amar,
que me cuide e se deixe cuidar,
que me dê aquele sorriso, que causa uma sensação
de leveza, alegria e conforto.
Alguém que tenha a alma transparente
e um coração sincero e puro
onde eu possa encontrar aconchego e paz.
Quando um filho ou neto adormece em seus braços, não sinta-se cansado, mas muito agradecido...
mel - ((*_*))
Amar é inevitável e odiar é tão irrevogável quanto. Sinta-se como se não conseguisse viver sem algo que nunca será seu de verdade, o amor. Sinta-se vivo por algo que você nunca poderá garantir ou prendê-lo apenas para si. Saiba que amar é a liberdade de soltar as mãos e juntá-las novamente. A melhor sensação é estar preso por estar livre.
"Sinta-se especial para Deus!! Assim como as flores desabrocham no jardim. Os pássaros cantam e nos fazem sorrir... O sol se põe em cada anoitecer, para que o novo amanhecer te traga grandes alegrias... Deus te quer de pé escrevendo novos capítulos de sua vida, onde o autor da sua história é você... e ele seu leitor fiel."
Simplifique as suas escolhas, comprometa-se com você mesmo na realização das pequenas coisas e veja mudanças incríveis acontecerem na sua vida!
TASCA MORTA
Escreve por descaramento
Onde afoga-se entre surdos
Roucos, porcos e sujos
Sem estatuto dum louco
Parvo de vício já sujo
Vazio de troncos podres
Mão do homem fracassado
Revoltado com o café da manhã
Pão seco sem cheiro que revela
Torna-se ópio da boca pobre
Abdica espontaneamente da alma
Chora tantas vezes em seco
Perdeu a conta às lágrimas
Que já derramou pela vida
Choro negro de tanto riso
Nos degraus de pedra dura
Altar para tapar a minha urna
Último abrigo num inferno
E afinal morto já ele estava.
" E de repente a pessoa deixa de sentir-se amada por pensar que para o amor se tem idade. Quando ele aparecer, você sentirá uma grande leveza na alma e trará consigo todas as respostas que um dia eram pontos de interrogação. Não coloque limite para o amor, simplesmente viva intensamente o que se dizia impossível... afinal sempre será um novo amor. "
Um relacionamento constrói-se utilizando os seguintes materiais: amor, confiança, respeito, liberdade e companheirismo.
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