Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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Dia de céu
com nuvens cor amarela:
Acho que meus olhos
vão chover tardes sem ela.

Inserida por abraatiko

Resposta ao amor:

Sou poeta louco.
Tenho lá meus defeitos,
mas em ti amor, sou direito.
Se em palavras te escrevo e falo,
nos meus atos te grito e não me calo.
Incoerente eu sei que sou,
pois por ti já sofri de dor
Mas existir sem ti, não posso.
Venha amor e faça de mim sua morada.

Inserida por abraatiko

A frase:
"Falar com os meus botões"
tá fora de moda... A moda gora é:
Falar sozinha, nas redes sociais.

Inserida por abraatiko

Ei, moça!
Meus ombros são seus,
em um você pode chorar,
no outro você pode sorrir.

A escolha é sua.

Inserida por abraatiko

Ei
moça
Em média,
um ser humano tem
3000 pensamentos por dia...
Nos meus você é parte de todos.

Inserida por abraatiko

⁠Ela é o cobertor
Em torno de meus ombros quando está frio
Ela é o oceano
Que flui calorosamente em torno de meus dedos

Ela é a estrela
Quem realiza todos os meus sonhos
Ela é as cores
Em arco-íris criados apenas para mim

Inserida por abraatiko

dentre as mãos - quisto vivente,
nos encalços dos meus passos,
é o amor que ninguém mais sente,

o soluço de um sorriso calado.

é a dor dos torturados
da opressão e do horror
feito escravo que engole sua dor

sobrevivente de um amor açoitado.

Inserida por gnpoesia

lembro dos meus amigos com resquícios de eternidade, enquanto eu estou no esquecimento, recordo os bons momentos de grandes amizades que as guardo como sendo a cada dia a primeira vez que conheci e falei:

- oi tudo bem amigo, quero ser sempre seu amigo.

Inserida por gnpoesia

aonde você estiver guarde meus pensamentos
que lancei aos ventos

guarde-os, para saber que nunca vou te esquecer.

pois não consigo parar de pensar em você.

Inserida por gnpoesia

aos poucos vou perdendo a veneração dos meus amores e o desejo oculto e inquieto que está desvanecendo, vou ficando só e sozinho sentindo os maiores prazeres que podemos alcançar mediante as limitações que nos é imposto, ah quem tanto quero e desejo, faço uma oração a deusa dos prazeres e rogo pra quem te ganhou te fazer feliz e satisfazer toda fantasia que o ser humano inventa...

Inserida por gnpoesia

Se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.

os meus lábios esperam pelos seus, o seu corpo, ah, o seu corpo, sou obrigado a dizer adeus, mas não importa a ilusão, se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.

Inserida por gnpoesia

Na mansidão de meus olhos vadios, meus dentes saboreando sua carne, calmamente lhe causando arrepios, prazerosamente rasgando-lhe a alma. Sou um leão a deriva em seu furor, domado em teu chicote de amor.

Inserida por gnpoesia

Sei que meus caminhos vão ao encontro teu,
Mas os seus passos fogem dos caminhos meus.
Sigo a essência do poder do teu olhar,
Fecho os seus olhos pra não ver os meus chorar.

Sinto um coração que se pôs a declarar,
Hoje se esvazia, sua voz se fez calar.
Crio uma razão, nova forma de sentir,
Pra que seu coração com o meu possa sorrir.

Fale ô meu amor, pois preciso saber,
Para que assim eu possa escolher.
Vou viver agora a solidão do anoitecer,
Para nunca mais me esquecer de você.

Meu desejo incendeia todo o seu ser.
Em sua fogueira quero feliz morrer.
Um redemoinho sopra forte sem parar,
O nosso amor é forte, e ninguém pode apagar.

Sigo a esperança em sempre te amar
Onde quer que eu vá, hei de te lembrar.

Inserida por gnpoesia

Ah! o Sol que nasce, é de ouro de orfi,
a lua que anoitece os meus abraços tem o cheiro e a presença de mim.

Saí na madrugada fria sentindo o mar contornando o universo, simplesmente, assim, e os pássaros pela manhã que traz o doce afã que tens a mim, arte que venero.

Você é esse céu e meu mistério, meu caminho sem ser meu fim, sozinho.

Nessas doses de vinho.

Inserida por gnpoesia

Se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? ladrilhando com meus destinos e bordando com meus sonhos em tingimentos que vão-se desbotando nos painéis de minha vida.

Algumas coisas vamos perdendo e vou enxugando minhas lágrimas com outras lágrimas, vitórias ainda pardacentas no equilíbrio de minhas contradições, e o mosaico tecido de minha vida vai ficando de uma só cor que riscam ilusões.

As lutas vão se borrando e vou contornando os pedaços com altivez e bem disposto, e em cada canto clareando com o suor de meu rosto, só pensando em desistir e tentando mais uma vez.

E se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? o mosaico pardecido, cinzento, mas, renascido, para mais um ano está colorido, meio alegre e destemido, recosturado de amor.

E se pode desenhar o natal, ainda sentindo dor? disfarçado de alegria e com lápis de cor.

Inserida por gnpoesia

E o desejo, com o sol há de se pôr, guardarei nos meus lábios e na minha dor, esse nosso beijo, meu amor.

Inserida por gnpoesia

Ascendi os meus caminhos com a minha lépida pendurada à janela durante a noite. Os seus olhos são luzes ofuscadas e cintilantes do entardecer. O seu corpo são densas nuvens recaídas sobre as montanhas. Te esperei e tu não viestes... Ah! não viestes.

Inserida por gnpoesia

Vi relógios apontando o horizonte, mil relógios desapontando, os meus passos atrasados e distantes.

E vai-se indo no entardecer, as noites indormidas, nas esquinas da vida , a lua insinua beijar-me a fronte, e, mesmo assim distante, vi além mar, o horizonte

Inserida por gnpoesia

As estrelas piscam e brilham,
pequenas luzes distantes,
ilumina os meus instantes,
nos instantes que neblinam.

Essas luzes delirantes,
que no brilho da lua se homizia,
onde está os amores apaixonantes,
que desejei e que amei algum dia?

Perambulando no horizonte,
de leste a oeste,
a procura do acalanto,
onde o sol escurece e traz um novo dia.

Inserida por gnpoesia

⁠E o sabor de café da manhã é um estupefaciente de coisas indormidas e mal nascidas.

Meus cadernos envelheceram nos meus arquivos que param o tempo ao acaso, com informações estúpidas nascidas de minha caligrafia torta.

E os dias se abreviam em opióides para aliviar dores não lembradas mas conhecidas, comprados na farmácia de velho comerciante que me vende medicamentos sem receitas coloridas enquanto o resto são cinzas.

E tudo fica normal ou é normal - o sol nasce, as estrelas brilham - e a noite, a noite chega à revelia de meu relógio descomunal.

E mais uma vez o sol me ilumina todo dia e o dia todo, silenciosamente, e tudo se embranquece e todos são vistos como não são e a igreja toca mais uma vez o repicar de sinos anunciando mais uma morte de um senhor gentil que preferiu para de respirar e esquecer os próprios pulmões congestionado.

Pobres pulmões, o ajudou a respirar profundamente a cada passo rumo ao não sei pra onde.

E tudo isso é normal, e enfurece o que inconscientemente nos conserva por igual em um conjunto de normais que não mais choram.

Nada muda, é tudo parado, mas, estamos andando, correndo, atrás do ônibus que se vai e de amores que não existe e que se desfaz.

Ainda dá pra sentir saudades, de meu avô, de meu pai, de Dona Vera, onde estão? onde estão? e dos dias já idos, adormecidos.

Sinto saudade de minha mãe mesmo estando ao meu lado, saudade do nunca mais querendo ser futuro e do por vir serenando o presente em um sábado a tarde.

Existimos e ainda estamos vivos, sonhamos e ainda desistimos, e chegamos em casa e dormimos, e se houver outro dia? se houver outro dia? Não sei, talvez pra nunca mais.

Inserida por gnpoesia