Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
QUANDO EU DANÇO, MINHA MENTE PERCEBE, O MEU CORAÇÃO SENTE E O MEU CORPO EXPRIME.
NÃO SOMENTE O QUE A ALMA QUER EXTERNAR, MAS O QUE O ESPÍRITO QUER EXPRESSAR.
A DANÇA É A EXPRESSÃO QUE INTEGRA, É UM MOVIMENTO DE ENTREGA.
Criada em 18/04/2012
Os corações humanos são iguais, não importa de quem seja. É como se fossem feitos de vidro, frágeis e delicados.
Não perca a esperança – o que você procura será encontrado.
Confie em fantasmas. Confie naqueles que você ajudou para ajudá-lo na vez deles.
Confie em seus sonhos.
Confie em seu coração e confie em sua história.
Medo De Amar
(oohhhhh)
(yeahhYeahh)
Você bem quis entender
mas eu não soube explicar
Nem mesmo eu sei dizer
Não gosto nem de lembrar
Você bem quis entender
mas eu não soube explicar
Nem mesmo eu sei dizer
Não gosto nem de lembrar
Éé eu tive medo
De ver meu coraçao amar assim tão cedo
Foi bobagem não falar(hummm)
Desse meu medo de Amar
Porque você não volta?
Se já falei o que passou
E o que quebrou a gente monta
Refaz a nossa história de amor
Porque você não volta?
Se já falei o que passou
E o que quebrou a gente monta
Refaz a nossa história de amor...
Refaz a nossa história de amor
Meu amor
(ohhhhhh)
(tuuutuuiiii)
Você bem quis entender
Mas eu não soube explicar
Nem mesmo eu sei dizer
Não gosto nem de lembrar
Você bem quis entender
Mas eu não soube explicar
Nem mesmo eu sei dizer
Não gosto nem de lembrar
Eu tive medo
De ver meu coraçao amar assim tão cedo
Foi bobagem não falar
Desse meu medo de amar
Porque você não volta
Se já falei o que passou
E o que quebrou a gente monta
Refaz a nossa história de amor
Porque você não volta
Se já falei o que passou
(vem...Baby)
E o que quebrou a gente monta
Refaz a nossa história de amor
Refaz a nossa história de amor
De amor....
Olá de novo, se lembra de mim? Não, claro que não! Seu mundo é muito ocupado para pessoas fúteis como eu, né? Você costuma ser tão ingênua assim? Ou é só um teste, para ver a melhor pessoa que aguenta esse seu jogo impiedoso, em que as apostas são simplesmente nossos corações, que hoje são vistos como objetos, né?
Retornando ao assunto, você não sabe quem eu sou, mas eu sei quem você é, você foi a pessoa que eu mais amei, que eu mais valorizei, e você simplesmente foi me iludindo, você me fez de marionete, com aquele seu sorriso forjado e sarcástico, parecia uma princesa, uma princesa de sapatos de cristal, só esperando pelo seu príncipe.
Achava que já era a minha hora, que ela havia chegado, simplesmente você me chutou, me derrubou, me jogou em um incrível desfiladeiro, interminável e doloroso, eu percebi que estava perante outro grande problema de minha vida, o primeiro era que eu te amava, o segundo é que eu não conseguia te ter, e se algum dia eu te tive, acabei te perdendo.
Não adiantou eu tentar ser forte, eu tentei e tentei, não consegui. Porém um dia eu acordei e percebi, que nem todo metal é ouro, eu decidi parar de fugir, e aqui estou eu para avisar, que agora sim vai começar o verdadeiro conto de fadas, onde você a princesa que me iludiu, vai sofrer seus pesadelos de toda história de terror, só que no caso agora eu sou o monstro, e no meu roteiro, esta história não tem um fim.
Não sonhe com grandes riquezas e sim com grandes momentos, rico é aquele que mesmo na simplicidade consegue satisfazer sua alma e coração.
Sorrir, rir, gargalhar... Nenhum motivo em especial, apenas a vontade de transbordar o que já não cabe mais em mim.
"Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver. Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando a mesma cena por todo o tempo. Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas. Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo. E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas."
Se eu...
não gostasse tanto de mim,
não gostaria tanto de você.
Se eu...
não gostasse tanto de você,
não teria esquecido tanto de mim.
— Não há gradações de perversidade? Será o mal um imenso e perigoso poço onde se cai ao primeiro pecado, mergulhando até o fundo?
— Sim, acho que é. — respondi. — E não é lógico, como você tenta aparentar.
— Mas não está sendo justo — disse, com o primeiro vislumbre de emoção na voz. — Certamente atribui grandes graus e variações à bondade. Existe a bondade da criança, que é inocência, e há a bondade do monge que abriu mão de tudo e vive uma existência de auto-privação e trabalho. A bondade dos santos, a bondade das donas-de-casa. São todas iguais?
— Não. Mas igualmente e infinitamente diferentes do mal — respondi.
— E como se atinge o mal? — perguntou. — Como se sai da graça e de repente se fica tão cruel quanto o júri popular da Revolução ou o mais sádico imperador romano? Basta simplesmente faltar à missa aos domingos, ou cuspir a hóstia? Ou roubar um pedaço de pão... ou dormir com a mulher do próximo?
— Não... — sacudi a cabeça.
— Não. — Mas se o mal não tem gradação, e existe este estado de maldade, então basta um único pecado. Não foi- isso que disse? Que Deus existe e...
— Não sei se Deus existe — falei. — E pelo que sei ... Ele não existe.
— Então os pecados não importam — retrucou. Nenhum pecado atinge o mal.
— Isto não é verdade. Pois se Deus não existe, somos as criaturas mais conscientes do universo. Só nós compreendemos o passar do tempo e o valor de cada minuto da vida humana. E o que constitui o mal, o verdadeiro mal, é tirar uma única vida humana. Não importa se um homem vai morrer amanhã, depois, ou eventualmente... Pois se Deus não existe, esta vida... cada segundo dela... é tudo o que temos.
-Ela nunca recobrou a consciência: não reconheceu ninguém desde o momento em que a deixou, - disse eu - Ela jaz com um doce sorriso nos lábios, e seus últimos pensamentos a levaram de volta aos dias felizes. Sua vida encerrou-se como um sonho suave - que ela possa despertar tão suavemente no outro mundo!
Tudo o que era deixou de ser, tudo o que será não é ainda. Não busqueis fora daí o segredo dos nossos males.
O melhor não é o ideal. Onde aquilo que é teoricamente melhor é imposto a todos como norma, não há mais lugar nem mesmo para ser bom. O melhor, imposto como norma, torna-se um mal.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
CONVERSE! Muitas amizades, namoros, casamentos terminam por falta de dialogo. Quando não existe o habito de conversar abertamente com quem se convive, passa a existir uma lacuna entre estas pessoas. Está lacuna poderá ser preenchida com a inveja, intriga ou mentira de outras pessoas. Poderá ser preenchida com a incompreensão entre você e quem se gosta. Então não deixe de usar a conversa. Não permita que as palavras não ditas se tornem em lágrimas de adeus, de um injusto adeus.
Você me enganou. Disse-me coisas que não eram verdade. Tudo bem! Ela pode ficar com você! Você nunca prestou mesmo! Quero mesmo é te jogar no lixo! E ela é o lixo!
