Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Eu escrevi esse poema para você, para você não esquecer.
Eu escrevi esse poema para você, para você não esquecer quem é.
Para você se olhar no espelho e ver como é grande essa mulher.
Eu escrevi esse poema para você, para quando você pensar em desistir,
em sair do caminho que teve que chegar até aqui.
Eu escrevi esse poema para você, eu vim só para te dizer.
Em meio a prosa, poesia, em versos curtos, brancos,
sejam eles de que forma são, ou foram, ou serão,
eu escrevi esse poema para você,
para você nunca se esquecer que você é amor. É coração.
Nildinha Freitas
Ainda que os espinhos da vida tentarem te machucar,
lembre-se que nao existe viroria sem luta, assim
como nao alcançamos nada sem nenhum sacrificio.
Lembre-se da sabedoria da agua, ela apenas contorna
seus obstaculos.
Os campeões têm algo em comum: eles não dependem de aplausos.
Ninguém vê as horas de treino, as noites sem dormir, as derrotas que doem mas ensinam. Eles sabem que a dor é uma professora dura, mas honesta.
O campeão desenvolve uma mentalidade que não se dobra:
Ele falha, mas não desiste.
Cai, mas levanta.
É criticado, mas continua.
Enquanto a maioria quer resultados imediatos, o campeão pensa em legado.
Enquanto muitos querem ser notados, o campeão prefere ser lembrado.
E enquanto muitos esperam condições perfeitas, ele cria progresso com o que tem.
No final, o segredo dos campeões é este:
Eles fazem do esforço um hábito, e da disciplina, um estilo de vida.
O Homem Vitruviano não é uma obra finalizada.
Da Vinci deixou apenas a estrutura — o esqueleto simbólico que une três grandes forças da existência:
- Arte (expressão)
- Ciência (observação)
- Filosofia (sentido)
Séculos depois, surge a quarta força capaz de integrá-las:
Tecnologia — o elo entre o humano, o mundo físico e o digital.
Cada geração acrescenta o que compreende.
Da Vinci abriu o espaço.
Nós continuamos o desenho.
O ser humano parece ter um animal selvagem dentro dele, que quer sair pra fora o tempo todo. Se não o domesticarmos ele sairá por fora e fará mal a muita gente. Esse animal ferroz são os nossos defeitos e todo comportamento que não agradam aos outros.
Mundo invertido
Nesse meu mundo invertido, virado de ponta-cabeça só para me achar, tento não ficar indo e voltando em um loop infinito, sem parar. Quero poder me desenverter só para me olhar e dizer: "Não existe um lugar, só, para você; existe um todo. Faz por merecer."
Nildinha Freitas
Não é a riqueza e nem a pobreza o meu altar,
o sábio não prega a miséria, nem idolatra o luxo.
Vaidade é o culto, do bolso cheio ou da falta de pão, só em Deus a alma encontra a salvação.
Não sou inimigo de Deus, busco sempre entender, que no mistério do Senhor está o viver.
A solução não é a luta de classes, mas a fé, no poder que transforma o que é, o que será e o que se crê.
Mas tu és o que és!
Até quando irei sonhar com o que não é?
Eu ainda me preocupo demais,
Mas eu preciso sentir paz.
És misteriosa,
És ardilosa.
És uma cobra venenosa...
Temi não te encontrar,
Talvez, se eu não fosse rápido, não veria você chegar.
A ansiedade pra te ver, mesmo que distante,
Me fez correr na noite como um errante.
Você não me merece,
Vê se me esquece.
Não merece meu amor,
Não merece meu rancor.
Não merece um parceiro,
Nem um amigo verdadeiro.
Havia uma mulher que vivia sobre um palco. Ela não caminhava pelas ruas da alma alheia como quem busca encontros, mas como quem encena. Seus gestos não eram diálogos, eram ensaios.
Suas palavras vinham com pausas medidas, silêncios calculados e olhares coreografados. Vivia para ser vista, não para ver. Queria aplauso, não presença.
Precisava de plateia, não de vínculo.
Na fileira central, havia um homem. Ele não era mais o protagonista que um dia ela iludiu. Era só o espectador. Alguém que um dia acreditou que aquele palco cairia, que as luzes apagariam, que o cenário daria lugar à verdade. Mas a atriz não descia.
Nunca descia. Continuava em cena, mudando de figurino, de entonação, de personagem… mas sempre no mesmo palco
O problema é que alguns atores não sabem mais sair de cena. Estão tão habituados à encenação que o palco virou identidade.
E quem espera por autenticidade, sangra em silêncio na plateia.
Nas entrelinhas me ensinou, Que amor em ti jamais brotou. “Sou livre, faço o que quiser, Não fico presa a um qualquer.”
Baixei minhas armas por amor, Falei de mim, mostrei minha dor. Você sorriu, tão desprendida. Pensei que eras minha flor querida.
