Se Fosse Só Sentir Saudade
Querido diário, hoje senti saudade daquele tempo em que ansiava pela sua passagem rápida. Hoje, um vazio, fruto apenas de não ter vivido plenamente.
silencio!!!!
Que saudade de você, se eu pudesse voltar atrás, aguentaria as angústia do meu coração, só pra ficar do seu lado!!!
E sempre que a saudade apertar, procurarei - te naqueles nossos antigos momentos de paixão e felicidade
A noite me envolve em saudade, lembrando-me de você. Mesmo sem poder te ter por perto, sinto a plenitude de amar com intensidade.
A saudade bate forte que as vezes não dá pra segurar no peito, no silêncio de sua voz me perco em pensamentos!
Existem aqueles dias que já acordamos com uma saudade, que a gente não sabe de quem, nem de onde vem, muito menos por que veio, mas dói com uma intensidade que nenhuma outra doeu.
É muito mais fácil dizer “Eu odeio o amor” do que falar “Eu sinto saudade do amor”, porque é muito mais fácil você odiar algo que perdeu do que sentir saudade do que sabe que não pode voltar.
Eu tô com saudade do seu digitando. Dedo batendo na tela, foto aleatória e áudio chegando.
No silêncio de uma saudade eterna, Repousa o amor que jamais se apaga, Na memória que a vida governa, A mãe vive, mesmo quando a vida afaga.
Cléber Novais.
MODO
Saudade não tenho, sem ter algo à recordação
sinto, gasto em presunção, consumo em apelo
quero ter explicação e caio em nenhuma razão
nada revivo, e o meu coração, ando a contê-lo
Inquieto, o poetizar é tão frágil em sensação
prede o meu sentimento, mas sem prendê-lo
não me dão suspiros ou muito pouca emoção
só sussurra, cânticos, tão frios como um gelo
Odeio a rima sem sentindo, apenas estando
lamento sem causa haver, lamentando vejo
o silêncio no peito, vazio de desejo, suporte
A solidão acossa, a poética vive chorando
no sentimental nem sei mais o que almejo...
E, eis o modo em que estou por vós, sorte.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14 maio, 2024, 19’49” – Araguari, MG
Que saudade de você. Como pôde o nosso amor se desfazer? Eu não sei te esquecer.
SONETO EM PRANTO
O amor que eu cantei ardentemente
Em uma saudade agora o improviso
Pois arranca-lo da poética foi preciso
Para não recuar, fiz-te contundente
Na sensação o sentido tão pendente
Nos versos, inconveniente, indeciso
Fazendo desta emoção algo preciso
Deixando na prosa suspiros somente
E peno. Restrito sinto toda a carência
Não há mais a trova que amava tanto
Zanzo. Um andante na sobrevivência
Assim, padece o meu amoroso canto
Em lágrimas um versar em sofrência
E, para chorá-lo o soneto em pranto.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
16 maio, 2024, 19’37” – Araguari, MG
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