Se for Triste Carlos Drummond
“No princípio da vida todos são iniciados como sementes.
Quando o primeiro broto surge, o mundo é apresentado a ele…
e muitas vezes os brotos se perguntam:
“como brotei?” Outros nem sequer se dão conta.
Vivencie o broto do momento.
Flua nesse brotar.
Cultive com amor o seu território,
não deixe as ervas daninhas, construídas de sua própria ilusão,
interferirem no seu crescimento.
Vivencie este crescimento.
Assim você será uma bonita árvore cheia de sabedoria e amor a oferecer.
Sinta a necessidade do coração e vá em frente escalando a divindade do seu ser.
Acredite, o supremo mora em você.
Brote!
Cresça!
Sinta se você está crescendo no caminho certo,
identifique,
faça o movimento verdadeiro para que sua árvore não mingue.
Florescer na vida é florescer no hoje, no agora e no amanhã!
Floresça a sua vida, simplesmente floresça!”
A/D
Os objetivos para vida pessoal se assemelham a uma viajem para algum lugar, tão importante quanto o objetivo é cada minuto da paisagem.
Aprendi,
Que por vezes que tentamos acertar, falhamos!
Todos somos sujeitos a erro e falhas apesar de conhecer o jeito certo de se proceder.
Diante do fato duas vertentes se abrem para para superar o erro:
uma sugere que se continue o caminho sem se preocupar, temendo a repercussão negativa do ato,
e que de certa forma seria uma aceitação de fraqueza;
outra que se aconselha a se humilhar e confessar a falha, reparando-a ou corrigindo o ato falho,
reconhecendo o erro e aceitando a humilhação.
Se, prosseguir o caminho sem reparar a falha, sempre terá sobre os ombros a sombra do ato falho e,
precisará se desdobrar para superar ou não ser descoberto porque a vergonha será maior.
Agora se a falha foi reconhecida e reparada através do reconhecimento/confissão, o ato falho por sí só morre e desaparece
e a pessoa passa a ser admirada e reconhecida pela sua humildade e capacidade de superação.
Falhar não é defeito,
o defeito é errar e permanecer ou esconder o erro por temor de represália
ou mesmo por fraqueza em assumi-lo.
Errou? diga: errei... pronto, conserte o estrago!
... vai em frente e não torne a errar, né (Palavras do Mestre),
e é errando que se aprende,
é apanhando com os erros que se arrepende de não ter feito melhor.
A partir daí esmere-se nas próprias realizações,
faça cada coisa como se fosse um agrado sagrado,
em em cada pequeno gesto ou realização seja não apenas um feito mas,
uma oração de carinho e amor!
Há momentos da vida que se deve refletir para entender o que esta acontecendo ou porque aconteceu e o que pode acontecer.
Viver é a arte de tornar imortal na memória os momentos de felicidade consigo e com as pessoas que te amam.
Bem vindo julho
com suas paisagens lindas, frias, geladas... e sua paisagem branquinhas em neve,
seu vento gelado que bate forte até na porta da alma.
É o convite para se olhar para outros
que desprovidamente são órfãos da inclemência do tempo
e, que nos pedem para abrir o coração...
e à eles oferecer dádivas e doação sem que se faça
menção ou distinção
se merecem ou não, sua abertura de mão;
O ser em sua suprema carência vem fortemente munido
de vergonha e de sabida rejeição...
não tem coragem de estender a mão.
Espera até sem esperança que o céu se rasgue em pedaços e por suas frestas
se lhe escapem gotas de misericórdia e amor,
que aliviem não apenas o tempo de escassez
mas também encontrem misericórdia que não conhecem
e nem sequer sabem onde se buscar;
mas aguardam com aquela esperança que mais se assemelha,
a um fino fio de fim do fim do que jamais se pudesse imaginar.
É o tempo...
Se o tempo é de peso ou de pesar,
com certeza sempre trará motivos para amar e repensar.
Amar não apenas o que nos toca o coração,
mas acolher a mão ao que nos estende na ocasião que mais necessita
e não possui forças para elevar os olhos,
pois o peso de seu fardo turva-lhe a visão e lhe encurva o corpo.
tirando-lhe a noção e brilho do significado de humanidade.
Julho aconselha aconchego, carinho e muito amor
Bem vindo julho!
ahhh...de preferência, munido de um abraço bem quenteee,
de calor, fulgor e claro...muito amor!
Fale, que te ouço
Fale,
sobre o que gostaria que te ouvissem
das coisas que sempre te incomodaram,
mas foram relevadas a segundo, terceiros, "n" planos.
Conte o que te incomoda hoje ou incomodou no passado,
ou o que imagina ocorrer no futuro.
Suas dúvidas são minhas preocupações,
suas certezas... minha estabilidade
e suas imaginações também caminharão juntas às minhas realizações.
"Ao longo do caminho, duas almas confiantes, andavam em busca do elo perdido imaginando ser este o caminho que conduzia à chave ou segredo da eterna felicidade.
Dias e dias se passavam e tudo se tornavam tão iguais que mais parecia representação do que se ocorria a cada par de momentos, sem saber se distinguir o quê ou quem era quem...
tudo o que imaginava era de que alguma coisa bombástica ocorreria quando se avistasse ou tocasse o tal elo, mas que nada, tudo parecia vão.
Sol e sóis se punham, num eterno ciclo vicioso de manhã, tarde e noite.
Num determinado momento resolveram parar e descansar e, no descanso já exaustas adormeceram
e foi então que o inusitado aconteceu:
uma luz de forte intensidade girava entre os plexos: solar e cardíaco delas, proporcionando-lhes uma calma e tranquilidade nunca antes experimentada.
Perceberam então que a tal felicidade que sempre buscaram e desejaram sempre esteve ao lado delas,
nutrindo desejo ardente de as abraçar e as envolver
mas foi desdenhada tal a simplicidade e facilidade com que se apresentava.
Então...vamos falar de quê agora?...
...ou melhor, deixe a fala para depois e vamos abraçar a tal felicidade!
"Dona Felicidade gruda ni nóis e não se aparte jamais!"
Gostaria por um dia saber expressar a minha nostalgia em forma de poesia com rimas ricas sem usar o clichê do amor pra rimar com ardor na constante forma interminável do substantivo com substantivo, adjetivo com adjetivo e do verbo com verbo que me torna um servo do meu restrito vocabulário sem saber se uso as palavras de uma forma racional ou se é um sentimento voluntário na mais pura forma animal que age pelo instinto e ao mesmo tempo vestindo me com o manto da razão que devora insistentemente a minha devoção pelo culto do sentir e não pelo pensar onde apenas sinto o vazio das palavras lançadas ao vento frio que congela a semente da esperança e a impede de germinar no solo seco por onde a tempestade de sentimentos nunca mais regou com suas gotas deixadas apenas em forma de saudade e essa atrocidade perdura, açoita e nos torna impiedosos na forma mais obscura de enxergarmos a sinceridade que há dentro de nós e que nos faz divagar por entre as palavras ditas sem um real sentido em busca de algum objetivo para proporcionar a verdadeira forma de expressão em nossas vidas.
