Se for Triste Carlos Drummond
No casamento ou no namoro só existe amor quando existe cumplicidade, e não dependência. A cumplicidade promove harmonia, companheirismo e entendimento, enquanto a dependência descaracteriza qualquer forma saudável de relacionamento.
Muitos jovens estão abandonados, mesmo com a presença física dos pais, pois estes negligenciam ao não demonstrarem interesse pelo mundo dos filhos, falta de companheirismo e de comunicação, não criam sensação de interesse por não impor limites, não criando assim um sentimento de pertencimento e segurança sobre eles, tornando seus filhos órfãos, mesmo com pais.
Estarmos insistentemente presos, enquanto vínculo afetivo, em certas pessoas, pode ser um sinal de baixa autoestima, principalmente quando se trata de um relacionamento que chamo de ÂNCORA, o qual atrasa a nossa vida ou nos leva para o fundo do mar das amarguras, sem podermos seguir adiante na viagem incrível da vida.
Não usemos de medida humana diante das cousas do Alto, pois não se mede o que não tem início e nem fim, e o que é infinito não pode ser mensurável. O que se pode mensurar é a fé do ser humano, diante da qual, pode ele permanecer em inércia ou transpor as mais altas montanhas.
A verdade maior de cada um de nós está escondida no não-dito, no escondido, no não-revelado, no que rejeitamos e não aceitamos nos pertencer, está naquilo em que silenciamos e escondemos no âmago de nossa alma.
Não é suficiente que nos choquemos com as situações desagradáveis que nos deparamos, mas é preciso que promovamos atitudes que proporcionem possíveis mudanças neste contexto.
Não basta que nos indignemos com as maldades e situações ruins deste mundo, faz-se necessário que tomemos atitudes que proporcionem as mudanças necessárias para eliminá-las.
Tirarmos certas pessoas de nossa história, não quer dizer que às odiemos, mas que amamos muito mais a nós mesmos, o que nos faz com que não continuemos mais nesta relação problemática.
Existem vencedores derrotados e derrotados vencedores entre os vencedores e perdedores, pois o que sinaliza a balança entre eles é a intensidade da experiência vivenciada.
Muitas vezes dificultamos nossa vida simplesmente pela maneira rude e indiferente com a qual tratamos as pessoas.
Quando me questionam por que escolhi ser psicólogo, respondo: obedeci as ordens das vozes que me orientaram.
Ninguém ousa dizer que é uma luta fácil este empenhar-se em se apresentar a si mesmo, reconhecer-se neste encontro, aceitar e deixar vir a ser o que de fato se é.
É a saúde mental da criança e do adolescente que aciona o bom aprendizado escolar e estabiliza emocional e psicologicamente.
Quanto mais sabe, mais sabe de que praticamente nada sabe diante do que sabe que se tem a saber, não é assim mesmo, amigo Sócrates?
Hoje, novamente abro o livro de minha vida, a página seguinte está em branco, com a caneta de minhas ações, descrevo letra por letra a minha existência, futuramente este livro será lançado nas livrarias de cada um que fez parte desta linda história.
O PROBLEMA DE RAPOSOS É VOCÊ?
Toda vez que aparece um assunto político e questionável nas "coxias" da cidade, uma vastidão de postagens despontam nas redes sociais, invadem os ciclos de amigos, os saguões dos locais de trabalho e estudo, dentre outros e até mesmo os grupos familiares.
A partir daí, começam a estourar comentários e julgamentos vulgarizados, por todos os cantos, a respeito de Raposos; das indisposições sagazes e da esperteza de alguns políticos. Aliás, sempre colocam a culpa neles, mas será que apenas eles são os culpados?
Vejamos:
Não vou perguntar se já vendeu seu voto porque, a princípio, respeito você, mas posso perguntar se conhece alguém que já o fez. Se a resposta for positiva e tivesse, à época, como comprovar, deveria ter denunciado o caso.
Já votou em algum político só pelo fato dele ser seu vizinho; colega de trabalho; de bar, sem saber se ele tinha capacidade ou pulso firme para assumir o cargo? Pois bem, uma pessoa nessas situações não deveria estar nos representando e explico o porquê.
Como um indivíduo que mal sabe ler e escrever, pode representar o povo de uma cidade e apresentar ou analisar um projeto de lei? Já uma pessoa que não tem pulso firme é aquele tipo que por não ser forte em suas decisões, torna-se passiva, permissiva e conivente diante das pressões. Como essa pessoa vai fiscalizar os mandos e desmandos de um opressor?
Portanto, para você que deseja ver Nossa Cidade sair desse marasmo; que almeja vê-la crescer, escolha pessoas que têm conhecimento e saibam aplicá-lo ao bem da coletividade; que têm valores éticos e morais; que têm condições de nos representar; que gostam da cidade e tenham visão de futuro; que não tenham medo nem se acovardam em face da coerção. Só assim Raposos sairá da estagnação na qual se encontra.
